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| Pastoral dos Surdos Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 30/8/2010 |
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Todos sentem a necessidade de ser entendidos. Aparentes inabilidades podem empanar as verdadeiras habilidades e criatividades do surdo. Comunicam-se fluentemente entre si, desenvolvem auto-estima e têm bom desempenho acadêmico, social e espiritual. Infelizmente, os maus-tratos que muitos surdos sofrem levam alguns deles a suspeitar dos ouvintes. Contudo, quando os ouvintes interessam-se sinceramente em entender a cultura surda e a língua de sinais natural, e encaram os surdos como pessoas “capacitadas”, todos se beneficiam.
PASTORAL DOS SURDOS
ENCONTRO TODAS AS SEXTAS-FEIRAS ÀS 20H NAS DEPENDÊNCIAS DA PARÓQUIA SÃO NICOLAU DE FLÜE
MISSA COM ACOMPANHAMENTO EM LIBRAS TODO DOMINGO ÀS 19H NA PARÓQUIA SÃO NICOLAU DE FLÜE COM ESPAÇO RESERVADO PARA A PASTORAL AJUDE-NOS A DIVULGAR! |
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| Protejo Minha Família,Rezo por ela! |
| 9/8/2010 |
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Sagrada Família
A Semana Nacional da Família vai acontecer, neste ano, entre os dias 9 e 15 de agosto, com o tema “Família, Igreja doméstica, caminho para o discipulado”, e vai destacar também o Ano Catequético. “Com a Semana Nacional, a Igreja quer, uma vez mais, salientar a importância da família, que, talvez mais que outras instituições, tem sido posta em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura”, esclarece o assessor da Comissão para a Vida e Família da CNBB, padre Luiz Antônio Bento.
“O contexto atual exige da nossa ação evangelizadora um profundo ardor missionário para ajudar as famílias a não perderem de vista a sua missão primordial de ser a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade”
Oração pela Família
Que nenhuma família comece em qualquer de repente Que nenhuma família termine por falta de amor Que o casal seja um para o outro de corpo e de mente E que nada no mundo separe um casal sonhador!
Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte Que ninguém interfira no lar e na vida dos dois Que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte Que eles vivam do ontem, do hoje, e em função de um depois!
Que a família comece e termine sabendo onde vai E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor E que os filhos conheçam a força que brota do amor!
Abençoa, Senhor, as famílias! Amém! Abençoa, Senhor, a minha também (bis)
Que marido e mulher tenham força de amar sem medida Que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão Que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida Que a família celebre a partilha do abraço e do pão!
Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos! Que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois! Que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho, seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois!
Que a família comece e termine sabendo onde vai E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor E que os filhos conheçam a força que brota do amor!
Abençoa, Senhor, as famílias! Amém! Abençoa, Senhor, a minha também (bis)
(Padre Zezinho) |
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| Feliz Dia dos Pais |
| 6/8/2010 |
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Quem disse que por de trás daquela barba que nos arranha o rosto não tem um coração moleque querendo brincar? Quem disse que por detrás daquela voz grossa não tem um menino criativo querendo falar?
Quem foi que falou que aquelas mãos grandes não sabem fazer carinho se o filho chorar?
Quem foi que pensou, que aqueles pés enormes, não deslizam suaves na calada da noite, para o sono do filho velar?
Quem é que achou que no fundo do peito largo e viril não tem um coração de pudim, quando o filho amado, com um sorriso largo se põe a chamar?
Quem foi que determinou que aquele coroa, de cabelos brancos não sabe da vida para querer me ensinar
Feliz Dia dos Pais |
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| ANIVERSÁRIO PE EDUARDO MALASPINA |
| 12/7/2010 |
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DIA 12, ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DO PE EDUARDO MALASPINA MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELO DOM DA SUA VIDA.
19H30 NA PARÓQUIA SÃO NICOLAU |
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| A comunidade de São Nicolau convida vocês a participarem da grandiosa quermesse |
| 8/7/2010 |
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Nesse sábado dia 10 de Julho, a comunidade de São Nicolau realiza a grandiosa quermesse no pátio da paróquia .O evento inicia-se a partir das 20h e terá bebidas como: chocolate quente, vinho quente, quentão, cerveja, refrigerante; e contará com um belo cardápio contendo: Frango assado, Churrasco,cachorro quente,doces diversos etc... Teremos também bingos durante a quermesse com muitos premios!
Prestigie nossa Quermesse.
Particpe da Santa Missa Sertaneja às 19h
Maiores informações pelo telefone 16.33078587
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| Porque vale a pena ser cristão? |
| 1/7/2010 |
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Possuir um lugar no céu – é isso que realmente importa! A Bíblia nos mostra a condição para recebê-lo: ter genuína unidade de vida com Jesus! Isso acontece através do novo nascimento (veja João 3.1-8). Nascemos de novo espiritualmente pela fé pessoal em Jesus Cristo, e assim nos tornamos filhos de Deus: "Mas, a todos quantos o receberam (a Jesus), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus (renascerem espiritualmente), a saber, aos que crêem no seu nome" (João 1.12). Freqüentemente se ouve: "Afinal, todos são filhos de Deus!" Mas, conforme a Bíblia, isso não é verdade! Trata-se realmente de um grande engano, que leva muitas pessoas a se acomodarem e tranqüilizarem numa falsa segurança com relação ao seu destino eterno. Todos os homens são criaturas de Deus, mas filhos de Deus – os únicos que terão um lugar no céu – são somente aqueles que nasceram de novo através do Espírito Santo, como Jesus disse: "Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito Santo não pode entrar no reino de Deus" (João 3.5).
Quem nasceu de novo, como Jesus explicou, tem a confirmação e o testemunho do Espírito Santo em seu coração: "Agora sou um filho de Deus!" Isso não é sinal de orgulho, e sim de humildade, pois a pessoa salva não se baseia mais em suas próprias obras, mas unicamente no Senhor Jesus Cristo. Tal pessoa reconheceu que era pecadora e que não podia ser salva por boas obras, nem por qualquer outra coisa. Foi por isso que ela chegou-se a Jesus com o pedido: "Meu Salvador, por favor, salve-me!" O Senhor não apenas ouve essa oração, Ele também a atende: Jesus regenera – faz renascer espiritualmente – quem O aceita como Salvador em seu coração. Em Apocalipse 3.20 Ele diz: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." Se você abrir a porta da sua vida para Jesus, Ele entrará e a transformará. Como conseqüência, o Espírito Santo lhe dará a certeza: "Agora sou propriedade de Jesus, agora estou salvo, agora vou para o céu!"
Jesus: único, incomparável, maravilhoso
Jesus não pode ser comparado a nada, nem a ninguém! Ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo – e por isso vale a pena segui-lO e ser cristão!
Vamos ler apenas alguns dos muitos textos da Bíblia sobre Jesus Cristo:
•Jesus "é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis... Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste" (Colossenses 1.15-17). •"Pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.6-11). |
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| Pentecostes |
| 23/5/2010 |
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Os judeus celebravam a chamada Festa das Semanas após a colheita do trigo. Tinha esse nome pois acontecia 7 semanas (5o dias) a festa dos Pães sem fermento.
Era uma festa agrária, a qual também era conhecida sob o nome de “festa da Ceifa” ou festa dos primeiros frutos (veja Êxodo 23,16; 34,22). Os judeus agradeciam pela colheita de trigo e ofereciam a Deus os primeiros frutos que a terra tinha produzido.
Mais tarde recebeu o nome de Pentecostes que significa qüinquagésimo, pois era celebrada 5o dias depois da oferta do primeiro feixe de espigas de orgiem agrária. Na época pós exílica começou a ser celebrada nessa festa a promulgação da Lei de Moisés.
Jesus, antes de subir aos prometeu enviar o Espírito Santo (ver Lucas 24,49) aos apóstolos e cumpriu. Foi justamente no dia de Pentecostes que Ele O enviou. Eles e Maria receberam forças do alto e apartir dessas forças eles começaram a evangelizar os povos com mais fervor e deram início ao Cristianismo. Apartir desse dia o auxílio do Espírito de Deus deixou de ser um “privilégio” dos profetas e passou a ser derramado sobre todos os servos dEle. |
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| Celebramos hoje Santa Rita de Cássia |
| 22/5/2010 |
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Nasceu na Itália, em Cássia, no ano de 1380. Seu grande desejo era consagrar-se numa vida religiosa. Mas, segundo os costumes de seu tempo, ela foi entregue em matrimônio para Paulo Ferdinando.
Tiveram dois filhos, e ela como mãe buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.
Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo.
Seu esposo acabou sendo assassinado. Não demorou muito, seus filhos também morreram.
Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor.
Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa.
Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito, devido a humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava aos outros. E teve que viver resguardada.
Morreu com 76 anos, após uma dura enfermidade que a fez sofrer por 4 anos.
Hoje ela intercede pelos impossíveis de nossa vida.
Santa Rita de Cássia, rogai por nós! |
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| Está acontecendo na Paróquia São Nicolau de Flüe o 10ºCerco de Jericó |
| 20/5/2010 |
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De 16 à 23 de Maio acontece o cerco de Jericó,Venha quebrar as muralhas com o poder a da oração!
Missa todos os dias:
Segunda-feira às 20h terça-feira às 20h Quarta-feira às 20h Quinta-feira às 18h Santa Missa e logo após às 19h30 o SOS Oração Sexta-feira Santa Missa da misericórdia às 15h e às 20h Missa do Cerco de Jericó Na Madrugada de Domingo Missa às 03h da madrugada encerramento do cerco de Jericó
Para obter uma vitória certa, alguns piedosos poloneses organizaram em seu país aquilo a que chamam o Cerco de Jericó. O Cerco de Jericó consiste num incessante “assalto” de rosários, durante sete dias e seis noites, rezados diante do Santíssimo exposto. Por que “Cerco de Jericó”? No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus acolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse a Josué que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da terra prometida. Ora, a cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram…
O Santo Padre devia ir à Polônia a 8 de maio de 1979, para o 91º aniversário do martírio de Santo Estanislau, bispo de Cracóvia. Em fins de novembro de 1978, sete semanas depois do Conclave que havia eleito João Paulo II, a Rainha Vitoriosa do Santo Rosário, Maria Santíssima, deu uma ordem precisa a uma alma privilegiada da Polônia: “Para a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua Pátria, deve´se organizar na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora, um Congresso do Rosário: sete dias e seis noites de rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto.” No dia da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1978), Anatol Kazczuck, daí em diante promotor desses Cercos, apresentou a ordem da Rainha do Céu a Monsenhor Kraszewski, bispo auxiliar da Comissão Mariana do Episcopado. Ele respondeu: “É bom rezar diante do Santíssimo Sacramento exposto; é bom rezar o terço pelo Papa; é bom rezar em Jasna Gora. Podeis fazê´lo.” Anatol apresentou também a mensagem de Nossa Senhora a Monsenhor Stefano Barata, bispo de Czastochowa e presidente da Comissão Mariana do Episcopado. Ele alegrou´se com o projeto, mas aconselhou´os a não darem o nome de “congresso”, para maior facilidade na sua organização. Como esse “assalto”de rosários devia durar sete dias, e, tal como em Jericó, tinha´se certeza da vitória, deu´se´lhe o nome de Cerco de Jericó.
O padre diretor de Jasna Gora aprovou o projeto, mas não queria que se realizasse em maio por causa dos preparativos para a visita do Santo Padre. Dizia ele: “Seria melhor em abril.” “Mas a Rainha do Céu deu ordens para se organizarem esses rosários permanentes na primeira semana de maio”, respondeu o Sr. Anatol. O padre aceitou, recomendando´lhe que fossem evitadas pertubações. A Santíssima Virgem sabia bem que o Cerco de Jericó em maio não iria perturbar a visita do Papa, porque ele não viria. E, logo a seguir, as autoridades recusaram o visto de entrada no país ao Santo Padre, como tinham feito a Paulo VI em 1966. Consternação geral em toda a Polônia!
O Papa não poderia visitar a sua Pátria. Foi, então, com redobrado fervor que se organizou o “assalto” de rosários. E, no dia 7 de maio, ao mesmo tempo que terminava o Cerco, caíram “as muralhas de Jericó”. Um comunicado oficial anunciava que o Santo Padre visitaria a Polônia de 2 a 10 de junho. Sabe´se como o povo polonês viveu esses nove dias com o Papa, o “seu”Santo Padre, numa alegria indescritível! No dia de 10 de junho, João Paulo II terminava a sua peregrinação,consagrando, com todo Episcopado polonês, a nação polaca ao Coração Doloroso e Imaculado de Maria, diante de um milhão e quinhentos mil fiéis reunidos em Blonic Kraskoskic. Foi a apoteose! Depois dessa estrondosa vitória, a Santíssima Virgem ordenou que se organizassem Cercos de Jericó todas as vezes que o Papa João Paulo II saísse em viagem apostólica. “O rosário tem um poder de exorcismo”, dizem os nossos amigos da Polônia, “ele torna o demônio impotente.” Por ocasião do atentado contra o Papa, em 13 de maio de 1981, os poloneses lançaram de novo um formidável “assalto” de rosários e obtiveram o seu inesperado restabelecimento. Mais uma vez, as muralhas de ódio de satanás se abatiam diante do poder da Ave´Maria.
Em várias partes do mundo estão sendo realizados agora Cercos de Jericó. A 2 de fevereiro de 1986, aquela mesma alma privilegiada recebia outra mensagem da Rainha Vitoriosa do Santíssimo Rosário: “Ide ao Canadá, aos Estados Unidos, à Inglaterra e à Alemanha para salvar o que ainda pode ser salvo.” Nossa Senhora não pede, mas ordena que se organizem os rosários permanentes e os Cercos de Jericó, se queremos ter certeza da vitória. |
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| A Igreja celebra hoje Nossa Senhora de Fátima |
| 13/5/2010 |
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Segundo as memórias da Irmã Lúcia, podemos dividir a mensagem de Fátima em 3 ciclos: Angélico, Mariano e Cordimariano.
O ciclo Angélico se deu em 3 momentos: quando o anjo se apresentou como o Anjo da Paz, depois o Anjo de Portugal e por fim o Anjo da Eucaristia.
Depois das aparições do anjo, no dia 13 de maio de 1917, começa o ciclo Mariano, quando aquela que se apresentou mais brilhante do que o sol a 3 crianças: Lúcia, 10 anos, modelo de obediência e seus primos Francisco, 9, modelo de adoração e Jacinta, 7, modelo de acolhimento.
Na Cova da Iria aconteceram 6 aparições de Nossa Senhora do Rosário. A sexta, sendo somente para a Irmã Lúcia, assim como aquelas que ocorreram na Espanha, compondo o Ciclo Cordimariano.
Em agosto, devido às perseguições que os Pastorinhos estavam a sofrer por causa da mensagem de Fátima, a Virgem do Rosário não pôde aparecer para eles na Cova da Iria. No dia 19 de agosto ela aparece a eles então no Valinhos.
Algumas características em todos os ciclos: o mistério da Santíssima Trindade, a reparação, a oração, a oração do santo Rosário, a conversão, a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria.
Enfim, através dos Pastorinhos, a Virgem de Fátima nos convoca à vivência do Evangelho, centralizado no mistério da Eucaristia. A mensagem de Fátima está a serviço da Boa Nova de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A Virgem Maria nos convida para vivermos a graça e a misericórdia.
A mensagem de Fátima é para o mundo, por isso, lá é o Altar do Mundo.
Expressão do Coração Imaculado de Maria que no fim irá triunfar é a jaculatória ensinada por Lúcia: "Ó Meu Jesus, perdoai-nos e livrai-nos do fogo do Inferno, levai as almas todas para o Céu; socorrei principalmente as que mais precisarem!"
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós! |
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| Feliz Dias das Mães! |
| 9/5/2010 |
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Eternamente Mãe
MÃE... que na presença constante me ensinou na pureza do seu coração a vislumbrar caminhos...
MÃE... dos primeiros passos, das primeiras palavras...
MÃE... do amor sem dimensão, de cada momento, dos atos de cada capítulo de minha vida não ensaiados, mas vividos em cada emoção...
MÃE... da conversa no quintal, do acalanto do meu sono aquecido de amor, aninhada em seu coração...
MÃE ... do abraço, do beijo que levo na lembrança...
MÃE... é você que me inspira a caminhar...
MÃE... a presença de cada passo que o tempo não apaga: por mais longo e escuro que seja o caminho, haverá sempre um horizonte...
MÃE... Mulher a quem devemos a vida, que merece o nosso respeito, nossa gratidão e nosso afeto.
Feliz Dias das mães é o que deseja todas as Pastorais de movimentos da Paróquia São Nicolau de Flüe |
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| Vai começar a 48ª Assembleia Geral da CNBB |
| 3/5/2010 |
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Nesta terça-feira 4 de maio, começa a 48ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Hoje, 3, estão sendo organizados os últimos preparativos para a realização do evento. Salas de assessorias, salão das plenárias, sala de imprensa, estúdios; estão entre os locais que recebem nesta segunda-feira, os últimos detalhes para que a Assembleia possa ocorrer bem.
Alguns bispos já começaram a chegar no Centro de Eventos e Treinamentos (CET) da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Comércio (CNTC), que fica na W5 – SGAS 902 Sul – Bloco C, em Brasília, para conferir as instalações do palco da 48ª AG. Durante os dias 4 a 13 de maio, devem circular diariamente pelo local, mais de 1.200 pessoas.
A 48ª AG, que este ano acontece extraordinariamente em Brasília, por ocasião do 16º Congresso Eucarístico Nacional, que celebra o jubileu de ouro da arquidiocese de Brasília, bem como os 50 anos da capital federal, vai contar com a participação de mais de 300 bispos, sendo 283 ativos e 26 eméritos (aposentados). Além dos prelados, o evento também contará com a participação de 37 assessores, 17 secretários dos regionais da CNBB, 29 funcionários, 354 pessoas do serviço de apoio, 17 instituições eclesiais de hospedagem aos bispos, nove ônibus para traslado dos participantes, 14 convidados e 16 organismos. Somando-se esses números contabiliza-se cerca de 790 pessoas.
Além dos participantes que trabalharão na realização da Assembleia, outro número importante é o da imprensa presente na cobertura do evento. Todos os dias estarão no local cerca de 130 jornalistas de 28 veículos de imprensa, divididos entre os meios jornal impresso, TV, web e rádio. Esses profissionais poderão cobrir todo o evento, com entrevistas coletivas e exclusivas com os bispos. Para acolher os comunicadores, foi montado no local um aquário, com ar condicionado, além de alguns estúdios para TV.
É importante destacar que só terão acesso ao local da Assembleia os profissionais da imprensa credenciados, portanto, o credenciamento deve ser feito antes do início do evento. Jornalistas, cinegrafistas e demais profissionais credenciados devem estar, durante toda a Assembleia, devidamente identificados com o crachá da empresa para a qual trabalham.
Expectativas
O presidente da CNBB e arcebispo de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha, já se encontra no local da Assembleia. Para ele, as expectativas para a 48ª edição do evento são “muitas e belas”. Ele explica por que. “Muitas porque temos uma pauta enorme com muitos assuntos de extrema importância para o momento em que vivemos no Brasil e no mundo. Assuntos que dizem respeito à vida da Igreja e também à sua presença pública na sociedade. O evento será belo porque se realiza na moldura dos 50 anos da arquidiocese de Brasília, que se coincide com os 50 anos da capital federal. Por isso a Assembleia se realiza aqui antecedendo o 16º Congresso Eucarístico Nacional, que é o momento marcante do cinqüentenário da arquidiocese de Brasília. O evento, pois, acontece em clima eucarístico”.
O bispo diocesano de Bauru (SP), dom Caetano Ferrari, diz que o momento é único, porque discute uma temática que se preocupa com a presença da vida da Igreja no mundo, e celebra os 50 anos da arquidiocese e cidade de Brasília. “O tema central ‘Discípulos e servidores da Palavra de Deus e a Missão da Igreja no Mundo’ é envolvente e trata justamente da presença da Igreja na sociedade. Isso é muito importante e atual, além de celebrarmos, em ação de graças, os 50 anos da arquidiocese e cidade de Brasília. Portanto, trata-se de um momento ímpar para a Igreja no Brasil”, disse o bispo.
Já o arcebispo de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, dom Joviano de Lima Júnior, acredita que o encontro, mais uma vez, é um momento indispensável de se conhecer a ‘ampla’ realidade da Igreja no Brasil, o corpo da atual sociedade brasileira, e a vida e a missão da Igreja a partir do tema central. “A temática estudada este ano na Assembleia Geral vai nos ajudar na vida e na missão da Igreja, nas nossas diversas pastorais, para vivermos a grande missão continental, que se faz a partir da Palavra. Teremos também a oportunidade de olhar para a vida social e econômica de nosso país, como evangelizar o mundo da cultura e, na parte eclesial, teremos um estudo aprofundado sobre o papel das Comunidades Eclesiais de Base (CEB’s) na Igreja”.
Fonte:CNBB |
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| Maio mês Mariano |
| 2/5/2010 |
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Ao longo da História, foram poucas as mulheres que romperam com o preconceito e conseguiram participar efetivamente dos fatos e acontecimentos significativos de seu tempo, alcançando seus objetivos e ganhando o devido reconhecimento. Maria foi uma dessas mulheres, senão, a principal delas.
Ainda muito jovem, ficou noiva de José, um homem honesto e bem mais velho do que ela, que não tardaria em tomá-la como esposa. Vivendo em uma sociedade judaica que estava sob a dominação dos romanos, onde a mulher pouco ou quase nada valia, esta jovem percebe, em um momento de inconfundível beleza, a presença de Deus em sua vida. E Deus a convida para ser a mãe de seu Filho predileto, Jesus Cristo, que assumiu a condição humana e veio ao mundo para nos ensinar que o amor é o único caminho que, verdadeiramente, nos leva à felicidade.
Maria disse "sim" a Deus e levou este "sim" às últimas conseqüências. Por ação direta e exclusiva do Espírito Santo, ficou grávida antes de se casar e correu o risco de ser apedrejada, conforme mandava a lei daquela época. Suportou a desconfiança de seu esposo; suportou as dificuldades inerentes à pobreza; suportou a perseguição de homens poderosos e cruéis, como Herodes, que tentou matar Jesus ainda quando criança. Por fim, suportou a dor de ver seu Filho inocente ser condenado, cruelmente agredido e crucificado. Suportou tudo isso sem perder a fé, a confiança, a dignidade e a esperança em seu Deus. Suportou tudo por amor, já que o amor tudo suporta (1°Coríntios 13,7). Suportou tudo em silêncio. Silêncio que não significa covardia e omissão, mas que se traduz em serviço constante, em humildade, em entrega total e absoluta ao papel que lhe havia sido reservado por Deus na história da humanidade. Em silêncio Maria viveu sua opção por Cristo. E, agindo assim, deu exemplo de fé, de coragem, de conversão autêntica, de adesão absoluta ao plano de Deus para a salvação dos homens. Ao mesmo tempo iniciou uma luta pelo resgate da dignidade da mulher, perdida em meio aos abusos de uma sociedade patriarcal, preconceituosa e machista. Essa luta sobreviveu até hoje e se fortaleceu ao longo de inúmeras gerações. Muitas vitórias já foram conquistadas. Entretanto, muita coisa precisa melhorar.
Existem no mundo milhões de "Marias" que, a despeito de toda a evolução política, econômica, social e tecnológica, ainda não conseguiram um local digno para morar, assistência médica eficiente, emprego e salários compatíveis com suas necessidades, respeito profissional e igualdade de direitos e deveres em relação aos homens. A mulher segue sendo marginalizada, discriminada e explorada. Muitas ainda comercializam seus corpos e até mesmo seus filhos para conseguirem um mísero pedaço de pão. Ao dizer a Deus "Faça-se em mim segundo a vossa palavra", Maria revolucionou a História. Em seu silêncio, disse mais do que ninguém que é preciso lutar constantemente pelo estabelecimento da justiça, da paz, da liberdade, da fraternidade e da igualdade em nosso mundo. Ao abrir seu coração a Cristo, ela rompeu com as barreira do egoísmo humano e nos ensinou que é preciso amar a todos, independente da raça, da cor da pele e do sexo.
Apesar de todo o sofrimento que vivenciou, Maria tornou-se uma mulher vitoriosa e feliz. Nós a chamamos de bendita e bendizemos também a seu Filho, Jesus, que num gesto de amor, fez com que ela se tornasse mãe de todos nós (João 19, 25-27).
Em maio, o desabrochar das flores manifesta com originalidade e beleza o milagre da vida. A tradição católica escolheu este período do ano para venerar com especial devoção a Maria, que, com simplicidade e fidelidade inimitáveis, vivenciou os ensinamentos de Cristo, caminho, verdade e vida. Rezemos com fé renovada a Ave Maria, oração que exprime com perfeição o mistério da serva bem-aventurada de Deus.
NOSSO CULTO A MARIA, MÃE DE JESUS Depois da ascensão de Jesus ao céu, Maria permaneceu no cenáculo juntamente com os apóstolos e discípulos, aguardando a vinda do Espírito Santo. Podemos dizer que ela continuava sua maternidade, agora, na Igreja nascente. O autor do livro dos Atos dos Apóstolos, São Lucas, nos oferece uma passagem que é, ao mesmo tempo, de profundo significado teológico: “Todos eles, unânimes, perseveravam na oração, com algumas mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus” (Atos dos Apóstolos 1,14). Vemos, neste trecho, não apenas a presença de Maria mas sua perseverante oração. Ela intercedia junto ao seu Filho por aquela pequena comunidade no Cenáculo, nos primórdios de sua caminhada.
Sua presença intercessora continuará, ao longo da história da Igreja, ímpar e singular. Encontramos no Cemitério de Priscila, na via Salária em Roma, a mais antiga imagem de Maria, com o menino Jesus em seus braços, demonstrando assim que os antigos cristãos, no final do segundo século, já veneravam sua memória com grande devoção.
Quando os primeiros concílios definiam as verdades da fé e se organizavam as primeiras formulações do “Creio”, o nome de Maria era inserido em todos os documentos: “Nasceu da Virgem Maria!”.
Os grandes teólogos dessa época como Hipólito, Ambrósio, Agostinho, Ildefonso de Toledo e tantos outros, transmitem as verdades reveladas e inserem o nome da Virgem Maria em seus tratados sobre as Profissões de Fé.
No dia 22 de junho de 431, no Concílio de Éfeso, era lida a carta de Cirilo de Alexandria a Nestório, onde ele transmitia aquilo que os padres conciliares haviam definido: a Santa Virgem Maria é Mãe de Deus. Dela nasceu o santo corpo de Jesus dotado de alma racional, ao qual o Verbo está unido substancialmente.
Ela é Mãe de Deus e, mesmo depois do parto, permanece sempre Virgem. Jesus nasceu segundo a natureza humana, porém, como Pessoa divina.
O culto a Maria é fundamentado na Sagrada Escritura, na tradição litúrgica e no magistério da Igreja. A religiosidade popular colhe nestas grandes fontes as suas mais autênticas expressões. Basta considerarmos o número de paróquias, santuários, igrejas e capelas consagrados a Maria Santíssima. Quantas arquidioceses e dioceses na América Latina e, particularmente no Brasil, a têm por padroeira! Quantos profissionais a escolhem por protetora! Quantas congregações religiosas e sociedades de vida apostólica a têm por inspiradora!
Todas essas evidências nos colocam diante de uma realidade que precisa ser considerada: se o Salvador da humanidade cumulou sua Mãe de predicados tão excelentes e ela, por sua vez, colaborou com a graça a ponto de ser chamada de “plena de graça” pelo arcanjo São Gabriel, tudo isso nos mostra um caminho de esperança. Podemos, contemplando Maria, alcançar a salvação em Jesus e por Jesus.
Em 29 de abril de 1965, no segundo ano do pontificado, Paulo VI promulgou a encíclica “Mês de Maio”, dedicada a Maria Santíssima. A Igreja estava vivendo o Concílio Vaticano II e o Papa se preocupava com a paz no mundo. Nessa encíclica de apenas doze parágrafos, Paulo VI pedia orações por dois motivos: o êxito do Concílio e um apelo à paz do mundo.
Maria, diz o Papa Paulo VI, foi constituída administradora e dispensadora generosa dos tesouros da divina misericórdia. Nessa mesma carta incentiva o Papa a prática da reza do Santo Rosário, oração tão agradável à Virgem Maria. Nove anos depois, o mesmo Paulo VI promulgava a Exortação Apostólica “Marialis Cultus”: para a reta compreensão e desenvolvimento verdadeiro do culto à Bem-aventurada Virgem Maria.
A Sagrada Escritura traz muitos exemplos de figuras de linguagem com motivos florais que os Padres da Igreja, sem muita dificuldade, aplicaram a Maria: Cântico dos cânticos, Provérbios, Eclesiástico, etc.
O mês de Maio se tornou mês de Maria, como sabemos, por causa das oferendas florais, muito comuns na Europa com a chegada da primavera, que no hemisfério norte acontece neste mês.
Seguindo o conselho da Igreja, procuremos imitar a Virgem Maria não apenas por atos de piedade, que são muito edificantes, mas sobretudo por atitudes.
Buscamos em Maria um modelo a ser imitado: modelo de mulher, enquanto “filha de Sião”, sempre consciente de seu papel de cidadã; modelo de esposa, que partilhou com São José as tarefas quotidianas de um lar comum para o seu tempo; modelo de mãe que não apenas se dedica, com o mesmo São José, à educação de Jesus, mas o prepara para assumir seu ministério.
Finalmente, o Concílio Vaticano II, na Constituição Dogmática “Lumen Gentium” lhe confere o título de “Mãe de Deus e Mãe dos Homens”. E por isso, o culto à Santíssima Virgem Maria deve ser equilibrado e digno. O texto conciliar nos alerta sobre o perigo de um estéril e transistório afeto. A verdadeira devoção deve proceder da fé verdadeira que nos leva a contemplar a Virgem Mãe de Deus para lhe dedicar o nosso amor e nossa filial devoção em decorrência do mistério de Cristo.
Enquanto sinal de esperança e de conforto ao peregrinante povo de Deus, convidam-se os cristãos a suplicar, instantemente, até que todas as famílias dos povos, tanto as que estão ornadas com o nome de cristãos, como as que ainda ignoram o seu Salvador, sejam felizmente congregadas na paz e na concórdia (GS 69).
Na exortação apostólica pós sinodal “Evangelii Nuntiandi”, Maria é assim invocada: “Que seja Maria a estrela da evangelização. Que a Igreja, obediente ao mandato do Senhor, promova e realize, sobretudo nestes tempos difíceis, cheios de esperanças, essa grandiosa obra da Evangelização!
Vamos então rezar!!!
Ó MAria, Mãe de Jesus, Flôr do Céu, Flôr da Santidade, ajudai-nos hoje e sempre, em especial neste mês de Maio que consagramos e dedicamos a Ti, Senhora e Mãe do Povo, Intercede por Nós!!!
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| 1ºde Maio dia do Trabalhador |
| 1/5/2010 |
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Ao celebrar o Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, a CNBB reafirma seu compromisso de colaborar na construção de uma sociedade politicamente democrática, economicamente justa, ecologicamente sustentável e culturalmente plural. Afirmam os bispos na Conferência de Aparecida: “Com sua voz, a Igreja unida à de outras instituições nacionais e mundiais, tem ajudado a dar orientações prudentes e a promover a justiça, os direitos humanos e a reconciliação dos povos” (Documento de Aparecida, 98). A Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010 denunciou os desvios decorrentes de um modelo econômico voltado para o lucro e para o acúmulo de bens, sem considerar o valor da pessoa humana e sem estar a serviço do bem comum. Entre os desvios encontra-se a prioridade do capital sobre a pessoa humana e, em decorrência disso, do trabalho. No Brasil e em outros países, o mundo do trabalho continua dividido em categorias: a dos integrados, em número reduzido, com bons salários e vínculo aos círculos mundiais da produção; os semi-integrados, trabalhadores em situação de risco, aqueles que trabalham precariamente e de forma intermitente; e os excluídos, trabalhadores que estão fora da sociedade salarial ou dos vínculos de proteção dos direitos sociais, os desempregados, sub-empregados. Há que se lembrar também dos aposentados e aposentadas, nem sempre reconhecidos pelo bem que fizeram e ainda podem fazer pelo País, e convivendo, tantas vezes, com graves perdas salariais. O direito de todos ao trabalho e a inclusão universal na rede de proteção social tornam-se objetivos obrigatórios para todos os que buscam construir uma sociedade justa e solidária. Em sua saudação neste 1º de maio, a CNBB faz ressoar as aspirações dos trabalhadores e trabalhadoras pelo reconhecimento de seus direitos, e expressa seu apoio em favor da consolidação e ampliação dos direitos trabalhistas em nosso país. Entre esses direitos, destacamos, sobretudo, o combate ao trabalho escravo pela aprovação da PEC 438/0; a reforma agrária e o limite da propriedade da terra; o incentivo à agricultura familiar e camponesa nos contornos de cada bioma brasileiro; a diminuição da jornada de trabalho sem redução de salários; a ampliação dos fundos solidários e a construção do marco da economia solidária; a implementação de uma política de emprego para a juventude; a correção das perdas nas aposentadorias e a indexação justa de seus benefícios; a universalização da proteção social previdenciária para todo o mundo do trabalho, de sorte que o Brasil possa incluir totalmente a força de trabalho no seguro social. A CNBB convida todos os trabalhadores e trabalhadoras, que participam da obra criadora de Deus pela dignidade de seu trabalho, a manterem viva a fé em Jesus Cristo, na busca de relações justas e solidárias no mundo do trabalho e no conjunto da sociedade brasileira. Que Nossa Senhora Aparecida e São José Operário acompanhem todas as pessoas que, pelo seu trabalho, constroem condições dignas para sua família, buscam o bem comum e protegem a vida em nosso Planeta.
Fonte:CNBB |
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| A igreja celebra hoje Santa Catarina de Sena |
| 29/4/2010 |
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Neste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.
Voltada à oração, ao silêncio e à penitência, não se consagrou em uma congregação, mas continuou, no seu cotidiano dos serviços domésticos, a servir a Cristo e Sua Igreja, já que tudo o que fazia, oferecia pela salvação das almas. Através de cartas às autoridades, embora analfabeta e de frágil constituição física, conseguia mover homens para a reconciliação e paz como um gigante.
Dotada de dons místicos, recebeu espiritual e realmente as chagas do Cristo; além de manter uma profunda comunhão com Deus Pai, por meio da qual teve origem sua obra: “O Diálogo”. Comungando também com a situação dos seus, ajudou-o em muito, socorrendo o povo italiano, que sofria com uma peste mortífera e com igual amor socorreu a Igreja que, com dois Papas, sofria cisão, até que Catarina, santamente, movimentou os céus e a terra, conseguindo banir toda confusão. Morreu no ano de 1380, repetindo: "Se morrer, sabeis que morro de paixão pela Igreja".
Santa Catarina de Sena, rogai por nós! |
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| Mensagem do Papa para o 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações . |
| 25/4/2010 |
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.O 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no 4º Domingo de Páscoa, dia 25 de abril, oferece-me a oportunidade de propor à vossa reflexão um tema que se enquadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita vocações. De fato, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da ação gratuita de Deus, mas é favorecida também – como o confirma a experiência pastoral – pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunitário de todos aqueles que já responderam ao chamamento do Senhor no ministério sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a missão dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasião dos 150 anos de falecimento de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, modelo sempre atual de presbítero e pároco.
Já no Antigo Testamento os profetas tinham consciência de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreensão, a rejeição, a perseguição. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um «fogo ardente» no coração impossível de conter (cf. Jr 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor não só a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, será Jesus, o enviado do Pai (cf. Jo 5,36), que, através da sua missão, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distinção, com especial atenção pelos últimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus é a suprema Testemunha de Deus e da sua ânsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, João Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazaré, as promessas de Deus. Quando O vê chegar ao rio Jordão, onde estava a batizar, João indica-O aos seus discípulos como «o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1,29). O seu testemunho é tão fecundo que dois dos seus discípulos, «ouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus» (Jo 1,37).
Também a vocação de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista João, passa pelo testemunho de seu irmão André; este, após ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu «permanecendo» junto do Senhor: «“Encontramos o Messias” (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus» (Jo 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael – Bartolomeu –, graças ao testemunho doutro discípulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: «Acabamos de encontrar Aquele de quem escreveu Moisés na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus, o filho de José, de Nazaré» (Jo 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o próprio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fiéis à sua missão, para suscitar novas vocações sacerdotais e religiosas para o serviço do seu Povo. Por esta razão, desejo destacar três aspectos da vida do presbítero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.
Elemento fundamental e comprovado de toda a vocação ao sacerdócio e à vida consagrada é a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante união com o Pai, e isto suscitava nos discípulos o desejo de viverem a mesma experiência, aprendendo d’Ele a comunhão e o diálogo incessante com Deus. Se o sacerdote é o «homem de Deus», que pertence a Deus e ajuda a conhecê-Lo e a amá-Lo, não pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A oração é o primeiro testemunho que suscita vocações. Tal como o apóstolo André comunica ao irmão que conheceu o Mestre, assim também quem quiser ser discípulo e testemunha de Cristo deve tê-Lo «visto» pessoalmente, deve tê-Lo conhecido, deve ter aprendido a amá-Lo e a permanecer com Ele.
Outro aspecto da consagração sacerdotal e da vida religiosa é o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o apóstolo João: «Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3,16). Com estas palavras, os discípulos são convidados a entrar na mesma lógica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai até à entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a misericórdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na Última Ceia, Se levanta da mesa, depõe o manto, pega numa toalha, ata-a à cintura e Se inclina a lavar os pés aos Apóstolos, exprime o sentido de serviço e doação que caracterizou toda a sua vida, por obediência à vontade do Pai (cf. Jo 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagração deve esforçar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois àqueles que a Providência lhe confia no ministério pastoral, com dedicação plena, contínua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irmãos, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A história de cada vocação cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doação de si mesmo aos irmãos por amor do Reino dos Céus. É que a presença e a palavra de um padre são capazes de despertar interrogações e de conduzir mesmo a decisões definitivas (cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 39).
Um terceiro aspecto que, enfim, não pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada é viver a comunhão. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu discípulo, a profunda comunhão no amor: «É por isto que todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunhão, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divisões, sanar lacerações, aplanar contrastes e incompreensões, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza não se sentirão encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, vêem aumentar a sua hesitação. Torna-se importante, pois, realizar a comunhão de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Então, o jovem dirá: «Isto pode ser um futuro também para mim, assim pode-se viver» (Insegnamenti, vol. I/2005, 354). O Concílio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar vocações, destaca o exemplo de caridade e de fraterna cooperação que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto Optatam totius, 2).
Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor João Paulo II: «A própria vida dos padres, a sua dedicação incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso serviço ao Senhor e à sua Igreja – testemunho assinalado pela opção da cruz acolhida na esperança e na alegria pascal –, a sua concórdia fraterna e o seu zelo pela evangelização do mundo são o primeiro e mais persuasivo fato de fecundidade vocacional» (Pastores dabo vobis, 41). Poder-se-ia afirmar que as vocações sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma espécie de patrimônio precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a existência inteira.
Isto aplica-se também à vida consagrada. A própria existência dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus critérios de discernimento e conduta. Tornam-se «sinais de contradição» para o mundo, cuja lógica frequentemente é inspirada pelo materialismo, o egoísmo e o individualismo. A sua fidelidade e a força do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no ânimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total. Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na história dos homens.
Fiel à sua vocação, cada presbítero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os cristãos a responderem à vocação universal à santidade. Assim, para se promoverem as vocações específicas ao ministério sacerdotal e à vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o anúncio vocacional, é indispensável o exemplo daqueles que já disseram o próprio «sim» a Deus e ao projeto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de opções existenciais e concretas, há de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decisões empenhativas que envolvem o próprio futuro. Para ajudá-los, é necessária aquela arte do encontro e do diálogo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo através do exemplo de vida abraçada como vocação. Assim fez o Santo Cura d’Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, «ensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fiéis aprendiam a rezar» (Carta de Proclamação do Ano Sacerdotal, 16/06/2009).
Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasião para muitos jovens refletirem sobre a própria vocação, abrindo-se a ela com simplicidade, confiança e plena disponibilidade. A Virgem Maria, Mãe da Igreja, guarde o mais pequenino gérmen de vocação no coração daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto; faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta intenção rezo, enquanto concedo a todos a Bênção Apostólica.
Fonte: CNBB |
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| Vontade de Cristo para o homem é abraço seguro que o leva a vida eterna, diz o Papa Bento XVI |
| 21/4/2010 |
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Papa Bento XVI
VATICANO, 20 Abr. 10 / 12:46 pm (ACI).- Ao pronunciar esta manhã um elogio fúnebre ao Cardeal Tomas Spidlík, sacerdote jesuíta falecido no dia 16 de abril aos 90 anos, o Papa Bento XVI explicou que "a vontade de Jesus coincide com a de Deus Pai e com a obra do Espírito Santo, constitui para o ser humano uma espécie de abraço seguro, forte e doce que o conduz à vida eterna".
Ao final da Missa de exéquias celebrada na Basílica de São Pedro pelo Cardeal Angelo Sodano, Decano do Colégio Cardinalício, o Santo Padre assinalou que "os grandes homens de fé que vivem imersos nesta graça, têm o dom de perceber com uma força particular esta verdade e, assim, podem atravessar duras provas, como as atravessou o Padre Tomas Spidlík, sem perder a confiança e conservando, ao contrário, um vivo senso de humor, que é certamente um sinal de inteligência, mas também de liberdade interior".
"Neste aspecto era evidente a semelhança entre nosso chorado Cardeal e o venerável Papa João Paulo II: ambos tinham o dom da ocorrência divertida e a brincadeira, embora quando eram jovens passaram situações difíceis e, em alguns casos, parecidas. A Providência fez que se encontrassem e colaborassem para o bem da Igreja; especialmente para que Ela aprenda a respirar plenamente ‘com seus dois pulmões’, como gostava de dizer o Papa eslavo".
Bento XVI disse logo que "essa liberdade e essa presença de espírito têm seu fundamento objetivo na ressurreição de Cristo. A esperança e a alegria de Jesus ressuscitado são também a esperança e a alegria de seus amigos, graças à ação do Espírito Santo. Demonstrava-o habitualmente o Padre Tomas Spidlík com sua forma de viver, e seu testemunho se tornava cada vez mais eloqüente com o passar dos anos porque apesar da idade avançada e os inevitáveis achaques seu espírito seguia sendo fresco e jovem. O que é isso senão a amizade com o Senhor Ressuscitado?".
Ao escolher como lema de seu escudo cardinalício, "Ex todo corde": com todo o coração, o Cardeal, sublinhou o Papa Bento, "punha, por dizer assim, sua vida dentro do mandamento do amor, inscrevia-a no primado de Deus e da caridade". As palavras "phos" e "zoe" -"luz" e "vida"-, que se encontram no escudo, "são nomes de Deus. Portanto, o ser humano que acolhe plenamente, ‘ex todo corde’, o amor de Deus, acolhe a luz e a vida, e é à sua vez luz e vida na humanidade e no universo".
Finalmente o Papa recordou que o Cardeal Spidlík era membro da Companhia de Jesus, "quer dizer, um filho espiritual daquele São Ignácio que pôs no centro da fé e da espiritualidade a contemplação de Deus no mistério de Cristo. Neste símbolo do coração se encontram Oriente e Ocidente, em um sentido não devoto, mas profundamente cristológico". |
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| 90 crianças receberam a primeira Eucaristia nesse Domingo dia 18 de Abril |
| 19/4/2010 |
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A Paróquia São Nicolau de Flüe celebrou nesta manhã de domingo 18, a “Primeira Comunhão” para 90 crianças , o evento religioso foi celebrado pelo padre Eduardo Malaspina .
Primeira comunhão é uma celebração religiosa de algumas denominações cristãs, nomeadamente da Igreja Católica Romana, em que os cristãos participantes desta cerimônia recebem pela primeira vez o "Corpo e Sangue de Cristo sob a forma de pão e vinho", respectivamente (hóstia). Esta celebração também se chama de "Primeira Eucaristia" visto que os participantes recebem pela primeira vez os sacramento de Eucaristia.
Normalmente, antes de os cristãos receberem a Primeira Comunhão, eles têm que saber e compreender alguns princípios e conhecimentos fundamentais da Igreja, nomeadamente os 10 Mandamentos, também os mandamentos da Madre Igreja, as principais orações, os 7 sacramentos, etc. Para se realizar este rito religioso é necessário que o catequizando faça a confissão dos pecados particularmente com o sacerdote, o que irá se repetir sempre que, o já catequizado, peque gravemente, para assim tornar a receber a Sagrada Eucaristia. |
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| Agreja celebra hoje Santo Expedito |
| 19/4/2010 |
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Santo Expedito foi martirizado na Armênia. Ele era militar, foi decapitado no dia 19 de abril de 303, sob o imperador Dioclesiano, que subira ao trono de Roma em 284.
Ele levava uma vida devassa; mas um dia, tocado pela graça de Deus, resolveu mudar de vida. Foi então que lhe apareceu o Espírito do mal, em forma de corvo, e lhe segredou "cras....! cras....! cras....!" palavra latina que quer dizer: amanhã...! amanhã...! amanhã...!, isto é deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie sua conversão!
Mas Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o, gritando: HODIE! Quer dizer: HOJE! Nada de protelações! É pra já! É por isto que o Santo Expedito é invocado nos casos que exige solução imediata, nos negócios em que qualquer demora poderia causar prejuízo. No Brasil, sobretudo, Santo Expedito é invocado nos negócios e dificuldades da vida. Conhecido como "o santo das causas urgentes".
Santo Expedito não adia seu auxílio para amanhã.
Ele atende sua ajuda hoje mesmo, ou na hora em que precisamos de sua ajuda. Mas ele espera que também nós não deixemos para amanhã nossa conversão.
A tradição apresenta Santo Expedito como sendo o chefe da 12ª Legião Romana, cognominada "Fulminante": nome dado em memória de uma façanha que se tornou célebre. Essa legião localizava-se em Melitene, sede de uma das províncias romanas da Armênia. Era formanda em sua maioria por soldados cristãos, sendo sua função primordial defender as fronteiras orientais contra os ataques dos bárbaros asiáticos.
Santo Expedito destacou-se no comando dessa legião por suas virtudes de cristão e de chefe ligado a sua religião, a seu dever, à ordem e à disciplina. Terço ao Milagroso Santo Expedito Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Meu Jesus, misericórdia dos meus pecados, e libertai-me de todos o s males que me oprimem o corpo, a alma e o espírito. Daí-me vossa graça e vossa paz. Não retireis de mim o vosso Santo Espírito.
Creio em Deus Pai...
1. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, das causas urgentes, atende o pedido de tantos irmãos. Amigo dos pobres, aflitos, doentes, concede a todos tua proteção"
• Nas contas menores (em todos os mistérios): Ó Santo Expedito, és forte, guerreiro, soldado de Cristo, fiel vencedor, na hora difícil, és o medianeiro do povo que reza com tanto fervor. (Glória ao Pai...)
2. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, tua fé, firme e forte, ganhaste de Cristo, a coroa da glória e martirizado tiveste esta sorte, nós hoje cantamos a tua vitória.
3. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, tu és o modelo, dos jovens, soldados e dos escolares, em nome de Cristo fazemos o apelo, semeia bondade em todos lugares.
4. Na conta grande: "Ó Santo Expedito, que os viajantes, não sofram tragédias em suas viagens, mas voltem aos lares felizes contentes com fé esperança e muita coragem.
5. Na conta grande: Ó Santo Expedito, minha conversão, de hoje não posso adiar para amanhã, eu penso um dia ter a salvação, por isso desejo a vida cristã.
• 1 Pai Nosso; 3 Ave-Marias; e Glória ao Pai
ORAÇÃO FINAL
Ó Poderoso Santo Expedito, apresentai a Deus os meus pedidos, nesta hora de aflição e desespero em que me encontro. Atendei com urgência o que vos peço com fé e confiança. Anunciarei vosso nome bendito entre os irmãos para que se convertam a Cristo seguindo vosso belo exemplo de Mártir Glorioso, não trocando Jesus por nada neste mundo.
Amém |
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| 15h Celebração da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo |
| 2/4/2010 |
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Sexta Feira da Paixão Paixão de Cristo"Chegado ao meio-dia, houve trevas por toda a terra, até às três da tarde. Às três horas, Jesus exclamou em alta voz: "Eloì, Eloì, lema sabactàni?" que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste? (...)Soltando um grande brado, Jesus expirou. (...)Ao vê-Lo expirar daquela maneira, o centurião, que se encontrava em frente dEle, exclamou: "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus". Jesus, pregado na Cruz, imobilizado nesta terrível posição, invoca o Pai (cf. Mc 15, 34; Mt 27, 46; Lc 23, 46). Todas as suas invocações testemunham que Ele está unido com o Pai. "Eu e o Pai somos um" (Jo 10, 30); "Quem Me vê, vê o Pai" (Jo 14, 9); "Meu Pai trabalha continuamente e Eu também trabalho" (Jo 5, 17). |
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| Aconteceu nessa noite na Paróquia São Nicolau de Flüe a Encenação da Paixão de Cristo |
| 2/4/2010 |
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O grupo de jovens Kadosh da Paróquia São Nicolau de Flüe,realizou nessa noite a encenação da Paixão de Cristo!
Jesus é entregue aos soldados Romanos, que O espancam brutalmente. Ele é então levado de novo a Pilatos, que O apresenta para a multidão, esperando que isso já seria o suficiente, mas não era. Pilatos lava suas mãos do dilema, e ordena que seus homens façam com Jesus o que a multidão queria.
Jesus é apresentado à sua própria cruz e é ordenado a carregá-la pelas ruas de Jerusalém para o Calvário. Lá Ele é pregado à cruz e percebe que Seu Pai Celestial O tem abandonado por causa do pecado do mundo que Ele (Cristo) carregou em Si mesmo. Depois de horas de tortura, Cristo proclama: "Está consumado", e depois: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!"
No momento da morte de Jesus, há um grande terremoto, o véu do santuário é rasgado ao meio de cima a baixo, e uma escuridão toma conta da terra por três horas.
Três dias depois, Jesus Cristo ressuscita dos mortos, combatendo o pecado e a morte, e providenciando o único caminho para a humanidade se reconciliar com Deus Pai.
Confira as fotos da encenação na galeria de imagens .
Postado por: Marcia Figueiredo Liani
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| Lava-pés: O Senhor convida-nos a imitar a sua humildade, a confiar-nos a ela |
| 1/4/2010 |
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Deus ama a sua criatura, o homem; ama-o também na sua queda e não o abandona a si mesmo. Ele ama até ao fim. Vai até ao fim com o seu amor, até ao extremo: desce da sua glória divina. Depõe as vestes da sua glória divina e reveste-se com as do servo. Desce até à extrema baixeza da nossa queda. Ajoelha-se diante de nós e presta-nos o serviço do servo; lava os nossos pés sujos, para que possamos ser admitidos à mesa de Deus, para que nos tornemos dignos de nos sentarmos à sua mesa o que, por nós mesmos, nunca podemos nem devemos fazer.
Deus não é um Deus distante, demasiado distante e grande para se ocupar das nossas insignificâncias. Deus desce e torna-se escravo, lava-nos os pés para que possamos estar na sua mesa. Exprime-se nisto todo o mistério de Jesus Cristo. Nisto se torna visível o que significa redenção. O banho no qual nos lava é o seu amor pronto para enfrentar a morte. Só o amor tem aquela força purificadora que nos tira a nossa impureza e nos eleva às alturas de Deus.
Ele é continuamente este amor que nos lava; nos sacramentos da purificação o batismo e o sacramento da penitência Ele está continuamente ajoelhado diante dos nossos pés e presta-nos o serviço do servo, o serviço da purificação, torna-nos capazes de Deus. O seu amor é inexaurível, vai verdadeiramente até ao fim.
"Vós estais limpos, mas não todos", diz o Senhor (Jo 13, 10).
Nesta frase revela-se o grande dom da purificação que Ele nos faz, porque deseja estar à mesa juntamente conosco, deseja tornar-se o nosso alimento. "Mas não todos" existe o obscuro mistério da recusa, que com a vicissitude de Judas nos torna presentes e, precisamente na Quinta-Feira Santa, no dia em que Jesus faz a oferenda de Si, nos deve fazer refletir. O amor do Senhor não conhece limites, mas o homem pode pôr-lhe um limite.
"Vós estais limpos, mas não todos": o que é que torna o homem impuro? É a recusa do amor, o não querer ser amado, o não amar. É a soberba que julga não precisar de purificação alguma, que se fecha à bondade salvífica de Deus. É a soberba que não quer confessar nem reconhecer que precisamos de purificação.
Em Judas vemos a natureza desta recusa ainda mais claramente. Ele avalia Jesus segundo as categorias do poder e do sucesso: para ele só o poder e o sucesso são realidades, o amor não conta. E ele é ávido: o dinheiro é mais importante do que a comunhão com Jesus, mais importante do que Deus e o seu amor. E assim torna-se também mentiroso, ambíguo e vira as costas à verdade; quem vive na mentira perde o sentido da verdade suprema, de Deus. Desta forma ele endurece-se, torna-se incapaz da conversão, da volta confiante do filho pródigo, e deita fora a vida destruída.
"Vós estais limpos, mas não todos". Hoje, o Senhor admoesta-nos perante aquela auto-suficiência que põe um limite ao seu amor ilimitado. Convida-nos a imitar a sua humildade, a confiar-nos a ela, a deixar-nos "contagiar" por ela. Convida-nos por muito desorientados que nos possamos sentir a voltar para casa e a permitir que a sua bondade purificadora nos reanime e nos faça entrar na comunhão da mesa com Ele, com o próprio Deus.
O Senhor limpa-nos da nossa indignidade com a força purificadora da sua bondade. Lavar os pés uns aos outros significa sobretudo perdoar-nos incansavelmente uns aos outros, recomeçar sempre de novo juntos, mesmo que possa parecer inútil. Significa purificar-nos uns aos outros suportando-nos mutuamente e aceitando ser suportados pelos outros; purificar-nos uns aos outros doando-nos reciprocamente a força santificadora da Palavra de Deus e introduzindo-nos no Sacramento do amor divino.
O Senhor purifica-nos e, por isso, ousamos aceder à sua mesa. Peçamos-lhe que conceda a todos nós a graça de podermos ser, um dia e para sempre, hóspedes do eterno banquete nupcial.
Amém!
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| Procissão do Encontro |
| 31/3/2010 |
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Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores
Dentro da Semana Santa, também chamada de “A Grande Semana”, em muitas paróquias, especialmente no interior, realiza-se a famosa “Procissão do Encontro” entre: o Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores.
Os homens saem de uma igreja com a imagem de Nosso Senhor dos Passos e as mulheres saem de outra igreja com Nossa Senhora das Dores. Acontece então o doloroso encontro entre a Mãe e o Filho. O padre, então, proclama o célebre Sermão das Sete Palavras, que na verdade são sete frases:
1. Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. (Lc 23,34 a); 2. Hoje estarás comigo no paraíso. (Lc 23,43); 3. Mulher eis aí o teu filho, filho eis aí a tua mãe. (Jo 19,26-27); 4. Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonastes?! (Mc 15,34); 5. Tenho sede. (Jo 19,28 b); 6. Tudo está consumado. (Jo 19,30 a); 7. Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito. (Lc 23,46 b).
O sacerdote, diante das imagens, faz uma reflexão com estas frases, chamando o povo à conversão e à penitência. O silêncio é grande, já que a imagem de Nosso Senhor dos Passos mostra-o com a cruz às costas.
A expressão dos rostos das imagens é de dor e sofrimento. Algumas imagens de Nossa Senhora das Dores mostram-na abraçada a uma espada, lembrando certamente a profecia de Simeão: “Uma espada de dor te traspassará a alma”.
Quando estive na Basílica do Santo Sepulcro em Jerusalém, fiquei muito emocionado quando vi a imagem de Nossa Senhora das Dores. No local onde, segundo a tradição, foi colocado Jesus crucificado, tem um buraco no chão. Onde foi colocada a cruz de Jesus, está embaixo um altar. A gente precisa ajoelhar-se para colocar a mão lá dentro. Imagine a emoção...
Só que antes de chegar a este lugar santo, a gente passa em frente à imagem de Nossa Senhora das Dores. Belíssima... Quem a fez conseguiu como que umedecer o seu rosto, e é como se ela estivesse chorando, mas com o rosto sereno. Sofrido, mas sereno. Chorei muito ao contemplá-la.
É tudo isso que vivemos neste tempo de profunda reflexão. Nossa fé é pascal, passa pelo sofrimento, morte e ressurreição do Senhor.
Sigamos os passos de Jesus, sempre com Maria.
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| Ofício de Trevas antecede tríduo pascal |
| 30/3/2010 |
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RELIGIÃO - Durante a celebração, igreja fica iluminada apenas pelas luzes de quinze velas colocadas no altar Uma celebração tradicional, cheia de ritos e significados. É assim o “Ofício de Trevas”, rezado há séculos pela igreja Católica em vários países do mundo, sempre à quarta-feira que precede o Tríduo Pascal (quinta-feira, sexta e sábado santos). Na noite de ontem, dezenas de fiéis foram até a Paróquia São Nicolau de Flüe.
O ofício é marcado pelo clima de introspecção. A igreja é mantida quase que às escuras, e a única iluminação vem de quinze velas colocadas sobre o altar. Ao longo da celebração são cantados quinze salmos da Bíblia e a cada um rezado, uma vela é apagada. Ao final, somente um círio é mantido aceso, e é levado para a parte de trás do altar, a escuridão simboliza a condição do ser humano, diante de Jesus, que se faz luz. “Nós nos colocamos como pecadores, arruinados. Diante daquele que é a luz que salva”.
porém, que o reconhecimento dos fiéis como “escuridão”, não é no sentido de derrotismo, de negatividade, mas sim, de humildade em relação à santidade de Jesus, o filho de Deus que nasceu homem e morreu para salvar o mundo. “Jesus torna nossa vida luminosa para que nós sejamos luz no mundo”.
Os fiéis podem tornar-se luz praticando a caridade, a justiça, o acolhimento, o testemunho cristão, entre outras atitudes. O círio que é levado para trás do altar no fim da celebração simboliza Jesus que se recolhe em tristeza por três dias, para renascer em resplendor no Domingo de Páscoa.
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| Programação da Semana Santa na Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 29/3/2010 |
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"Economia e vida" Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro(mt 6,24) Campanha da fraternidade-2010
DIA 28 DE MARÇO:DOMINGO DE RAMOS
8h30-Benção,procissão e Missa de ramos(saída da procissão no final da Rua Pedro Raimundo,ao lado do Bicão)
*Não haverá a Missa das 10h
DIA 29 DE MARÇO:Segunda-Feira Santa
20h Confissão comunitária Reunião com as Equipes de celebração(comentaristas,leitores,músicos,salmista,ministério da acolhida,coordenadores de ministro da sagrada comunhão e dos acólitos e acolitas)
DIA 30 DE MARÇO:TERÇA-FEIRA SANTA
15h-Missa com os doentes 19h30- Ofício das Trevas
DIA 31 DE MARÇO 10h-Missa dos Santos Óleos (Consagrações dos Santos óleos e Renovação das promessas sacerdotais) ATENÇÂO: Você está convidado a participar representar sua paróquia nesta celebração da unidade e da comunhão.Estarão presente o povo de Deus, o nosso Bispo,mais de 90 padres de nossa Diocese,Diáconos e seminaristas.
19h30-Procissão do encontro doloroso da Paróquia até o Bicão onde encontraremos com a Paróquia Nossa senhora Aparecida.Celebraremos o encontro da mãe das Dores com o Senhor dos Passos.(LEVAR VELAS E ROSAS)
TRIDUO PASCAL
DIA 01 DE ABRIL:QUINTA-FEIRA SANTA
"Eucaristia:Fraternidade,Amor,Serviço" 20h-Missa do lava- Pés: SOLENE ADORAÇÃO DO SANTISSÍMO SACRAMENTO: 22h - RCC(grupo de Oração) 23h - Acólitos,acólitas,jovens do grupo Kadoshi e Shekynah,Pastoral do canto Litúrgico (DOMINGO A NOITE)
DIA 02 DE ABRIL: SEXTA-FEIRA SANTA
7h30: Via Sacra: Saída em frente a chácara do Japonês- Via sacra em direção ao Centro de Tratamento de Esgoto
10h : Confissão comunitária 13h30: Confissão comunitária 15h: Celebração da Paixão e Morte do Nosso Senhor Jesus Cristo;Adoração do Cristo na Cruz.Comunhão Eucaristica. 19h30: Procisão do Senhor morto,com o canto da Verônica SAÍDA DA PROCISSÃO(DA IGREJA SÃO NICOLAU) ATENÇÃO:VELAS SERÃO USADAS NA PROCISSÃO-ADQUIRI-LAS NA IGREJA
DIA 03 DE ABRIL:SÁBADO SANTO "A MORTE NÃO PODE MAIS OPOR-SE À VIDA"
20h- Solene Vigília pascal-"A maior e mais importante celebração Cristã".
DIA 04 DE ABRIL: DOMINGO DE PÁSCOA
"O seprulco está vazio! O senhor ressuscitou!Aleluia,Aleluia!"
8h -Santa Missa 10h- Missa da Páscoa com as crianças 11h30- Batizado 19h -Santa Missa de Páscoa
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| Domingo de Ramos na Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 28/3/2010 |
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Jesus entra em Jerusalém
Missa e Procissão de Ramos:Saída da procissão no Final da Rua Pedro Raimundo às 08h30 Missa e Bênção dos Ramos: 19h
O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a recordação da entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de morrer. O domingo é de “ramos” porque o povo que recebeu Jesus cobriu o chão com folhas, ramagens de oliveiras e palmeiras para que Ele passasse, montado em um jumento. Jesus era aclamado por todos: “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”.
Essa reação popular despertou nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança e medo de perder o poder, o que depois levaria Jesus à morte de cruz.
A celebração do Domingo de Ramos é marcada pela Procissão, quando os fiéis se reúnem em sinal de fé e esperança pela chegada do Messias. Neste dia são proclamados dois Evangelhos.
O primeiro narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém. O segundo é sobre a Paixão de Jesus, e relata seu julgamento. |
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| Amanhã dia 27 de Março Show com Dalvimar Gallo... |
| 26/3/2010 |
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1º SOS Evangeliza Show com Dalvimar Gallo (ex vocalista da banda Anjos de Resgate) Dia 27 de Março às 20h no Ginásio Salesianos na Vila Nery .
"Abertura com a Banda Shekynah".
Preço único R$10,00 venda de ingressos com agentes de pastorais de sua paróquia ou pelo telefone (16)3376.2364.
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| Sobriedade, a virtude prática na vida |
| 24/3/2010 |
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A reconstrução do novo homem
Muitos de nós já ouvimos alguém dizer, mesmo em tom de brincadeira, que a sobriedade é uma escolha. Se a brincadeira for levada ao pé da letra, a pessoa escolhe, conscientemente, por não querer ter atitudes e pensamentos centrados e equilibrados, pelo menos durante um período de tempo. Ironicamente, outras pessoas enfrentam grandes dificuldades em viver na própria sobriedade. São pessoas que se veem amarradas a algum tipo de vício. Elas se sentem envolvidas por uma necessidade compulsiva de fumar, beber ou se drogar. Sem forças para lutar contra um desejo nocivo, essas pessoas se intoxicam até perderem os sentidos básicos que as diferenciam de um ser irracional. Para essas pessoas, optar pela sobriedade é mais que uma questão de honra, é um motivo para conquistar a vida.
A pessoa envolvida na dependência química vive também outras dificuldades que refletem em seu caráter. Sua autoestima praticamente desaparece. Em muitas ocasiões, até mesmo os cuidados com sua hiegiene pessoal fica deficitária. É preocupante constatar o quão fácil é para alguém se tornar vítima de um vício, mesmo sendo uma situação tão delicada de se resolver.
Às vezes, a pessoa, fingindo não ter problemas, foge de sua própria realidade, desviando-se das responsabilidades e afogando o seu próprio estado de lucidez. Outras, desejando somente esquecer de seus problemas domésticos ou simplesmente querendo se tornar mais comunicativo numa roda de amigos, começam a fazer uso de drogas para provocar a sensação de liberdade ou extroversão. Elas preferem viver num mundo em que os efeitos alucinógenos da bebida, ou de qualquer outra droga, as fazem acreditar que seus sofrimentos são menores.
Ao voltar da sua “viagem psicodélica”, a pessoa frustra-se mais uma vez quando percebe que nada foi mudado em seu mundo real. Desta maneira, a vítima se sentirá cada vez mais tentada a lançar mão dos artifícios que a conduzem para uma dependência cada vez mais crônica. Como num círculo vicioso, a pessoa voltará a se intoxicar.
Saciar o desejo da sua dependência é a sua prioridade, mesmo que para isso tenha que despojar de tudo aquilo que lhe é precioso.
Como resultado, vamos testemunhar, além da deterioração de sua saúde, também as crises em seus relacionamentos. Casamentos que são destruídos, famílias fragilizadas, filhos com problemas psicológicos, entre muitos outros desequilíbrios causados pelo vício.
Sabemos o quanto é difícil a convivência com alguém que vive às voltas por um “trago”. Numa família, todos sofrem; tanto o viciado – seja no álcool ou na dependência química –, quanto os demais membros da casa. Pessoas que trabalham na recuperação de outras, com problemas de envolvimento com qualquer tipo de droga licita ou ilícita, dizem que somente é possível a sua recuperação quando a própria pessoa manifesta o desejo de sair dessa deplorável situação. Na maioria das vezes, é praticamente impossível alguém conseguir a cura por si própria. A ajuda profissional e o apoio de familiares é fundamental neste lento processo de recuperação que se inicará a partir do resgate da sua autoestima e a reconstrução do novo homem, tornando-o capaz de dominar a si próprio.
Somente por meio do resgate de suas virtudes a pessoa deixará de ser vítima daquelas coisas que a leva a renunciar o próprio uso da razão. Esta virtude é chamada de “sobriedade”; ela nos indica os limites que não devemos ultrapassar. Do contrário, se desrespeitarmos essas regras, já não seremos mais capazes de dominar a nós mesmos e seremos dragados por outras paixões.
-12 passos para viver a sobriedade
Os 12 passos da Pastoral da Sobriedade são vivenciados, periódica e ciclicamente, traduzindo um programa de vida nova que cumpre a primeira missão da Igreja: a evangelização.
São eles:
1 - Admitir 2 - Confiar 3 - Entregar 4 - Arrepender-se 5 - Confessar-se 6 - Renascer 7 - Reparar 8 - Professar a fé 9 - Orar e vigiar 10 - Servir 11 - Celebrar 12 - Festejar
Reze a Oração da Sobriedade:
"Senhor, admito minha dependência dos vícios e pecados, e que sozinho não posso vencê-los. Liberta-me!
Senhor, confio em Ti, ouve o meu clamor. Cura-me!
Senhor, entrego minha vida e minhas dependências em Tuas mãos. Espero em Ti. Aceita-me!
Senhor, arrependido de tudo que fiz, quero voltar para a Tua graça, para a casa do Pai. Acolhe-me!
Senhor, confesso meus pecados e, publicamente, peço Teu perdão e o perdão dos meus irmãos. Absolve-me!
Senhor, renasço no Teu Espírito para a Sobriedade. O homem velho passou, eis que sou uma criatura nova. Batiza-me!
Senhor, reparo financeira e moralmente a todos que, na minha dependência, eu prejudiquei. Ajuda-me a resgatar minha dignidade e a confiança dos meus. Restaura-me!
Senhor, professo que creio na Santíssima Trindade e peço a ajuda da Igreja com a interceção de todos os santos. Instrui-me na Tua Palavra!
Senhor, orando e vigiando para não cair em tentação seremos perseverantes nos Teus ensinamentos. Dá-me a Tua Paz!
Senhor, servindo, a exemplo de Maria, nossa mãe e de todos, queremos, gratuitamente, fazer dos excluídos os nossos preferidos através da Pastoral da Sobriedade.
Senhor, celebrando a Eucaristia em comunidade com os irmãos, teremos força e graça para perseverarmos nesta caminhada. Alimenta-nos no Corpo e Sangue de Jesus!
Senhor, festejando os 12 passos para a Sobriedade Cristã, irmanados com todos, na mesma esperança, por um século sem drogas, queremos partilhar e anunciar Jesus Cristo Redentor pelo nosso testemunho". Amém.
"Piedade Redentora de Cristo, dai-nos a Sobriedade." (3x)
"Sobriedade e Paz, só por hoje, graças a Deus."
Pastoral da sobriedade na Paróquia São Nicolau de Flüe, maiores informações sobre as reuniões pelo telefone (16) 3307.8587 no horário comercial.
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| A Semana Santa: simbolos e significado |
| 23/3/2010 |
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A Igreja propõe aos cristãos os sagrados mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Filho de Deus, tornado Homem, para no martírio da Cruz e na vitória sobre a morte, oferecer a todos os homens a graça da salvação.
Domingo de Ramos
O Domingo de Ramos dá início à Semana Santa e lembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aclamado pelos judeus.A Igreja recorda os louvores da multidão cobrindo os caminhos para a passagem de Jesus, com ramos e matos proclamando: “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor”. (Lc 19, 38; Mt 21, 9). Com esse gesto, portando ramos durante a procissão, os cristãos de hoje manifestam sua fé em Jesus como Rei e Senhor.
Quinta-feira Santa
Celebramos a Instituição do Sacramento da Eucaristia. Jesus, desejoso de deixar aos homens um sinal da sua presença antes de morrer, instituiu a eucaristia. Na Quinta-feira Santa, destacamos dois grandes acontecimentos:
Bênção dos Santos Óleos
Não se sabe com precisão, como e quando teve início a bênção conjunta dos três óleos litúrgicos. Fora de Roma, esta bênção acontecia em outros dias, como no Domingo de Ramos ou no Sábado de Aleluia. O motivo de se fixar tal celebração na Quinta-feira Santa deve-se ao fato de ser este último dia em que se celebra a missa antes da Vigília Pascal. São abençoados os seguintes óleos:
Óleo do Crisma - Uma mistura de óleo e bálsamo, significando a plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar “o bom perfume de Cristo”. É usado no sacramento da Confirmação (Crisma), quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no sacramento para ungir os “escolhidos” que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.
Óleo dos Catecúmenos - Catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.
Óleo dos Enfermos - É usado no sacramento dos enfermos, conhecido erroneamente como “extrema unção”. Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.
Instituição da Eucaristia e Cerimônia do Lava-pés
Com a Missa da Ceia do Senhor, celebrada na tarde de quinta-feira, a Igreja dá início ao chamado Tríduo Pascal e comemora a Última Ceia, na qual Jesus Cristo, na noite em que vai ser entregue, ofereceu a Deus Pai o seu Corpo e Sangue sob as espécies do Pão e do Vinho, e os entregou para os Apóstolos para que os tomassem, mandando-lhes também oferecer aos seus sucessores. Nesta missa faz-se, portanto, a memória da instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Durante a missa ocorre a cerimônia do Lava-Pés que lembra o gesto de Jesus na Última Ceia, quando lavou os pés dos seus apóstolos.O sermão desta missa é conhecido como sermão do Mandato ou do Novo Mandamento e fala sobre a caridade ensinada e recomendada por Jesus Cristo. No final da Missa, faz-se a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento ao altar-mor da igreja para uma capela, onde se tem o costume de fazer a adoração do Santíssimo durante toda a noite.
Sexta-feira Santa
Celebra-se a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna. Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.
Sábado Santo
No Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a principal celebração é a “Vigília Pascal”.
Vigília Pascal
Inicia-se na noite do Sábado Santo em memória da noite santa da ressurreição gloriosa de Nosso Senhor Jesus Cristo. É a chamada “a mãe de todas as santas vigílias”, porque a Igreja mantém-se de vigília à espera da vitória do Senhor sobre a morte. Cinco elementos compõem a liturgia da Vigília Pascal: a bênção do fogo novo e do círio pascal; a proclamação da Páscoa, que é um canto de júbilo anunciando a Ressurreição do Senhor; a liturgia da Palavra, que é uma série de leituras sobre a história da Salvação; a renovação das promessas do Batismo e, por fim, a liturgia eucarística.
Domingo de Páscoa
A palavra “páscoa” vem do hebreu “Peseach” e significa “passagem”. Era vivamente comemorada pelos judeus do Antigo Testamento. A Páscoa que eles comemoram é a passagem do mar Vermelho, que ocorreu muitos anos antes de Cristo, quando Moisés conduziu o povo hebreu para fora do Egito, onde era escravo. Chegando às margens do Mar Vermelho, os judeus, perseguidos pelos exércitos do faraó teriam de atravessá-lo às pressas. Guiado por Deus, Moisés levantou seu bastão e as ondas se abriram, formando duas paredes de água, que ladeavam um corredor enxuto, por onde o povo passou. Jesus também festejava a Páscoa. Foi o que Ele fez ao cear com seus discípulos. Condenado à morte na cruz e sepultado, ressuscitou três dias após, num domingo, logo depois da Páscoa judaica. A ressurreição de Jesus Cristo é o ponto central e mais importante da fé cristã. Através da sua ressurreição, Jesus prova que a morte não é o fim e que Ele é verdadeiramente o Filho de Deus. O temor dos discípulos em razão da morte de Jesus, na Sexta-Feira, transforma-se em esperança e júbilo. É a partir deste momento que eles adquirem força para continuar anunciando a mensagem do Senhor. São celebradas missas festivas durante todo o domingo.
A data da Páscoa
A fixação das festas móveis decorre do cálculo que estabelece o Domingo da Páscoa de cada ano. A Páscoa deve ser celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que segue o equinócio da primavera, no Hemisfério Norte (21 de março). Se esse dia ocorrer depois do dia 21 de abril, a Páscoa será celebrada no domingo anterior. Se, porém, a lua cheia acontecer no dia 21 de março, sendo domingo, será celebrada dia 25 de abril. A Páscoa não acontecerá nem antes de 22 de março, nem depois de 25 de abril. Conhecendo-se a data da Páscoa, conheceremos a das outras festas móveis. Domingo de Carnaval - 49 dias antes da Páscoa. Quarta-feira de Cinzas - 46 dias antes da Páscoa. Domingo de Ramos - 7 dias antes da Páscoa. Domingo do Espírito Santo - 49 dias depois.Corpus Christi - 60 dias depois.
Símbolos da Páscoa
Cordeiro: O cordeiro era sacrificado no templo, no primeiro dia da páscoa, como memorial da libertação do Egito, na qual o sangue do cordeiro foi o sinal que livrou os seus primogênitos. Este cordeiro era degolado no templo. Os sacerdotes derramavam seu sangue junto ao altar e a carne era comida na ceia pascal. Aquele cordeiro prefigurava a Cristo, ao qual Paulo chama “nossa páscoa” (1Cor 5, 7). João Batista, quando está junto ao Rio Jordão em companhia de alguns discípulos e vê Jesus passando, aponta-o em dois dias consecutivos dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jô 1, 29 e 36).Isaías o tinha visto também como cordeiro sacrificado por nossos pecados ( Is 53, 7-12). Também o Apocalipse apresenta Cristo como cordeiro sacrificado, agora vivo e glorioso no céu. ( Ap 5,6.12; 13, 8).
Pão e vinho: Na ceia do Senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor. Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos para celebrar a vida eterna.
Cruz: A cruz mistifica todo o significado da Páscoa na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicéia, em 325 d.C., Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Símbolo da Páscoa, mas símbolo primordial da fé católica.
Círio Pascal: É uma grande vela que é acesa no fogo novo, no Sábado Santo, logo no início da celebração da Vigília Pascal. Assim como o fogo destrói as trevas, a luz que é Jesus Cristo afugenta toda a treva do erro, da morte, do pecado. É o símbolo de Jesus ressuscitado, a luz dos povos. Após a bênção do fogo acende-se, nele, o Círio. Faz-se a inscrição dos algarismos do ano em curso; depois cravam-se cinco grãos de incenso que lembram as cinco chagas de Jesus, e as letras “alfa” e “ômega”, primeira e última letra do alfabeto grego, que significam o princípio e o fim de todas as coisas. |
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| São Nicolau de Flue |
| 21/3/2010 |
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São Nicolau de Flüe
Comemoramos a vida santa de um eremita, São Nicolau de Flue, que nasceu na Suíça em 1417 e passou sua juventude ajudando o pai em trabalhos práticos, sempre inclinado à vida religiosa.
A pedido do pai, casou-se com Dorotéia que muito o levou para Deus, tanto que juntos educaram os dez filhos para a busca da santidade. Aconteceu que, em comum acordo e, com os filhos já educados, Nicolau retirou-se na solidão, perto de sua casa, porém com o propósito de se dedicar exclusivamente a Deus, ele que era um homem popular devido a diversos cargos públicos e administrativos que ocupara na sociedade.
São Nicolau entregou-se totalmente à vida de oração, penitência e jejuns, sem deixar de participar nas santas missas de domingo e dias santos, além de ter assumido uma tábua como cama; por travesseiro uma pedra e de primeiro frutas e ervas como alimento, isto até chegar a se alimentar somente da Eucaristia, todo este processo estendeu-se progressivamente por 33 anos. Nicolau, que morreu com setenta anos, ao ir para o eremitério com 37 anos, em nada se alienou ao mundo. Pôde ele servir com conselhos e interferir pacificamente nas dificuldades entre Católicos e protestantes, a ponto de ser amado e tomado como modelo de pacificador e pai da pátria.
São Nicolau de Flue, rogai por nós!
Hoje Santa Missa às 19h com a ENTRONIZAÇÃo da Imagem de São Nicolau de Flüe.
O gesto de Entronização consiste em colocar a imagem em um lugar especial da Paróquia, para recordar a sua presença permanente .. É um sinal que nos lembra a entrega de de um homem a vida de oração, penitência e Jejun. |
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| A Igreja celebra hoje São José |
| 19/3/2010 |
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Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.
Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.
Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.
No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.
"Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa" (Mt 1,24).
O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.
Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.
Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à Vontade do Senhor.
São José, rogai por nós! |
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| A Ressurreição de Cristo. |
| 17/3/2010 |
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Provavelmente não existe uma única pessoa no mundo que não tenha ouvido falar a respeito da morte e Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas, naquele tempo, quando os fatos de sua morte e Ressurreição foram tão amplamente conhecidos, sua essência espiritual e seu sentido interior surgem como mistério da sabedoria de Deus, justiça e Seu amor infinito. Os maiores cérebros humanos, com impotência inclinavam-se perante esse mistério inconcebível da salvação. Não obstante, os frutos espirituais da morte e Ressurreição do Salvador são acessíveis à nossa fé e sensíveis ao coração. E graças à capacidade que nos foi dada de percebermos a luz espiritual da verdade Divina, somos convictos de que o Filho Encarnado de Deus em verdade morreu voluntariamente na Cruz para a purificação dos nossos pecados e ressuscitou para nos dar a vida eterna. Sobre esta convicção está baseada toda nossa concepção religiosa.
Agora, resumindo, vamos nos recordar dos principais acontecimentos ligados à Ressurreição do Salvador. Conforme narram os evangelistas, Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na Cruz na Sexta-feira, perto das 3 horas após o almoço, na véspera da páscoa hebraica. Naquela mesma noite, José de Arimatéia, um homem rico e honrado, juntamente com Nicodemus tiraram o corpo de Cristo da Cruz, ungiram-No com substâncias aromáticas, envolveram com linho (Sudário), conforme as tradições judaicas e sepultaram numa gruta de pedra. Essa gruta foi cortada por José para seu próprio sepultamento, mas por amor a Jesus cedeu-a. A referida gruta encontra-se no jardim de José, perto de Golgotá, onde Cristo foi crucificado. José e Nicodemus eram membros de Sanedrion (a corte suprema judaica) e ao mesmo tempo eram discípulos secretos de Cristo. A entrada da gruta, onde eles sepultaram o corpo de Jesus, foi fechada com uma enorme pedra. O sepultamento foi feito rapidamente e não conforme as leis, pois nessa noite iniciava-se a celebração da páscoa hebraica.
A despeito da celebração no Sábado de manhã, os sacerdotes e escrivães foram até Pilatos e pediram sua autorização para colocar soldados romanos para guardarem o túmulo. Foi colocado um lacre na pedra que fechava a entrada do sepulcro. Tudo isto foi feito como precaução, pois eles se lembraram das predições de Jesus Cristo, que Ele ressuscitaria no terceiro dia de sua morte.
Onde esteve o Senhor e Sua alma após Sua morte? Conforme a crença da Igreja, Ele desceu ao inferno junto com Seu sermão salvador e retirou de lá aqueles que acreditavam Nele .
No terceiro dia após Sua morte, no Domingo, de manhã cedo, quando ainda estava escuro e os guardas se encontravam em seu posto na sepultura lacrada, o Senhor Jesus Cristo Ressuscitou dos mortos. O mistério da Ressurreição, assim como o mistério da encarnação, - são inconcebíveis. Com a frágil mente humana, nós entendemos esse acontecimento da seguinte maneira: que no momento da Ressurreição a alma do Filho de Deus voltou ao Seu corpo, e em conseqüência o corpo reviveu e ficou imortal, vivificado e espiritualizado. Depois disto, o Cristo ressuscitado deixou a caverna sem derrubar a pedra e sem violar o lacre. Os guardas não viram o que aconteceu na caverna, e após a Ressurreição de Cristo continuavam vigiando o túmulo vazio. Em seguida aconteceu um terremoto, e então um Anjo de Deus desceu do céu, afastou a pedra da entrada do túmulo e sentou-se sobre ela. Ele tinha a aparência de um raio e sua roupa era alva como a neve. Os guardas, assustados com o Anjo, fugiram.
Nem as esposas dos produtores de mirra, nem os discípulos de Cristo, sabiam de nada do acontecido. Como o sepultamento de Cristo foi feito rapidamente, as esposas dos produtores de mirra combinaram que iriam ao túmulo no dia seguinte ao dos festejos da páscoa hebraica, ou seja, no Domingo, e terminariam a unção do corpo do Salvador com aromas e bálsamos. Elas inclusive não tinham conhecimento dos guardas romanos nem do selo. Quando a aurora começava a surgir, Maria Madalena, "outra" Maria, Salomé e algumas outras mulheres honradas foram até o túmulo levando a mirra perfumada. Pelo caminho, elas refletiam perplexas: "Quem irá retirar a pedra do túmulo?" - pois, conforme explica o Evangelho, a pedra era imensa. A primeira que se aproximou do sepulcro foi Maria Madalena. Vendo a sepultura vazia, ela correu para trás até aos discípulos Pedro e João e contou-lhes a respeito do desaparecimento do corpo do Mestre. Um pouco mais tarde chegaram ao túmulo outras portadoras de mirra. Elas viram um jovem vestido de branco sentado do lado direito do túmulo, o qual lhes disse: "Não se assustem, posto que sei que vocês procuram pelo Cristo crucificado. Ele Ressuscitou. Andem e digam aos discípulos Dele que eles O verão na Galiléia." Emocionadas com a notícia inesperada, elas apressaram-se para ir ter com os discípulos.
Entretanto os Apóstolos Pedro e João, tendo ouvido de Maria sobre o acontecido, vieram correndo à caverna: Porém, tendo encontrado ali apenas a mortalha e o tecido o qual estava na cabeça dé Jesus, voltaram perplexos para casa. Depois disso Maria Madalena voltou ao local do sepultamento de Cristo e começou a chorar. Nesse momento ela viu na sepultura dois Anjos vestidos de branco, os quais estavam sentados - um à cabeceira, outro aos pés, de onde estivere deitado o corpo de Jesus. Os Anjos perguntaram-lhe: "Por que você está chorando?." Após ter respondido aos Anjos, Maria voltou-se e viu Jesus Cristo, mas não o reconheceu. Pensando que se tratava de um jardineiro, ela perguntou: "Meu senhor, se você O retirou (Jesus Cristo) então diga onde O colocou e eu O pegarei." Então, o Senhor disse para ela: "Maria!." Ao ouvir a voz conhecida e tendo se voltado para Ele, ela reconheceu a Cristo e gritou: "Mestre" e jogou-se a Seus pés. Mas o Senhor não permitiu que ela O tocasse, mas ordenou que fosse ter com os discípulos e lhes contasse sobre o milagre da Ressurreição.
Nessa mesma manhã os guardas chegaram até aos sumo-sacerdotes e lhes relataram a respeito da aparição do Anjo e da sepultura vazia. Essa notícia deixou as autoridades judaicas muito agitadas: Cumpriram-se seus pressentimentos inquietantes. Agora para eles antes de mais nada, era necessário preocupar-se para que o povo não acreditasse na Ressurreição de Cristo. Tendo reunido o conselho, eles deram muito dinheiro aos soldados ordenando que propagassem e espalhassem o rumor dizendo que os discípulos de Jesus à noite, na hora em que os guardas dormiam, roubaram Seu corpo. Assim fizeram todos os guardas, e o boato sobre o roubo do corpo do Salvador se manteve por longo tempo entre o povo, e até hoje é chamado o dicha mentira.
No primeiro dia de Sua Ressurreição, o Senhor apareceu algumas vezes aos seus discípulos, os quais se escondiam individualmente ou em pequenos grupos em diversos lugares de Jerusalém. De acordo com as tradições da Igreja, Cristo primeiramente apareceu à Sua Mãe e com isto consolou Sua aflição materna. Depois, o Senhor apareceu às outras esposas dos feitores de mirra, lhes dizendo: "Alegrem-se!" Elas, por sua vez, se apressaram em dividir esta alegria com outros Apóstolos. Nesse mesmo dia o Senhor apareceu ainda para o Apóstolo Pedro e a dois discípulos - Lucas e Cléofas que estavam a caminho de Emaús. À noite Ele apareceu para todos os Apóstolos, os quais estavam reunidos para condenar os boatos sobre Sua Ressurreição. Com medo dos judeus, eles se trancaram em uma das casas de Jerusalém (pela tradição na sala onde aconteceu a Santa Ceia e onde sete semanas após a Páscoa o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos).
Depois de uma semana, o Senhor novamente apareceu aos Apóstolos, incluindo Tomé, o qual estava ausente na primeira aparição do Salvador. Para dispersar as dúvidas de Tomé a respeito de Sua Ressurreição, o Senhor permitiu que ele tocasse Suas chagas, e Tomé, agora convencido, caiu aos Seus pés, exclamando: "Meu Senhor e meu Deus!" Conforme narram os evangelistas, durante o período de quarenta dias após Sua Ressurreição, o Senhor ainda apareceu algumas vezes aos Apóstolos, conversou com eles e dava-lhes as últimas instruções. Um pouco antes da Sua Ascensão o Senhor apareceu para mais de cinqüenta crentes.
No quadragésimo dia após Sua Ressurreição o Senhor Jesus Cristo, na presença dos Apóstolos subiu aos céus e desde então Ele está sentado à "direita" de Seu pai. Os Apóstolos, encorajados com a Ressurreição do Salvador e Sua gloriosa Ascensão, voltaram à Jerusalém para aguardar a descida do Espírito Santo sobre eles, conforme lhes prometeu o Senhor.
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| Padre Eduardo Malaspina lança livro sobre a vida de São Nicolau de Flüe |
| 15/3/2010 |
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Pe Eduardo Malaspina
Quando se ouve uma história com tanta piedade e devoção, imagina-se logo tratar da vida de um padre ou religioso. No caso de Nicolau não foi assim; Deus o chamou primeiro à realização através da constituição de uma família. A ele reservou uma mulher de grandes virtudes: Dorotéia, que com ele constitui família e o fez pai de dez filhos.
Excelente pai de família Nicolau educou os filhos na fé e na virtude da oração e do trabalho. Homem santo, que em sua vida trouxe uma história de piedade, devoção, amor ao próximo e essencialmente a Deus.
Homem de oração, cujo centro de sua vida foi a Eucaristia, único alimento que recebera nos anos que viveu como eremita.
Meu Senhor e meu Deus, tirai de mim tudo quantoPossa afastar-me de Vós!Meu Senhor e meu Deus, concedei-me tudo quantoPossa atrair-me a Vós!Meu Senhor e meu Deus, tomai-me todo e fazei-me Inteiramente Vosso!
Oração que em sua essência traduz a história daquele que escolheu viver em Deus, por Deus e para Deus.
Uma de suas frases marcantes: "... a obediência é a maior honra no céu e na Terra, por isso, deveis aspirar serem obedientes uns aos outros. ... a paz está sempre com Deus, porque Deus é a paz." - A paz não se pode ordenar. É um presente. Os conflitos só podem ser resolvidos com pleno respeito mútuo. Não há paz sem justiça. Por isso, a paz apela ao mais profundo das pessoas e pede o nosso maior esforço. Finalmente, a paz se baseia no "ser unido", no ser uno com Deus.
São Nicolau de Flüe, O divino no humano... O eterno no tempo. A mais nova obra do Pe. Eduardo Malaspina que amparado pelo magistério da Igreja Católica reverencia e homenageia aquele que tem nos ensinado e conduzido ao caminho da adoração, da Eucaristia, da santidade. Fiel intercessor junto a Deus Pai, soube viver “Em tudo, por Tudo, em todos”. São Nicolau de Flüe.
Fonte: Assessoria de Imprensa Pe Eduardo Malaspina |
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| Por que se confessar com um padre? |
| 13/3/2010 |
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Cada pecado é um ato de orgulho e desobediência
ACUSAÇÃO: “Quem pode perdoar os pecados senão Deus? ” (Mc 2,7).
RESPOSTA : Quem negava a Jesus o poder de perdoar os pecados e até O tachava de blasfemador eram os orgulhosos escribas. Jesus, porém, lhes respondeu: “Para que saibais que o Filho do homem tem na terra o poder de perdoar os pecados […]” (Mc 2,10) e curou o paralítico, que foi perdoado à vista deles.
Esse poder de perdoar os pecados, o Senhor o confiou aos homens pecadores, aos Apóstolos e a seus legítimos sucessores, no dia mais solene: na Ressurreição quando lhes apareceu e disse: “Assim como o pai me enviou, também eu vos envio a vós. Tendo dito estas palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Àquele a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,21-23).
Não resta dúvida de que o sopro de Cristo ressuscitado e as palavras: “Recebei o (dom do) Espírito Santo […]” expressam claramente que os Apóstolos não obtiveram o poder de perdoar os pecados em virtude de sua santidade ou impecabilidade, mas como um dom especial, merecido por Cristo e a eles conferido em favor das almas, remidas pelo sangue derramado na cruz. Daí dizer: “Eu não me confesso com os padres, porque eles também são pecadores” demonstra igual insensatez ao se afirmar: “Eu não vou, com minha doença, procurar conselho e remédio dos médicos, porque eles também ficam doentes”.
Por isso, os católicos, mesmo que sejam, cardeais e reis, dobram humildemente suas cabeças diante de tão claras palavras de Jesus e confessam seus pecados diante dum simples sacerdote, para receber o perdão de Deus. Os outros crentes, porém, preferem ignorar essas palavras de Cristo e desprezar o grande dom do Senhor no sacramento da penitência. Para motivar esse procedimento, procuram na Bíblia vários textos no sentido: “Convertei-vos… fazei penitência… arrependei-vos, para que vossos pecados sejam perdoados,… para que sejais salvos”.
Ninguém duvida de que o sincero arrependimento dos pecados, com firme propósito de não pecar mais, e a satisfação feita a Deus e aos prejudicados, eram no Antigo Testamento condições necessárias e suficientes para obter perdão do Altíssimo. O mesmo vale ainda hoje para todos os que desconhecem a Jesus e o Evangelho, para os que não têm nenhuma ocasião de se confessar; são ainda condições necessárias para obter perdão na boa confissão. Mas quem no seu orgulho não acredita na veracidade e obrigatoriedade das palavras de Cristo Ressuscitado, com as quais Ele instituiu o sacramento da penitência, e por isso não quer se confessar, dificilmente receberá perdão!
Cada pecado é um ato de orgulho e de desobediência contra Deus. Por isso “Cristo se humilhou e tornou-se obediente até a morte na cruz” (Fl 2,8) para expiar o orgulho e a desobediência dos nossos pecados e nos merecer o perdão. Por essa razão, Ele exige de nós confissão sacramental, na qual confessamos os nossos pecados diante do Seu representante, legitimamente ordenado. Conforme a Sua promessa: “Pois todo o que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Lc 18,14).
Alguns “crentes” aliciam os católicos para sua crença, com a promessa de que, depois do batismo (pela imersão), estes estarão livres de qualquer pecado e nem poderão mais pecar! (Conseqüentemente, não precisarão mais de nenhuma confissão). Apóiam essa afirmação nas palavras bíblicas de I Jo 3, 6 e 9 “Quem permanece NEle não peca; quem peca não O viu, nem O conheceu” e “Todo aquele que é gerado por Deus, não comete pecado, porque nele permanece o germe divino” (a graça santificante).
Em resposta, lembro o princípio bíblico de que entre as verdades bíblicas, reveladas por Deus, não pode haver contradições. Por isso, as palavras menos claras devem ser esclarecidas por palavras mais claras ou pela autoridade estabelecida por Deus (Magistério da Igreja). Ora, o próprio apóstolo escreve em (I Jo 1,8-10): “Se dizemos que não temos pecado algum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda a iniquidade. Se pensamos não ter pecado, nós O declaramos mentiroso e a sua palavra não está em nós”.
Por isso, a Tradição Apostólica interpreta as palavras de I Jo 3,9: “Todo aquele que é gerado por Deus não peca” no sentido de “não deve pecar gravemente”, já que possuindo a graça de Deus, tem suficiente força para vencer as tentações. Enquanto as claras palavras em I Jo 1,8-10 falam dos pecados leves – veniais; sendo somente Maria Imaculada livre de qualquer mancha do pecado original e pessoal, em previsão dos méritos antecipados de Jesus Cristo que a escolheu por sua Mãe. Portanto, todos os homens adultos necessitam de Misericórdia Divina; e os sinceros seguidores da Bíblia receberam-na, agradecidos, no sacramento da confissão. |
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| Papa pede que padres usem a internet para evangelizar |
| 12/3/2010 |
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Papa diz que a Igreja entrou em uma nova era e pede a padres que usem a internet
O papa Bento XVI anunciou em sua mensagem destinada ao 44º Dia das Comunicações, o início de “uma nova era” para a Evangelização, que exigirá dos padres uma presença maior na internet.
No texto, divulgado , Bento XVI convida a Igreja a acompanhar a internet com entusiasmo e audácia, e lança como desafio aos sacerdotes a necessidade de se utilizar as redes sociais para levar “a Palavra de Deus” ao “grande continente digital”.
“O desenvolvimento das novas tecnologias e, na sua dimensão complexa, todo o mundo digital representam um grande recurso para a humanidade”, diz o Papa em seu texto. Um espaço que deve ser utilizado também para demonstrar que “a terna atenção de Deus em Cristo para nós não é uma coisa do passado e nem uma teoria erudita, mas uma realidade concreta e atual”, continua.
Hoje, os sacerdotes estão no “início de uma nova história” e devem ser os “animadores” da “comunidade que se expressa agora por meio das tantas vozes presentes no mundo digital”, devem oferecer aos homens que vivem neste “tempo digital”, principalmente aos jovens e também aos que não-crentes, “os sinais necessários para reconhecer o Senhor”, orienta o Pontífice.
Segundo explicou o presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, ao apresentar o texto, o Papa tem uma visão “positiva” e não “ingênua” dos meios de comunicação, como alguns veículos chegaram a cogitar.
No ciberespaço, o Pontífice deverá abordar questões gerais, como a segurança dos menores na rede, a coordenação de assuntos relacionados à Igreja e aos meios de comunicação.
A mensagem do Papa sobre as mídias é divulgada todos os anos junto à festa de São Francisco de Sales, o padroeiro dos jornalistas. A celebração é festejada todo dia 24 de janeiro.
O 44º Dia Mundial das Comunicações acontecerá em 16 de maio, sob o tema: “O padre e a pastoral no mundo: as novas mídias a serviço da Palavra de Deus”. |
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| Amanhã sexta-feira dia 12 de Março às 19h30 haverá confissão na Paróquia São Nicolau de FLüe |
| 11/3/2010 |
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Neste tempo da quaresma somos chamados à conversão, e a confissão é o primeiro passo para buscarmos o perdão a Deus e a Igreja.
A confissão, também é conhecida como Sacramento da conversão ou Sacramento da Penitencia, é o próprio Jesus que nos convida a despojar do homem velho e revestir do homem novo, a caminharmos de volta ao Pai, do qual nos afastamos pelo pecado.
Muitos, ainda, pensam que podem confessar-se diretamente com Deus, sem precisar do intermédio dos sacerdotes. De fato, é Deus quem perdoa os pecados, só Ele tem poder para esquecer nossas faltas, só Nele há misericórdia capaz de nos purificar de nossas imundícies, de transformar o nosso coração de pedra num coração de carne – (Ez 36,25-28).
Entretanto, foi a vontade Dele que o perdão Divino fosse confiado como autoridade e como serviço à Igreja na pessoa dos sacerdotes – “Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,23). Portanto, os sacerdotes são instrumentos da misericórdia Divina.
E para fazermos uma boa confissão, seguiremos cinco passos, primeiro, é necessário iniciar com um exame de consciência, depois arrepender-se das faltas cometidas, comprometendo-se a mudar de vida, confessar os pecados e cumprir com a “penitência,” ou seja, concretizar o arrependimento transformando-o em ação.
Vale ressaltar, que confessar alguns pecados e omitir outros, é mesmo que não confessar, já que demonstra falta de arrependimento e de confiança em Deus, diferente dos pecados que foram esquecidos, onde os mesmos serão perdoados junto com os que foram confessados.
A confissão além do perdão nos dá a graça de tornamos mais fortes e perseverantes. Assim quanto mais consciente é a confissão mais ela terá proveito para nós.
Um dia Santa Teresa viu muitas almas caindo no inferno. Ela perguntou a Jesus por que aquelas almas caíam no inferno. Jesus respondeu: "Por causa das confissões mal feitas". Então Santa Teresa escreveu logo a um padre: "Padre, pregue muitas vezes contra as confissões mal feitas, porque é esse o laço do demônio para pegar as almas".
Aproveitemos irmãos e irmãs, esse tempo de purificação e procuremos a Confissão para podermos assim nos aproximar mais dignamente do Sacramento da Eucaristia.
Haverá confissão Sexta-feira dia 12 de Março às 19h30 na Paróquia São Nicolau de Flüe. Maiores informações pelo telefone:(16)3307.8587 |
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| Partilhar o que temos |
| 11/3/2010 |
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"Deixarmo-nos trabalhar pela sede de Deus não nos desliga das preocupações do mundo que temos à nossa volta. Pelo contrário, esta sede leva-nos a fazer o impossível para que outras pessoas possam tirar proveito dos bens da Criação e encontrem uma alegria de viver.
Fazer uma escolha dos nossos desejos, aceitarmos não ter tudo, leva-nos a não monopolizarmos as riquezas para nós próprios. Santo Ambrósio já dizia no século IV: «Não são os teus bens que distribuis ao pobre, apenas lhe dás o que lhe pertence.»
Aprender a não termos tudo preserva-nos do isolamento. As facilidades materiais levam muitas pessoas a fecharem-se sobre si mesmas, descurando as verdadeiras formas de comunicação. Bastaria muito pouco para que as coisas não fossem assim.
Há muitas iniciativas de partilha que estão ao nosso alcance: desenvolver redes de entreajuda; favorecer uma economia solidária; acolher os imigrantes; viajar para compreender por dentro outras culturas e outras situações humanas; promover geminações de cidades, de vilas, de paróquias, para ajudar aqueles que precisam de auxílio; utilizar bem as novas tecnologias para criar laços de apoio...
Permaneçamos atentos para não nos deixarmos invadir por uma visão pessimista do futuro, focando-nos nas más notícias. A guerra não é inevitável. O respeito pelos outros é um bem inestimável para prepararmos a paz. As fronteiras dos países mais ricos devem poder abrir-se mais. É possível haver mais justiça na terra. As análises e os apelos com vista a promover a justiça e a paz não faltam. O que falta é a motivação necessária para perseverar para lá das boas intenções." |
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| Conheça o livro do Pe Eduardo Malaspina"São Nicolau de Flüe"O divino no humano o eterno no tempo |
| 11/3/2010 |
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A venda na secretaria da sua Paróquia e nas livrarias! maiores informações pelo telefone:(16) 3376.2364 |
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| Vocação - uma flor a ser cultivada |
| 10/3/2010 |
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Antes de qualquer reflexão, é necessário que saibamos o que significa a palavra vocação. A palavra vocação vem do latim vocare que significa chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra à fazer algo, à alguma coisa. Antigamente este termo significava qualquer espécie de aptidão. Por exemplo: aptidão para medicina, música, artes, etc.. Depois ele foi adquirindo um significado religioso passando a designar o chamado de Deus.
Vocação sempre indica um chamado. E quem chama sempre deseja alguma resposta da pessoa a quem chama. Deus não age de forma diferente. Só que, ao chamar, Deus, antes de pedir Ele dá. Deus chamando o homem lhe dá a vida, a existência, e com a vida, dá-lhe também a liberdade.
Depois de ter chamado o homem para a vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Deus deseja fazer no mundo através do homem. Deus não quer mais agir sozinho. Por isso, quando Deus chama, Ele chama para pedir alguma coisa, confiar alguma missão. O chamado de Deus é sempre um desafio:
1. Ao sermos chamados à vida, nos comprometemos a cumprir uma determinada missão que todos os outros possam viver bem.
2. Ao sermos chamados à fé, pelo batismo, nos comprometemos a seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e a colaborar com os homens na busca da verdade e do bem vivendo como irmãos.
3. Ao sermos chamados a qualquer estado de vida (sacerdotal, religiosa, matrimonial) assumimos um compromisso específico com a comunidade humana, de ajudá-la a encontrar a felicidade.
Para que isso aconteça é indispensável que cada um faça desabrochar e fortificar a vocação que está em seu interior (Mt 25,14-30). As capacidades e dons que temos devem estar voltados para as necessidades dos outros. Quanto mais o homem está voltado para o outro, mais realizado e feliz será. O verdadeiro amor é o que busca a felicidade do outro e não a própria. Podemos dizer que, vocação é a oferta divina que exige uma resposta e um compromisso com Deus. Nesta definição percebemos três aspectos:
1. oferta (chamado) de Deus; 2. resposta do homem; 3. compromisso com Deus e com o irmão
A resposta do homem deve ser constantemente reassumida. É no dia-a-dia que se deve ir fazendo caminho e assumindo os riscos do nosso SIM. Vocação é descoberta do próprio ser pessoal. Todo homem é chamado a aperfeiçoar a bondade que existe, em germe, em seu interior, a descobrir a sua vocação, a construir um mundo fraterno onde haja sol para todos, vida para todos. A vida não é feita só de momentos claros, nos quais se percebe perfeitamente a vontade de Deus. Muitas vezes é necessário seguir por caminhos escuros e até incomuns. Muitos devem lutar duramente para seguir sua vocação. "A Palavra de Deus não dispensa ninguém de pensar, de tatear, de buscar, de tomar decisões". Vocação é convite pessoal que Deus dirige a cada um. Cada ser humano tem algo de pessoal, e uma maneira pessoal de realizá-lo. Ao descobrir sua vocação, o homem está se descobrindo a si mesmo. Daí a necessidade de permanecer atento a tudo, para perceber sua própria vocação.
Seguir uma vocação é buscar incansavelmente uma resposta aos próprios anseios.
Todo homem é chamado a decidir-se, a assumir os valores descobertos em si e não poupar esforços para alcançar os objetivos propostos.
Nossa vocação é como uma flor que precisa ser cultivada. Quando cuidada é um presente para o mundo e bela de ser contemplada. Como você tem cuidado de sua vocação? Seja ela qual for: matrimonial, sacerdotal, consagrada, celibatária? Como você tem cuidado dela? |
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| A Igreja celebra hoje São Domingos Sávio |
| 9/3/2010 |
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O santo de hoje vivieu o lema “Antes morrer do que pecar”.
Nascido em Turim, na Itália, no ano de 1842, Domingos conheceu muito cedo Dom Bosco e participou do Oratório – lugar de formação integral - onde seu coração se apaixonou por Jesus e Nossa Senhora Auxiliadora.
Pequeno na estatura, mas gigante na busca de corresponder a vocação a santidade, foi um ícone da alegria de ser santo. Um jovem comum, que buscava cumprir os seus deveres e amava a vida de oração.
Com a saúde fragilizada, faleceu com apenas 15 anos.
São Domingos Sávio, rogai por nós. |
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| Origem do Dia Internacional da Mulher |
| 8/3/2010 |
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O dia 8 de Março é, desde 1975, comemorado pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas.
Em 1903, profissionais liberais norte-americanas criaram a Womens Trade Union League. Esta associação tinha como principal objetivo ajudar todas as trabalhadoras a exigirem melhores condições de trabalho.
Em 1908, mais de 14 mil mulheres marcharam nas ruas de Nova Iorque: reivindicaram o mesmo que as operárias no ano de 1857, bem como o direito de voto. Caminhavam com o slogan "Pão e Rosas", em que o pão simbolizava a estabilidade econômica e as rosas uma melhor qualidade de vida.
Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". |
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| A Paciência |
| 6/3/2010 |
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.A vitória é fruto de um trajeto de espera, de paciência e de certezas. É uma via de alegrias e tristezas, de ânimos, desânimos, mas que não pára por isto. Uma força positiva se faz sempre presente, não deixando que tudo termine antes da hora.
Assim acontece na quaresma, num caminho de paciência e de conversão, na espera da inauguração do Reino proposto por Deus. Em sintonia com a Campanha da Fraternidade, esse Reino é constituído pela prática de uma economia de solidariedade. O mundo é chamado a cuidar da natureza, a valorizar a vida como o bem mais precioso. Isto só acontece quando temos em mente o verdadeiro sentido e valor da pessoa humana, que deve ser preservada como imagem e semelhança do Criador.
Não podemos eliminar a vida só porque ela é improdutiva, ou porque vive na situação de sofrimento. A atitude deve ser de solidariedade e paciência, levando em conta que “quem pensa estar de fé tome cuidado para não cair”.
No mundo, ninguém é melhor do que o outro. Todos nós devemos produzir frutos bons, cada um dentro de suas condições, mesmo levando consigo alguns traços de egoísmo e de falta de amor. É por isto que na quaresma se diz que “todos devemos converter-nos sempre”.
A celebração da Páscoa exige de nós pureza de coração e eliminação do orgulho, ambição, inveja, exploração, intenções ambíguas, traição e tudo aquilo que mancha nosso ser é o nosso fazer. É realmente um caminho paciente de purificação do coração.
Nem sempre somos tão pacientes como acontece com a ação de Deus na História da Salvação. Temos em nós a presença do trigo e do joio, atitudes boas e más. O tempo é de purificação e de luta pela realização daquilo que gera e promove a vida.
Fonte: CNBB |
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| Jesus é aquele que tira a divisão do mundo |
| 3/3/2010 |
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O pecado, origem da divisão
Qualquer um de nós experimenta dentro de si e em sua vida pessoal uma divisão que não nos deixa ser felizes.
São muitas as ocasiões nas quais queremos amar, dar espaço ao outro, sofrer com o irmão, escutar a pessoa necessitada, especialmente nas relações com aqueles que nos rodeiam e estão mais próximos, o que se dá no matrimônio, na família, no local de trabalho, no centro de estudos ou em casa.
Em todos nós se produz esta luta interna que não nos deixa viver em paz e que antecede às divisões externas que hoje contemplamos nas lutas entre os poderosos deste mundo. Não podemos enganar-nos: o homem realmente quer fazer o bem e todas as suas ações são orientadas para a consecução da sua realização plena. Porque Deus criou o homem a sua imagem e semelhança, o homem tem o amor dentro de si, não se busca a si mesmo, pelo contrário, se disponibiliza a perder-se a si mesmo em favor do outro.
No entanto, o fato é que o homem se depara diante da sua incapacidade, porque justamente, sabendo que se realiza na medida em que renuncia a si mesmo para doar-se totalmente ao próximo no amor livre e gratuito, há uma força dentro dele que o impede de viver aberto para Deus e para os irmãos: o pecado. Se o amor nos faz ser dom para Deus e para o nosso irmão, o pecado é justamente a força que produz no homem a ruptura interior com Deus, e consequentemente consigo mesmo e com os outros homens. Pecar significa fazer experiência do mal, isto é, desviar-nos do caminho traçado por Deus para sermos livres e felizes conforme a sua vontade amorosa.
Porque nós fomos criados por Deus, por e para o amor, a nossa vida e o nosso existir só terão sentido na medida em que amemos na dimensão em que Ele nos amou: até o extremo de morrer na cruz. Porque esta é a verdade do amor: só tem verdadeiro amor aquele que ama morrendo a si mesmo para que o outro, sendo livre e com a sua forma de ser, receba a vida. O amor é a única força capaz de transformar o pecador em santo, o ódio em perdão, a tristeza em alegria. Qual é a mãe que deseja que o seu filho morra de câncer ou assassinado? Pois nisso consiste o amor que Deus tem e sente por cada um de nós. É preciso que o homem se depare e deteste suas misérias para que Deus possa fazer-lhe enxergar o caminho que inicia no alto da Cruz, lugar esse que o Senhor se entregou por inteiro, que as coisas todas se fizeram novas, e se restaurou a unidade primordial da criação, sobretudo do homem com Deus, com o próximo e consigo mesmo. |
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| Sorteados da Campanha premiada da Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 1/3/2010 |
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Estimado Colaborador
Um coração generoso é aquele que dá sem reservas e sem interesses, aquele que se deixa tocar pela providência e tem a ousadia de viver o “dai e vos será dado”. Deus nos deu a graça de ter entre nós pessoas como você que não só acredita na evangelização, mas que deixou-se tocar por Ele e abraçou conosco mais um desafio, desta vez o de dar continuidade as obras da Igreja Matriz de São Nicolau. Creia, além de colaborar, você está fazendo parte da história da nossa paróquia. Todos que por aqui passarem estarão rezando por você e por toda a sua família. Deus lhes pague pela generosidade e largueza do seu coração. Nas coisas da fé e nas causas do Reino, estaremos diariamente unidos. Um abraço amigo e fraterno,
Pe Eduardo Malaspina Pároco
Colaboradores sorteados:
SETEMBRO: Sorteio: 26/09/09 / Carnê: 391 – 891/ Milvia Laís Marrara Ranciaro Prêmio: R$ 1.000,00
OUTUBRO Sorteio: 31/10/2009 Carnê: 074 – 574 / Carlos Eduardo Gomes Prêmio: R$ 1.000,00
NOVEMBRO: Sorteio: 28/11/2009 / Carnê: 405 – 905: Ana Cecília Passucci Prêmio R$1.000,00
DEZEMBRO: Sorteio: 26/12/2009 / Carnê: 473 – 973: Marciel Rodrigo Brandão Prêmio R$1.000,00
JANEIRO: Sorteio:30/01/2010 / Carnê: 112 - 612: Padre Eduardo Malaspina Prêmio R$1.000,00
FEVEREIRO: Sorteio:27/02/2010/ Carnê: 109- 609: Maria José de Lima Martins Prêmio R$ 1.000,00 |
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| Ministério da Intercessão da Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 26/2/2010 |
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Ministério de Intercessão.
"A Intercessão é uma só oração de pedido que nos conforma perfeitamente com a oração de Jesus. Interceder é pedir, suplicar em favor de outro. Desde Abraão, é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus”. (Catecismo nº 2634,2635)
A palavra INTERCESSÃO, em si, quer dizer: a ação de “por-se entre”. O intercessor é aquele que se engaja numa batalha espiritual em favor das necessidades de alguém, de algum grupo, família, país, paróquia.
O DEVER DO INTERCESSOR
O dever de orar sempre e sem cessar - Orar deve ser uma prática que, de tão necessária torne-se um estilo de vida e não só orarmos porque precisamos. Nós devemos chegar a um nível com Deus que não seja só por interesses, mas muito mais por amor e anseio da nossa alma em tê-lo cada dia mais. No (Sl 42) Davi fala sobre a necessidade de intimidade com Deus; assim como a corça anseia pelas águas, assim anseia meu coração por ti ó Deus. Dele temos todas as coisas e sem Ele nada somos e nada temos.
Ministério de Intercessão. |
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| A Pastoral do Dízimo da Paróquia São Nicolau de Flüe ,propõe a vocês as Obras de Misericórdia ! |
| 25/2/2010 |
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"Dai de Beber a quem tem Sede"
Todo aquele que der ainda que seja somente água fresca a um destes pequeninos,porque é meu discípulo,em verdade eu vos digo:Não perderá sua recompensa."(Mt 10,42)
Tal como a corsa que suspira pelas fontes da águas,assim minha alma tem sede do senhor,do Deus vivo.(Sl 41,2)
Não acredito que haja dentro de nós alguém que tenha negado um copo de água quem quer que fosse.Dar de beber a quem tem sede pode,de início,parecer a mais simples obras demisericórdia.Será? Ha quem se redimensionar essa proposta de Deus.Na maioria do território brasileiro somos agraciados pela abundância de manaciais de água doce.Outras regiões,porém,padecem pela falta dela.Despreocupados,nos esquecemos que a água é um recurso natural limitado.De toda água do planeta,apenas 2% é doce. Cada vez que despercimas,seja na lavagem do carro,nos banhos demorados em nossos chuveiros,ou na torneira aberta desnecessariamente na cozinha,estamos determinando a falta de água para milhares,talvez milhões de pessoas.O Assoreamento e a poluição dos rios condenam a humanidade à morte.Uma morte lenta. Podemos oferecer um copo de água a quem quer que seja e isso será uma prática de generosidade e acolhida bem vinda as virtudes de santidade.Porém,quando a desperdiçamos fazemos parte dessa destruição.O mundo tem sede de Deus.Somos chamados a sermos leitos da graça aos sequiosos do amor divino.Desejar ser canal da graça é ao mesmo tempo não se tornar responsável pela natureza,é contradição. A prática o dízimo desperta a conciência comunitária.
Seja você também um agente da paz e da justiça e que a igreja seja sempre porto seguro aos que estão a deriva no oceano da vida. Seja voz daqueles que a perderam devico às injustiças.
"Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça,porque serão saciaodos" (Mt 5,6)
Crie você, em sua casa, meios e regras de preservação e economia: Estipule tempo para os banhos; feche torneiras e evite lavar calçadas com água tratada; varra o chão antes de lavá-lo
.Pastoral do Dízimo da Paróquia São Nicolau de Flüe.
Seja um Dízimista,procure pela nossa Equipe de plantão da Pastoral do Dízimo em todas as missas !
Terças-feiras às 19h15 Quartas-feiras às 19h15 Quintas-feiras Sos Oração às 19h30 Sextas-feiras às 19h15 Sábados às 19h15 Domingos às 8h, 10h e 19h
Postado por: Marcia Figueiredo Liani |
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| Inicia-se hoje em nossa Paróquia a Via Sacra (meditar na paixão, morte e ressurreição de Cristo) |
| 24/2/2010 |
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Hoje 24/02 às 19h30, inicia-se a Via sacra na Paróquia São Nicolau de Flüe, saída de frente a Paróquia.
O QUE É A VIA SACRA?
A Via Sacra é uma oração que tem como objectivo meditar na paixão, morte e ressurreição de Cristo. É o reviver dos últimos momentos da sua vida na Terra. São 15 estações, que nos ajudam a percorrer um caminho espiritual e a compreender melhor a pessoa de Jesus e o amor que teve por nós ao ponto de se deixar matar, sofrendo muito, para que todos nós aprendêssemos o que é verdadeiramente amar.
REALIZAÇÃO DA VIA SACRA
A pessoa que preside à celebração, lê a frase que está marcada com V/
Quando são todos a responder, a frase está marcada com R/
Todos os textos restantes, devem ser distribuídos antes de começar a celebração.
A celebração da Via Sacra pode ser feita dentro de uma Igreja, e o caminho é percorrido com uma cruz e duas velas que dão a volta à Igreja parando nas cruzes ou ícons que estão nos pilares ou paredes. É habitual haver 14 cruzes, de modo que a 15ª estação, a da Ressurreição, possa ser feita à frente do altar ou do Santíssimo.
A celebração da Via Sacra pode também ser feita em qualquer outro lugar, rua, montanha, praia, ... os lugares onde se pára, podem estar afastados de metros ou quilómetros (no caso de uma peregrinação a pé). Se possível, devem ser preparados antes, de modo a criar um ambiente de interiorização e evitar distracções durante a realização da via sacra.
Entre as estações pode rezar-se o Pai Nosso ou até uma dezena ou terço no caso de uma grande peregrinação a pé.
Também se podem intercalar cânticos em qualquer momento da via sacra.
Todas as estações têm uma estrutura esquemática semelhante, o que facilita a compreensão da celebração e permite adicionar cânticos ou outras orações.
À frente segue uma pessoa com a cruz, e duas pessoas cada uma com uma vela acesa ao lado da da cruz. Seguidos da pessoa que preside e depois por todas as outras pessoas.
Quando se lê a frase no início da estação "Nós vos adoramos e bendizemos ó Jesus", ajoelham-se todos e levantam-se após responderem "Que remistes o mundo pela vossa santa cruz".
Na estação em que Jesus morre na cruz, ajoelham-se todos no fim da leitura, por uns breves instantes; o que preside deve dar o exemplo.
APRESENTAÇÃO
ORAÇÃO INICIAL
PRIMEIRA ESTAÇÃO - Jesus é condenado à morte
SEGUNDA ESTAÇÃO - Jesus carrega a cruz
TERCEIRA ESTAÇÃO - Jesus cai pela primeira vez
QUARTA ESTAÇÃO - Jesus encontra sua Mãe
QUINTA ESTAÇÃO - Jesus é ajudado pelo Cireneu a levar a cruz
SEXTA ESTAÇÃO - Verónica limpa o rosto de Jesus
SÉTIMA ESTAÇÃO - Jesus cai pela segunda vez
OITAVA ESTAÇÃO - Jesus encontra as mulheres de Jerusalém
NONA ESTAÇÃO - Jesus cai pela terceira vez
DÉCIMA ESTAÇÃO - Jesus é despojado das suas vestes
DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO - Jesus é pregado na Cruz
DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO - Jesus morre na Cruz
DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO - Jesus é descido da Cruz
DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO - Jesus é depositado no sepulcro |
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| Ainda dá tempo de viver bem a Quaresma |
| 24/2/2010 |
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O Tempo da Quaresma, é uma oportunidade de preparação para a celebração solene do Tríduo Pascal: Quinta Feira Santa, Sexta Feira Santa e Sábado Santo. Convém recordar: este é um tempo penitencial que nos prepara para a mais alegre possível celebração pascal. Durante a Quaresma não se diz o Aleluia, os instrumentos musicais podem ser tocados somente para acompanhar os cantos, evite-se adornar as igrejas com flores. A Quaresma nos permiti aquela abertura de coração para penetrarmos com maior profundidade no Mistério do Ressuscitado, nosso Salvador. A Comunidade Coração Fiel vive com muita peidade e amor os tempos liturgicos da Igreja.
Queremos convidar você para fazer essa experiência durante o tempo que ainda temos de Quaresma, e seguir os passos do Jejum, Esmola, Oração.
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| VIVENDO A QUARESMA |
| 24/2/2010 |
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“Em nome de Cristo, suplicamos: reconciliem-se com Deus. Aquele que nada tinha a ver com o pecado, Deus o fez pecado por causa de nós, a fim de que por meio dele sejamos reabilitados por Deus. Visto que somos colaboradores de Deus, nós exortamos vocês para que não recebam a graça de Deus em vão. Pois Deus diz na Escritura: ‘Eu escutei você no tempo favorável, e no dia da salvação vim em seu auxílio’. É agora o momento favorável. É agora o dia da salvação” (2Coríntios 5, 20-6, 2).
O que é a Quaresma?
Do latim quadragesima, é o período de quarenta dias - da Quarta-feira de Cinzas até a Quinta-feira Santa - que antecedem a festa ápice do Cristianismo: A Ressurreição de Jesus Cristo.
Qual seu sentido?
É o período de preparação para a Páscoa, reservado para a reflexão, a conversão espiritual. O católico deve aproximar-se de Deus visando seu crescimento espiritual. É um momento voltado à reflexão, onde cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo. A Quaresma não tem sentido isolada da Páscoa. Na caminhada quaresmal não vamos ao encontro do nada ou da morte, mas caminhamos para a ressurreição do Senhor e nossa. Quaresma é, portanto, tempo de conversão e reconciliação com Deus e com as pessoas. “Rasguem o coração, e não as roupas! Voltem para Javé, o Deus de vocês, pois ele é piedade e compaixão, lento para a cólera e cheio de amor...” (Joel 2, 13).
Qual a origem da Quaresma?
As origens da Quaresma são antigas. Já no século IV se fala de quarentena penitencial. Antes disso, nos séculos II e III, costumava-se fazer alguns dias de jejum em preparação da Páscoa.
Qual o significado dos 40 dias?
O Número 40 é simbólico. Na Bíblia o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. A duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia: Quarenta dias do dilúvio, quarenta anos de peregrinação do povo judeu, quarenta dias de Moisés e Elias na montanha, quarenta dias de Jesus jejuando no deserto, entre outros. Esses períodos vêm antes de fatos importantes e mostram a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo nosso coração para o que há de vir.
O que fazer no tempo da Quaresma?
A Igreja propõe, por meio do Evangelho, três grandes linhas de ação: oração, penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em toda a sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus.
Quantos domingos tem a Quaresma?
A Quaresma possui cinco domingos, mais o Domingo de Ramos - início da Semana Santa. Durante toda a Quaresma a cor litúrgica é o roxo, um convite à conversão, à penitência e à fraternidade.
Por que não se canta o Aleluia?
O clima de Quaresma deve transparecer também na ausência do Aleluia e do Glória. Aleluia significa “Louvai Javé”, e é aclamação marcada pela alegria e pela festa. O Clima da Quaresma não combina com isso, pois não é tempo de festa. O Aleluia será uma explosão de alegria na Vigília Pascal. Também o Glória é omitido pelos mesmos motivos.
O que é a Via-Sacra e quando surgiu?
Nas quartas e sextas-feiras da Quaresma costuma-se fazer a Via-Sacra. A palavra significa “caminho sagrado”, e segue os passos de Jesus rumo à cruz. É um ato de piedade que se reza e se medita sobre 14 episódios da dolorosa sexta-feira santa. Tem início na primeira estação, onde Jesus é condenado à morte, até o sepultamento de Jesus. Ultimamente acrescentou-se a 15ª edição – a ressurreição de Jesus, pois a morte não o venceu ou derrotou. A prática de percorrer esse “caminho sagrado” é antiga. Fala-se dela no século IV e pelo que tudo indica, nasceu em Jerusalém. A partir do século XVII, as estações foram fixadas em 14.
O que acontece se Solenidades caem em um domingo da Quaresma?
Tomemos por referência a Festa de São José, dia 19 de março. A Norma estabelece que festas não prevalecem sobre os mistérios da nossa redenção. Portanto, quando 19 de março for um domingo da Quaresma, a solenidade de São José é transferida e celebrada no dia seguinte, segunda-feira.
O que é a Campanha da Fraternidade?
A caminhada da Quaresma é acompanhada pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo Cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário. É uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem na prática a transformação da sociedade a partir de um problema específico. É um sinal altamente positivo para chamar a atenção, denunciar, convocar à conversão e suscitar gestos concretos.
Quais os objetivos da Campanha da Fraternidade?
Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade; renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade mais justa e solidária.
Como começou a Campanha da Fraternidade?
O projeto de uma campanha de fraternidade que já existia regionalmente em Natal, no Rio Grande do Norte desde 1961, tornou-se nacional pela CNBB no dia 26 de dezembro de 1963 com uma resolução do Concílio Vaticano II. O Projeto realizou-se na Quaresma de 1964. Neste ano, aconteceu a primeira Campanha da Fraternidade com o Tema: “Igreja em Renovação”, e o lema: “Lembre-se que você também é Igreja”.
O que é a CNBB?
A CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – é a instituição permanente que congrega os Bispos da Igreja Católica no País. Foi fundada de 14 a 17 de outubro de 1952 por Dom Hélder Câmara e Dom Eugênio Araújo Sales. Com o clima criado pelo Concílio Vaticano II, estimulou-se a reestruturação da CNBB, promovendo a colegialidade entre os bispos. Todo ano, desde 1964, a CNBB promove a Campanha da Fraternidade, escolhendo temas que são sempre aspectos da realidade social, econômica e política do país. Desta forma, a CNBB, sendo a Igreja no Brasil, celebra a Quaresma em preparação à Páscoa com a Campanha da Fraternidade, dando ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor. Sem a CNBB, a história do Brasil teria sido escrita de forma bem diferente. Comprometida com a liberdade e a justiça, sempre se colocou ao lado dos oprimidos, chamando a atenção da sociedade e do governo para a realidade do País.
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| Pastoral familiar da Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 23/2/2010 |
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ORGANIZAÇÃO DA PASTORAL FAMILIAR
Um dos setores importantes da vida da Igreja é a Pastoral Familiar. Embora a realidade da família esteja presente em muitos campos da ação da Igreja, necessário se faz organizá-la, sem o que ela se dilui entre as outras pastorais e não conseguirá a eficácia que dela se espera.
Evidentemente a organização por si só não garante a concretização dos objetivos e metas estabelecidos. Somente assim, no entanto, se poderá dar passos controláveis e seguros na direção do atendimento da famifia. Junto com a organização se faz necessária a presença de agentes de pastoral abertos à ação do Espfrito na Igreja: pobres, despojados, missionários, disponíveis à ação do Senhor. Este é um pressuposto que não pode ser negligenciado.
Um mínimo de organização deverá estar presente a nível nacional, regional, diocesano e paroquial (também em comunidades eclesiais de base). Sua estruturação inicial se faz sob a forma de uma comissão ou equipe.
Essa comissão (ou equipe) é instrumento de que se serve a Igreja para cumprir sua missão na ação evangelizadora no acompanhamento, orientação, ajuda e apoio às famílias. Focalizaremos aqui as comissões ou equipes diocesanas e paroquiais.
Caráter das comissões e equipes
Trata-se de comissões e equipes de reflexão, animação, planejamento e coordenação da Pastoral Familiar em sua área de abrangência, isto é, na paróquia ou na diocese. Não é um novo movimento ou associação que surge, nem são criadas para competir com os movimentos e serviços familiares já existentes.
São suas principais características:
• acolher com amor e simplicidade todas as pessoas, casais, movimentos, serviços, instituições e organizações que trabalham em prol da família ou se empenham em sua promoção; • animar, estimular e apoiar o trabalho de todos na Pastoral Familiar diocesana ou paroquial, • estabelecer orientações e linhas comuns para a ação pastoral; • servir de elo de ligação entre as diversas estruturas existentes: família-grupo-comunidade; comunidade-paróquia; paróquia-setores das dioceses; pastorais, movimentos, associações.
Objetivos das Comissões Diocesanas
A realidade e os problemas das diferentes dioceses brasileiras são extremamente diversificados. Cabe, por conseguinte, a cada comissão de coordenação da Pastoral Familiar traçar seus objetivos próprios. Os objetivos que apresentamos a seguir deveriam ser adotados, gradativamente, por todas as comissões diocesanas. As equipes paroquiais teriam também seus objetivos específicos que poderiam ser concretizados a partir das características que abaixo elencamos, de modo particular, para as comissões em nível diocesano: Conhecer a realidade familiar através de estudos feitos a respeito da situação e das necessidades das famílias; fazer um levantamento do que já está sendo feito em prol da família e planejar um trabalho pastoral que será executado de maneira eficaz e adequado; refletir constantemente sobre a problemática familiar à luz do Evangelho e dos ensinamentos do Magistério, a fim que as ações pastorais que venham a ser empreendidas possam realizar uma evangelização atualizada e correta da família; promover a formação e capacitação de agentes de Pastoral Familiar;
•articular e apoiar e ação pastoral dos movimentos, serviços e institutos familiares, visando coordenar esforços e realizar os grandes objetivos da Pastoral Familiar com todas as forças vivas da comunidade; • estar em ligação constante com as comissões regionais Pastoral Familiar da CNBB e as comissões ou equipes das paróquias; • manter contato com todos aqueles que trabalham com famílias ou exercem influência sobre elas, sejam pessoas e profissionais, sejam instituições, grupos de estudo, reflexão ou de promoção humana, meios de comunicação social ou entidades sociais, visando somar esforços, buscar cooperação, partilhar experiências, aproveitar recursos e realizar possíveis ações comuns: • defender a família, seus valores, sua importância básica para a sociedade e para a Igreja; • promover a formação, apoiar e fortalecer as equipes de Pastoral Familiar nas paróquias; • integrar a Pastoral Familiar com outras pastorais que tenham incidência sobre a família, dentro do plano de pastoral de conjunto da diocese; • colocar-se a serviço da vida, preparação de agentes que defendam a vida em todos os seus aspectos; • realizar avaliações regulares das próprias atividades, de modo a aperfeiçoar o trabalho realizado e alcançar mais plenamente os objetivos traçados. Constituição da comissão cabe ao Bispo diocesano constituir a Comissão Diocesana de Pastoral Familiar.
O Bispo poderá formá-la de muitas maneiras:
• escolhendo ele mesmo os nomes que a comporão; • aproveitando motivação existente em alguns casais da diocese; •nomeando uma comissão provisóna que depois se tornaria definitiva com eventuais mudanças; • convocando uma reunião ou encontro para conversar sobre a família, com casais representantes das paróquias e comunidades de base, movimentos e serviços familiares, alguns sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas: ao final dessa reunião seria tomada a decisão de formação da equipe e escolhida a maneira como seria constituída; convocando casais das paróquias e comunidades de base bem como membros de movimentos e serviços familiares; • exigindo-se que normalmente os casais deverão tercerta liderança, serem pessoas que acreditam na família e tenham alguma experiência pastoral no campo familiar, bem como possam oferecer belo testemunho de vida cristã e familiar.
Para que a comissão possa cumprir seus objetivos toma-se necessário criar uma estrutura mínima, na qual cada membro tenha tarefas e responsabilidades definidas. Assim, deverá haver:
• uma coordenação exercida por um casal que: presidirá a comissão procurando com entusiasmo criar um clima de comunhão e participação; organizará, planejará e avaliará a Pastoral Familiar juntamente com os outros membros da comissão; se ocupará com o relacionamento permanente da comissão com o Bispo, conselho pastoral diocesano e outras estruturas da diocese; • uma vice-coordenação, exercida por um casal; • um sacerdote (ou diácono) com a função de assessor ou assistente; • que seja um assessor doutrinal e pastoral; um animador da Pastoral Familiar e da espiritualidade dos membros da comissao; • uma secretaria sob a responsabilidade de um casal, de uma religiosa ou de uma pessoa especialmente designada para tato; • um setor de Formação de Agentes de Pastoral, a cargo de dois casais, para organizar cursos, encontros, retiros, palestras, debates, troca de informações, divulgação de bibliografia e outros materiais de Pastoral Familiar; • um setor de Pastoral Pré-Matrimonial, sob a responsabilidade de dois casais, que poderá ser subdividido em preparação remota para o matrimônio e preparação próxima, conforme as funçôes descritas nas etapas da Pastoral Familiar em números precedentes; • um setor de Pastoral Pós-Matrimonial, sob a responsabilidade de dois casais, que poderá se subdividir em equipe de pastoral dos recém-casados; equipe voltada para famílias de batizandos, famílias cujos filhos estão freqüentando a catequese de primeira eucaristia e crisma bem como pais de batizandos; equipe de pastoral para atuar nas escolas; • um setor de Pastoral para os casos difíceis, com a participação de dois casais e, eventualmente, de um religioso ou uma religiosa.
Obs: À medida que a Comissão Diocesana de Pastoral Familiar for se desenvolvendo, sentirá necessidade de outros serviços e tarefas tanto na pastoral pré-matrimonial, como na pastoral da celebração do sacramento e na pastoral pós-matrimonial;
Pensamos sobretudo nos encontros e acompanhamentos de namorados firmes, na realização de eventos como a Semana Nacional da Família e outros serviços. No organograma que segue poder-se-á visualizar melhor a estrutura da Comissão Diocesana:
Equipe de Pastoral Familiar da Paróquia
A paróquia tem importância capital na realização e desenvolvimento da Pastoral Familiar. E em tomo da paróquia, de suas capelas, comunidades de bairros e, eventualmente, comunidades de base a ela ligádas, que se reúnem os fiéis entre os quais estão as famflias. Ela representa a expressão mais imediata, visível e próxima da Igreja. E na paróquia que a Pastoral Familiar tem mais oportunidade de ser bem sucedida.
Normal que na paróquia as pessoas se conheçam mais e melhor. Pároco, agentes de Pastoral Familiar têm conhecimento mais global e preciso das urgências da família. São as equipes paroquiais de Pastoral Familiar que entrarão em contato mais direto com as famílias, suas esperanças e seus problemas.
Características da Equipe Paroquial de Pastoral Familiar
É equipe de reflexão, de estudo, de planejamento a seu nível. Além disso: • coordena e executa a Pastoral Familiar em sua área; • organiza a Pastoral Familiar em sua área que é a paróquia, atingindo, aos poucos, todas as comunidades, partindo sempre do conhecimento da realidade local; • leva em conta e torna mesmo participantes da Pastoral Familiar Paroquial todos os membros dos movimentos e serviços familiares; • auxilia, de modo particular, os dirigentes das comunidades eclesiais de base para que estes possam também animar as famílias de seu local; • faz o planejamento e estabelece prioridades não podendo deixar de levar em consideração as diretrizes e orientações traçadas pela Comissão Diocesana da Pastoral Familiar para toda a diocese, inserindo-se assim no Plano de Pastoral de Conjunto da Igreja local; • mantém, assim, constantes contatos com a Comissão Diocesana onde buscará suprimento para suas necessidades em termos de formação de agentes de Pastoral Familiar, informações e subsídios. bem como auxilio para todas as iniciativas que deseja ou precisa tomar e não disponha de recursos e condições.
Constituição da Equipe Paroquial de Pastoral Familiar
A composição da Equipe de Pastoral Familiar, à semelhança da Comissão Diocesana, e consideradas as caraaerízas peculiares da realidade paroquial, poderia ter uma estrutura como a seguinte: • uma Coordenação exercida por um casal; • uma vice-coordenação também sob a responsabilidade de um casal; • um Assistente ou Assessor que pode ser o próprio pároco: • uma Secretaria, sob a responsabilidade de um casal ou de .ssoa habilitada e designada para a tarefa; • um Setor de Pastoral Pré-Matrimonial, a cargo de um casal e que poderá ser sub-dividido em dois: da preparação próxima ao matrimônio (cursos ou encontros de noivos e o da preparação remota, através de cursos de educacão para o amor e outras atividades descritas em capítulo anterior quando se abordou a questão dos campos de atuação da pastoral pré-matrimonial remota. • um Setor de Pastoral Pós-Matrimonial, sob a responsabilidade de um casal. Este, sim, poderia ser desdobrado em: equipe de pastoral para recém-casados; equipe de pastoral dirigida aos pais de crianças e adolescentes que estão se preparando para a primeira eucaristia e crisma; equipe de pastoral direcionada aos pais com filhos em escolas; • um Setor de Pastoral para os casos difíceis, a cargo de um casal.
Obs.: Evidentemente, à medida que a- Equipe de Pastoral Familiar paroquial for se desenvolvendo serão necessárias mais subdivisões nos Setores acima mencionados. No organograma seguinte tem-se uma visualização da estrutura da Equipe Paroquial de Pastoral Familiar:
Maiores informações pelo telefone:(16)3307.8587
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| Hoje a Igreja comemora a Festa da Cátedra de São Pedro |
| 22/2/2010 |
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“Dareis à luz um filho e este será grande e chamá-lo-ão: Filho do Altíssimo. Ele reinará eternamente sobre a casa de Jacó e o seu reino não terá fim”. Com estas palavras o Arcanjo São Gabriel anunciou a Maria o reino eterno de seu filho. Orientados por uma estrela, chegaram os Magos e renderam homenagens ao Menino Deus. Quando o governador romano Pilatos perguntou a Jesus: “És de fato rei ?” Jesus lhe respondeu: “ Tu o dizes, mas meu reino não é deste mundo”. Quando Jesus Cristo, quarenta dias depois de sua gloriosa ressurreição, se preparou para voltar ao Pai, deu o caráter visível de sua dignidade real a um homem, para lhe servir de substituto até o fim dos séculos.
Para este elevado cargo Jesus Cristo escolheu Simeão, filho de Jonas, cujo nome mais tarde foi mudado em Pedro. “Tu és Pedro e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus. Rezei por ti, para que tua fé não desfaleça; tu, porém, confirma teus irmãos. Apascenta minhas ovelhas, apascenta meus cordeiros”.
São Pedro, fiel à ordem recebida do Mestre, trabalhou pela propagação da doutrina do Messias. Depois de ter fundado diversas Igrejas na Palestina e na Ásia Menor, dirigiu os passos para Roma, metrópole do mundo civilizado. Foi no ano de 42, que o príncipe dos Apóstolos chegou à capital dos Césares. Achou agasalho na casa do senador Cornélio, parente daquele capitão ilustre de Cesaréia de nome Cornélio, também que, por uma graça especial divina, recebeu de São Pedro o batismo, ele, com toda a família.
Roma achava-se no auge do poder, mas também da corrupção. Nos palácios, templos, parques e teatros reinavam um luxo desmedido. Com as riquezas das províncias mais longínquas, tinham chegado a Roma os ídolos, a supertição e os vícios de outras nações. Se de um lado havia incalculável riqueza, grande parte da população gemia debaixo do jugo da mais vil escravidão. O imperador era considerado “Deus e Senhor”, e como tal recebia dos aduladores as supremas homenagens. O vício, sob as formas mais hediondas, se ostentava publicamente e, para justificá-lo, não faltavam divindades a que se oferecesse incenso.
Foi neste antro de podridão, que o Vigário de Jesus Cristo veio pregar o Evangelho; foi ali que fundou uma Igreja que perdura já vinte séculos e forneceu milhares de mártires; foi aí que estabeleceu a cadeira da verdade e foi aí que, igual ao divino Mestre, exalou a vida no patíbulo da cruz.
São Pedro morreu, mas vive ainda nos seus sucessores. Quem é o sucessor de São Pedro ? A esta pergunta responde a cristandade toda unanimente: o sucessor de São Pedro, na sua dignidade e poder, é o bispo de Roma. O bispo de Roma é o legítimo representante de Cristo na terra; o bispo de Roma é o chefe de todos os fiéis.
O protestantismo tem ido à cata de provas, para mostrar que São Pedro nunca esteve em Roma. Se não esteve em Roma – assim calcula logicamente – os Papas não são sucessores de São Pedro na Cátedra de Roma, e não podem atribuir-se a dignidade apostólica. Não foram felizes os amigos de Lutero nesta campanha, pois tudo diz contra o que asseveram. O resultado de sérios estudos, feitos por historiadores católicos e protestantes sobre o assunto, tem sido este: que São Pedro esteve em Roma. Historiador nenhum cristão pôs em dúvida este fato, que é comprovado pelos escritores dos primeiros séculos, por Caio, presbítero romano, São Dionísio de Corinto, Hegésipo, Justino, Tertuliano, Cipriano, Orígenes, Eusébio, Arnóbio e outros.
Desde imemoráveis tempos é na Igreja celebrado o dia de hoje, em que São Pedro fundou a diocese de Roma. Santo Agostinho, num dos seus sermões, se refere a esta festa. Os calendários e martirológicos mais antigos a mencionam.
Se é festejado na cristandade toda o aniversário da eleição do Papa, se cada diocese celebra o aniversário da sagração do seu bispo, justo é que a Igreja inteira solenize o aniversário da Cátedra de São Pedro em Roma e neste dia dirija preces ao Altíssimo, pela prosperidade do Sumo Pontífice.(*)
(*) A Cátedra, isto é, o trono de São Pedro, até o século 5, guardado no batistério de São Pedro, se acha hoje na abside da Basílica Vaticana. Consta apenas de alguns pedaços de tábuas, ligadas por placas de marfim. Desde o tempo da Renascença está encerrada num grande relicário, obra de Bernini.
Reflexões:
Com que sentimentos celebras hoje a festa da fundação da santa Igreja romana? É com satisfação íntima de tua alma que te dizes filho dessa Igreja? Tens amor a esta tua mãe espiritual, que é a esposa imaculada de Cristo, e a mestra de todos os homens? Sabes que ela é a coluna e o fundamento da verdade? De Cristo lhe veio o poder, que Ele mesmo recebera do Eterno Pai, para o bem e a salvação dos homens. Da Sua assistência gozará até o fim dos séculos. O Espírito Santo governa-a com sabedoria divina, habilitando-a a conduzir os homens à eterna salvação. A Igreja é tua mãe. Foi ela que logo à tua entrada na vida, te recebeu com carinho maternal e tirou de tua alma a lepra do pecado original, e te revestiu com a roupa cândida da graça santificante. Nos santos Sacramentos ela te ofereceu os meios necessários para conservar-te na graça de Deus. Se a Igreja é tua mãe, se lhe deves tudo o que de riqueza e ornamento espiritual possuis, a gratidão exige, que lhe sejas bom filho, que mostres interesse por tudo o que diz respeito a tua Mãe. Com seus triunfos e vitórias deves alegrar-te; com seus padecimentos, humilhações e perseguições deve teu coração encher-se de tristeza e pesar. A Deus deves pedir, dia por dia, que proteja, defenda sua obra na terra, e de à Igreja a vitória sobre os inimigos, que são numerosos e poderosos. Sempre que as circunstâncias o exigirem e tua posição o permitir, deves entrar na luta, para a defesa de tua Mãe contra os assaltos dos inimigos. Os inimigos da Igreja são inimigos da obra de Deus, portanto, de Deus próprio. Cultiva e conserva em teu coração um amor terno e vivo à santa Igreja, para que sejam a expressão também dos teus sentimentos as palavras, que um santo Bispo escreveu: Ó Santa Igreja Católica Romana, Mãe das Igrejas e Mãe de todos os fiéis, Igreja por Deus estatuída para reunir todos os seus filhos na mesma fé e na mesma caridade, hoje e sempre nos declaramos em favor de tua unidade. Mais fácil seja esquecer-me de mim do que de ti, ó Santa Igreja Romana ! Que antes seque a minha língua, do que eu não mais me lembrar de ti, e em ti procurar toda a minha alegria.
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| Dia 26 de Fevereiro às 20h acontece o Encontro de Pessoas que têm ou tiveram câncer |
| 19/2/2010 |
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Convidamos vocês portadores de câncer,cuidadores e familiares para a participação no grupo de de apoio que acontecerá nessa sexta-feira dia 26 de Fevereiro na Paróquia São Nicolau de Flüe.
Em nenhuma situação, temos saída, a não ser confiar em Deus com todas as nossas forças, com todo o nosso coração, porque quando buscamos soluções fáceis e do nosso jeito, nada dá certo, somente de joelhos diante de Deus, é que obteremos dele, as respostas e as graças que necessitamos.
Você está passando por esso momento tão difícil na luta contra o câncer, não se deixe desanimar,"Deus está contigo"
Venha participar conosco estamos esperando por você conte com nosso apoio!!
Maiores informações no horário comercial no telefone (16)3307.8587 |
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| Reunião da Pastoral da consolação 26 de Fevereiro às 20h na Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 19/2/2010 |
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São poucas as situações que causam tanto desconforto quanto a morte. Ainda que se saiba que ela é inevitável e faz parte do curso natural da vida, ao acontecer na sua casa ou no seu grupo de amigos, não há quem fique indiferente.
Quando a morte inverte o curso da vida, e um filho morre antes dos seus pais, é muito comum que as pessoas não saibam o que dizer, como lidar com a situação e muitas vezes confundem-se entre seus próprios sentimentos e temores, sem saber como agir para ajudar as pessoas que sofrem.
Por isso existe em nossa paróquia a Pastoral da Consolação, ela é formada por pessoas que perderam seus entes queridos.Escutamos muitos relatos de pais e mães sobre o que os ajuda na hora em que seus filhos se vão. São inúmeras as questões que surgem diante desta situação.
Esperamos vocês para compartilhar esse momento de dor junto a nós!
Informações: (16) 33078587
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| CF2010: SISTEMA ECONÔMICO A SERVIÇO DA VIDA |
| 18/2/2010 |
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Brasília, 18 fev (RV) - A celebração ecumênica que marcou a abertura da Campanha da Fraternidade 2010 foi presidida pelo presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), Pastor Carlos Möller. Ao falar sobre o tema da Campanha, Economia e vida, o pastor criticou o sistema econômico mundial e denunciou o aumento do número de famintos no mundo.
"Precisamos ter a coragem de afirmar que o sistema econômico atual é imoral e insuficiente" – disse. "A Campanha da Fraternidade nos deve fazer ousados para rever os conceitos econômicos que imperam no mundo e no nosso país" – completou. Ele condenou, por exemplo, as altas taxas de juros e o lucro dos banqueiros.
"Todo e qualquer sistema econômico deve estar a serviço da vida e não do lucro e dos bancos."
Segundo Möller, a meta estabelecida pela ONU de reduzir pela metade o número de famintos e empobrecidos no mundo até 2015 está longe de ser alcançada. "Dez anos se passaram e o número de pobres aumentou.".
Para o pastor, o Brasil será viável na medida em que aplicar os impostos arrecadados naquilo a que se destinam. Ele cobrou ainda "honestidade e melhor distribuição de renda" no país.
A celebração ecumênica no Santuário Dom Bosco contou a presença de representantes das Igrejas Católica, Síria-Ortodoxa, Anglicana e Presbiteriana Unida. Um grupo de aproximadamente 150 fiéis participou da cerimônia, que durou uma hora e meia. (BF-CNBB)
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| Campanha da Fraternidade 2010 refletirá sobre “Economia e Vida” |
| 17/2/2010 |
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Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”.
Este é o objetivo da Campanha da Fraternidade que será aberta em todo o Brasil na quarta-feira de cinzas, 17. A abertura nacional será em Brasília com uma coletiva de imprensa convocada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), responsável pela Campanha deste ano. A coletiva será às 14h, na Comunidade Evangélica de Confissão Luterana de Brasília, na Quadra 406 Sul. À noite, os presidentes das cinco Igrejas membros do Conic presidirão uma celebração ecumênica no Santuário Dom Bosco, em Brasília, com a presença de fieis de todas as Igrejas cristãs. A celebração será às 19:30h.
Criada pela Igreja Católica em 1964, a Campanha da Fraternidade de 2010 será ecumênica, a exemplo do que ocorreu em 2000 e 2005. Neste ano as Igrejas do Conic propõem uma reflexão sobre o sistema econômico vigente no país, inspirada no versículo bíblico “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24)
Para divulgar a Campanha foram produzidos cartazes, folders, DVDs além de um livro de 80 páginas, conhecido com o Texto Base, carro chefe de todos os materiais confeccionados. Ele traz todo o conteúdo que deverá ser refletido nas comunidades das Igrejas membros do Conic.
O Texto Base faz uma análise da economia do país e insiste que ela deve estar a serviço da vida. “A economia não é uma estrutura autônoma. Ela faz parte das prioridades políticas. As políticas econômicas e as instituições devem ser julgadas pela maneira delas protegerem ou minarem a vida e a dignidade da pessoa humana, sustentarem ou não as famílias e servirem ao bem comum de toda a sociedade”, diz o texto em seu parágrafo 26.
O Texto sugere também ações concretas a serem assumidas pelas comunidades como, por exemplo, a educação para a solidariedade e uma economia solidária com compromisso social.
A Campanha da Fraternidade é realizada durante toda a quaresma e, no Domingo de Ramos, 28 de março, será feita a Coleta da Solidariedade como gesto concreto da Campanha. Os valores arrecadados serão aplicados em projetos que visem a superação da exclusão social e econômica no país. (CNBB-CM) |
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| O Sentido da Quarta feira de Cinzas |
| 17/2/2010 |
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“convertei-vos e crede no Evangelho”.
A quarta-feira de Cinzas é o início da Quaresma, preparação para a Páscoa. O rito da imposição das cinzas lembra as palavras de Jesus: “convertei-vos e crede no Evangelho”.
No tempo quaresmal, voltamos especialmente o coração para o Senhor. Permanecemos atentos à sua Palavra, em atitude de conversão sincera, em espírito de Penitência, no cultivo da Oração, na prática da Caridade e do Jejum em busca da santidade. Para nós, os cristãos, Jejum é sinal de disponibilidade e solidariedade de quem quer se entregar totalmente nas mãos de Deus.
Com a imposição das cinzas, se inicia uma estação espiritual particularmente relevante para todo cristão que quer se preparar dignamente para viver o Mistério Pascal, quer dizer, a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus.
Este tempo vigoroso do Ano litúrgico se caracteriza pela mensagem bíblica que pode ser resumida em uma palavra: " matanoeiete", que quer dizer "Convertei-vos". Este imperativo é proposto à mente dos fiéis mediante o austero rito da imposição das cinzas, o qual, com as palavras "Convertei-vos e crede no Evangelho" e com a expressão "Lembra-te de que és pó e para o pó voltarás", convida a todos a refletir sobre o dever da conversão, recordando a inexorável caducidade e efêmera fragilidade da vida humana, sujeita à morte.
A sugestiva cerimônia das cinzas eleva nossas mentes à realidade eterna que não passa jamais, a Deus; princípio e fim, alfa e ômega de nossa existência. A conversão não é, com efeito, nada mais que um voltar a Deus, valorizando as realidades terrenas sob a luz indefectível de sua verdade. Uma valorização que implica uma consciência cada vez mais diáfana do fato de que estamos de passagem neste fadigoso itinerário sobre a terra, e que nos impulsiona e estimula a trabalhar até o final, a fim de que o Reino de Deus se instaure dentro de nós e triunfe em sua justiça.
Sinônimo de "conversão", é assim mesmo a palavra "penitência" … Penitência como mudança de mentalidade. Penitência como expressão de livre positivo esforço no seguimento de Cristo.
Tradição
Na Igreja primitiva, variava a duração da Quaresma, mas eventualmente começava seis semanas (42 dias) antes da Páscoa.
Isto só dava por resultado 36 dias de jejum (já que se excluem os domingos). No século VII foram acrescentados quatro dias antes do primeiro domingo da Quaresma estabelecendo os quarenta dias de jejum, para imitar o jejum de Cristo no deserto.
Era prática comum em Roma que os penitentes começassem sua penitênica pública no primeiro dia de Quaresma. Eles eram salpicados de cinzas, vestidos com saial e obrigados a manter-se longe até que se reoconciliassem com a Igreja na Quinta-feira Santa ou a Quinta-feira antes da Páscoa. Quando estas práticas caíram em desuso (do século VIII ao X) o início da temporada penitencial da Quaresma foi simbolizada colocando cinzas nas cabeças de toda a congregação.
Hoje em dia na Igreja, na Quarta-feira de Cinzas, o cristão recebe uma cruz na fronte com as cinzas obtidas da queima das palmas usadas no Domingo de Ramos do ano anterior. Esta tradição da Igreja ficou como um simples serviço em algumas Igrejas protestantes como a anglicana e a luterana. A Igreja Ortodoxa começa a quaresma desde a segunda-feira anterior e não celebra a Quarta-feira de Cinzas |
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| REFLEXÃO PARA O SENTIDO DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS |
| 17/2/2010 |
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Sentido litúrgico A Quarta-feira de Cinzas é a porta de entrada da Quaresma. Com a imposição das cinzas começa oficial e solenemente o tempo de preparação para a Páscoa. Entramos no grande Templo onde se vive, de maneira mais intensa, o programa que Jesus nos propõe: oração, esmola e jejum. Nossos olhos e nosso coração estão sintonizados na Páscoa. A oração que este tempo nos sugere vai além das simples fórmulas tão comuns em nosso cotidiano: é a oração do cego e a do publicano: “Jesus, Filho de Davi, tem piedade de mim!”. “Ó meu Deus, tem piedade de mim, pecador!”. Oração de súplica e de arrependimento. Oração de quem se reconhece pecador. Trata-se da oração do coração, que busca a união com Deus, através dela. Leia Lc 18,1; 21,36; 1Tess 5,17; Ef. 6,18. O jejum também vai muito além de abstenção de alimentos. O Profeta Joel nos acusa dizendo que reduzimos a exigência divina a um simples formalismo exterior: “Rasgai vossos corações e não vossas vestes”. Que valor tem deixar de comer carne, para substituí-la por um prato de bacalhau que custa muito mais caro?! Joel fala de um jejum que apela para uma conversão profunda. Entender jejuar como criar um espaço, um vazio em nós para que a graça de Deus nos refaça e nos preencha. Leia Is 58,3-7; Joel 1,4; 2,15; Jonas 3,5. A esmola não se reduz à oferta de dinheiro, alimentos, roupas e outros objetos: “Misericórdia eu quero e não vossos sacrifícios”. Deus espera que tiremos algo de nós mesmos para lhe oferecer. A oferta exterior precisa simbolizar e significar essa doação interior: tiramos algo de nós, um pedaço mesmo, para oferecer a Deus. Leia Sl. 40,6 Is 43,23 Jer 6,20 Os 6,6. A cinza na cabeça é usada em sinal de penitência, de conversão, de luto pelo pecado. É um sinal exterior que expressa o arrependimento interior e o desejo de conversão. Reconhecemos que somos pecadores e que devemos trabalhar pela mudança de vida. A cinza na testa revela sobretudo um compromisso de viver o tempo de preparação para a Páscoa. Leia 2Sam 13,19 Est 4,1 Jó 2,8; Jon 3,6. O Rito da Imposição das Cinzas com todo seu simbolismo nos provoca para viver o espírito quaresmal, ou seja, atitude interior, constante, permanente, preparando-nos para a Páscoa. A história ensina Desde o século 4º, a Igreja vem se preparando para a Páscoa com 40 dias de austeridade, à semelhança da experiência vivida por Cristo no deserto. Como na antiga disciplina os domingos não eram dias de penitência nem de jejum, a quaresma somente somava 36 dias. Sendo assim, a Igreja antecipou para Quarta-feira de Cinzas para completar os 40 dias. A Igreja assumiu a tradição do Antigo Testamento propondo como programa para o tempo quaresmal oração, esmola e jejum. Entre os séculos 4º e 10º havia um rigor muito grande com relação aos pecadores públicos. Eles eram excluídos de participar da celebração eucarística. Vestiam uma túnica, colocavam cinzas na cabeça e eram separados da comunidade eclesial: precisavam ser reconciliados oficialmente aqueles que cometiam pecado grave de caráter público. A Cerimônia da reconciliação acontecia na 5a Feira Santa, e a da expulsão, na 4ª Feira de Cinzas. O texto do Profeta Joel influenciou a Igreja no sentido de abrandar o rigor da disciplina: “vosso Deus é benigno e compassivo, paciente e cheio de misericórdia, inclinado a perdoar o castigo”. A partir do século 8º o rito foi tomando um caráter mais geral com a introdução de normas que permitiam a todos os cristãos receberem as cinzas como reconhecimento de nossa condição de pecadores. Importante notar que os pecadores expulsos da assembléia continuavam assistindo as reuniões litúrgicas da Quaresma, conforme testemunha Santo Agostinho que escreveu homilias aos penitentes presentes no templo. Hoje este sentido original da imposição das cinzas se estendeu a todos os cristãos como sinal de entrada na Quaresma e preparação para a Páscoa. Tem um sentido autenticamente penitencial que se expressa em algumas virtudes: oração, simplicidade de vida, espírito de pobreza e desapego, parcimônia no comer e no beber, cuidado com as palavras, disponibilidade de tempo para os outros, e outras virtudes penitenciais. As Cinzas provêm dos ramos de oliveira abençoados e usados no ano anterior, no Domingo de Ramos. É colocado na testa do cristão como gesto de humildade, arrependimento, reconhecimento dos próprios erros e, ao mesmo tempo, de muita confiança em Deus. A testa aponta para o mental, o pensamento: convida a refletir, analisar, avaliar, examinar a consciência, as atitudes de vida. Uma vida pascal Todas as semanas da Quaresma nasceram ao mesmo tempo: de tal forma foram hoje organizadas que em conjunto com a Oração das Horas, oferecem uma verdadeira catequese pascal. Ajudam-nos a entender que a Páscoa não é uma festa, mas uma atitude de vida, um jeito de viver: somos chamados a viver uma vida pascal, de passagem, de transfiguração. É um esforço de todos os dias para superar o egoísmo, os vícios, o ódio, a indiferença pelos irmãos, crescendo no amor, na dedicação, na doação de nossa vida. É um trabalho perseverante para vencer as injustiças, o sistema de vida baseado na ganância, no luxo, na violência, no consumismo, no aumento do capital a qualquer custo. É positivamente se unir a outras pessoas e grupos para construir uma sociedade segundo o Coração de Deus: uma sociedade justa e fraterna, baseada na partilha, na solidariedade, no respeito a cada ser humano, no amor sem exclusão e preconceito. O documento de Medellin lembra a situação do povo que saiu das terras do Egito, fazendo a passagem pelo Mar Vermelho, para nos dizer que é preciso viver a passagem “de condições menos humanas a condições mais humanas!
Postado por:Marcia Figueiredo Liani |
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| Entenda o significado da Quaresma |
| 15/2/2010 |
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Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O "Glória", o "Aleluia" e o "Te Deum".
Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.
Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.
Por que a cor roxa?
A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitênica e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.
Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
O Jejum
A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.
Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.
Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.
Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.
Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15h00. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.
No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo
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| Como participar da Santa Missa |
| 14/2/2010 |
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Assim como todo evento ou reunião tem seu traje específico, uma postura a seguir e um tipo de comportamento a adotar, a Santa Missa também é regida por regras de comportamento que, às vezes, passam despercebidas por muitas pessoas.Em alguns casos, isso acontece pelo desconhecimento da liturgia, já que muitos não têm acesso a uma catequese adequada ou até a um estudo mais amplo sobre o assunto. Em outros, o problema está no bom senso ou na falta dele.O trajeÀs vezes parece desnecessário abordar o assunto "roupa adequada", mas muita gente ainda peca nesse sentido. Decotes, saias curtas, shorts, barrigas à mostra... Você iria de terno para a praia? É claro que não! Da mesma forma, a igreja é um lugar sagrado e a Missa é a expressão maior do amor de Deus para conosco. Vale a pena caprichar no visual, mas não é preciso colocar roupas chiques e caras. Apenas zele para que seu traje esteja comportado, adequado ao ambiente e que não chame a atenção. Isso vale para todos os presentes, incluindo os que exercem algum serviço no rito litúrgico. O que deve prender a atenção é a Palavra de Deus e não a roupa das pessoas.A conversaA liturgia da Missa é rica em leituras, canções e orações. No folheto que é entregue para que acompanhemos os ritos, estão determinados os momentos em que cada um deve participar. Portanto, fale apenas na hora em que a assembléia deve responder ou cantar. Não tente rezar a Missa junto com o padre. Você tira a concentração daqueles que querem prestar atenção. O momento da Homilia, quando o sacerdote traz para o nosso cotidiano os ensinamentos das leituras do dia, é de puro silêncio, de atenção total ao que está sendo dito. Conversar com a pessoa do lado pode fazer com que todos ao seu redor fiquem irritados com o burburinho, sem se fixar na mensagem importante que está sendo passada e, ainda por cima, prestando atenção no seu papo.A posturaOs gestos também compõem o ritual da Santa Missa, colaborando para que expressemos, com corpo e alma, nossa alegria de estar ali, participando do Banquete do Senhor. Assim, devemos ficar atentos aos momentos em que devemos levantar, mostrando nossa disposição; aos momentos em que devemos estar sentados, ouvindo e refletindo sobre o que está sendo dito; aos momentos em que devemos ficar de joelhos, adorando o Senhor e nos mostrando disponíveis a Ele. Outro gesto muito importante na Missa é o Sinal-da-Cruz. Ele é sempre feito no início e no final da celebração. É o sinal do cristão. Portanto, não é preciso repeti-lo quando você se dirige ao altar para colocar sua oferta ou receber a comunhão. Apenas faça uma rápida reverência, inclinando a cabeça, em sinal de respeito.O comportamentoEvite pequenos gestos que incomodam muito e sinalizam a falta de respeito ao templo e ao mistério celebrado: a) mascar chicletes; b) usar boné ou touca; c) ficar andando durante a missa; d) distrair-se com algum objeto: e) alimentar-se no interior do templo; f) rezar o terço durante a missa; g) não desligar ou atender o celular.A atençãoSe você tem dúvidas sobre como se comportar em determinado instante da Missa, não tenha medo de perguntar. Observe os gestos dos sacerdotes, coroinhas e ministros da Eucaristia, que são preparados para a celebração e podem explicar o que acontece e como devemos proceder para vivenciar melhor cada momento. Prevalecem sempre o bom senso e a educação.
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| Dr. Nelson Arns Neumann é nomeado Coordenador da Pastoral da Criança Internacional |
| 12/2/2010 |
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Dr. Nelson Arns Neumann
A Diretoria do Conselho de Administração da Pastoral da Criança Internacional reunida no dia 01 de fevereiro de 2010 nomeou o Dr. Nelson Arns Neumann como coordenador da Pastoral da Criança Internacional. A indicação do nome do Dr. Nelson foi ratificada por Cardeal Geraldo Majella Agnelo – Fundador e membro do conselho diretor da Pastoral da Criança Internacional conforme preveem os Estatutos da Pastoral da Criança Internacional. Presentes nesta reunião os seguintes membros: Monseñor Luis del Castillo – Bispo Emérito de Melo, Sra. María Laura Bulanti e o Sr. Maurilio Leopoldo Schmitt que aprovaram por unanimidade a indicação do Dr. Nelson. Nelson Arns Neumann - 44 anos, casado, nasceu em Curitiba, possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (1988), mestrado em Epidemiologia pela Universidade Federal de Pelotas (1997) e doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (2000). Atuou como médico, missionário leigo, na Diocese de Bacabal - Maranhão, em 1988 e 1989. Desde 1990 é Coordenador Nacional Adjunto da Pastoral da Criança - Organismo de Ação Social da CNBB (Conferência Nacional de Bispos do Brasil). |
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| A Igreja celebra hoje Nossa Senhora de Lourdes |
| 11/2/2010 |
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Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado. Mas em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes! E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.
Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Bento XVI para nos alertar sobre este chamado.
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós! |
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| “O Dízimo é a sustentação da comunidade”, |
| 8/2/2010 |
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Prezados Amigos em CRISTO JESUS, que o ESPÍRITO SANTO nos ilumine para sermos FERMENTO, SAL e LUZ na PASTORAL DO DIZIMO !
Quanto devo ofertar no Dízimo? Efetivamente, dízimo significa a décima parte, como já se ofertava no tempo do Antigo Testamento. Contudo, longos anos afastados da prática do dízimo, poucos são ainda os cristãos católicos, que o têm como compromisso. Assim, é difícil reconhecer que de uma hora para outra, separar os dez por cento de Deus, de um salário pequeno já comprometido com um orçamento apertado. Devemos contribuir com o máximo que o nosso orçamento possa suportar. Assim, quem pode dar os 10% não contribua com menos. Quem pode dar 5% não dê 4, quem pode dar 3% não dê 2. Deus há de entender e perdoar, enquanto sentir o esforço e o propósito de cada um. São Paulo (II Cor 9, 7) orienta: “Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama o que dá com alegria”. Se seu salário representa trinta dias do seu tempo, da sua existência, na verdade ele contém uma parcela da sua vida. Dessa forma você não deve ver o dízimo apenas como dinheiro, mas sim como um pouco de si mesmo que é ofertado a Deus. É muito importante o cristão ter essa compreensão no momento de definir quanto vale o seu dízimo. Note que a igreja recebe uma parcela de sua vida na forma de dízimo e transforma esse dízimo ministrando cada Sacramento, que é vida, prestando assistência aos necessitados, valorizando a vida e anunciando Jesus que é o Caminho, a Verdade e a VIDA. O católico deve banir do pensamento a ideia errada de que seu dízimo não é importante para a comunidade. Esse é um pensamento nocivo que impede a igreja de Cristo de anunciar o evangelho, porque faz o cristão ficar desestimulado, não ter compromisso, inerte... e o mundo está desse jeito não pela ação dos maus... mas pela omissão dos bons! Cada dízimo é muito importante SIM! (não importa o valor). O rico dê o dízimo de sua riqueza, o pobre dê o dízimo de sua pobreza! Deus não aprecia a quantia e sim a generosidade! Lembre-se que bastou um jovem desprendido ofertar cinco pães e dois peixes para que Jesus operasse o milagre da multiplicação (Jo 6,5-13). Assim fará com o dízimo em nossa paróquia.
Seja um Dízimista,procure pela nossa Equipe de plantão da Pastoral do Dízimo em todas as missas ! Terças-feiras às 19h15 Quartas-feiras às 19h15 Quintas-feiras Sos Oração às 19h30 Sextas-feiras às 19h15 Sábados às 19h15 Domingos às 8h, 10h e 19h
Equipe da Pastoral do Dízimo da Paróquia São Nicolau de Flue Cordenadores :Silvia e Osvaldo
Postado por: Márcia Figueiredo Liani |
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| Orientação para o Batismo! |
| 4/2/2010 |
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“Ide por todo mundo... batizai todas as gentes...” (Mt 28,19).
O Batismo é o fundamento de toda a vida cristã e a porta que dá acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornando-nos membros de Cristo e de sua Igreja. O Batismo é vida nova em Deus e o ingresso na Comunidade Eclesial. Os símbolos utilizados no Batismo são: a água, a vela, o óleo e a veste branca. A responsabilidade pela educação cristã da criança em primeiro lugar é dos pais e a seguir dos padrinhos. Por isso, pais e padrinhos devem conhecer bem os fundamentos de nossa fé e viver de acordo com os mesmos. Quando os pais não são casados na igreja, aumenta a responsabilidade de escolherem padrinhos que sejam casados na igreja, ou pessoas solteiras de boa conduta moral e vivência cristã. Antes do Batismo é necessário que os pais e padrinhos participem de um encontro de preparação. No ato da inscrição do Batismo deverá ser apresentada a fotocópia dos seguintes documentos: 1. Registro de nascimento da criança; 2. Fornecer seus dados pessoais e dos padrinhos como: nome, endereço, telefone, data do nascimento, naturalidade, estado civil, local do casamento religioso; 3. Certidão de casamento dos pais e dos padrinhos; 4. Se os pais forem de outra paróquia, trazer a transferência da paróquia de origem; 5. Certificado do curso de Batismo dos pais e padrinhos. 6. O Sacramento do Batismo nesta paróquia é realizado todo o segundo e quarto final de semana em todas as Celebrações Eucarísticas. É obrigatória a ENTREVISTA dos pais com o pároco, antes do Batismo.
Pastoral do Batismo
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| Hoje a igreja celebra São Brás |
| 3/2/2010 |
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São Brás, rogai por nós
O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus. Então, providencialmente, porque ele ia se abrindo e buscando a Deus, foi evangelizado. Não se sabe se já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.
Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava retirar-se. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.
Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois ele cuidava da pessoa na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.
São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar o imperador, sabia da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que São Brás fez de sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.
São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.
Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.
Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus que é amor.
São Brás, rogai por nós
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| A importância da família |
| 2/2/2010 |
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O relato de São João sobre as bodas de Caná (Cap.2,1-11) mostra claramente como Jesus valoriza a família. Foi o seu primeiro milagre, abençoando com sua presença os noivos, que pretendiam iniciar uma nova família. Ele quis iniciar o anúncio do Reino em um casamento, mostrando que a família é importante para Ele.
A família é a base, o esteio, o sustento de uma sociedade mais justa. Ao longo da história da humanidade, assistimos à destruição de nações grandiosas por causa da dissolução dos costumes, que foi motivada pela desvalorização da família.
No nosso mundo de hoje, depois que ficou liberado o divórcio indiscriminadamente, a família ficou ameaçada em sua estrutura e é por isto que vemos, através dos meios de comunicação e até na comunidade em que vivemos, cenas terríveis. Filhos drogados matam ou mandam matar os pais, pais matam filhos por motivos fúteis, mães se desfazem de seus bebês, quando não cometem o crime hediondo do aborto quando a criança não tem como se defender. Há problemas seríssimos. Quando os pais se separam, alguma coisa se parte no íntimo dos filhos. Eles não sabem se é melhor ficar com o pai ou com a mãe. No fundo, eles gostariam de ficar com os dois. Em paz e harmonia, é claro.
O amor está sendo retirado do coração dos homens e das mulheres. E, em conseqüência disto, a família está perdendo a sua unidade e a sua dignidade. Isto acarreta a dissolução dos costumes. A família decai e a sociedade decai. Precisamos compreender e nos lembrar sempre de que Deus nos deu uma família a fim de que, num âmbito menor, nós pudéssemos aprender a amar todos os nossos semelhantes.
O desenvolvimento tecnológico tem seus pontos benéficos. Facilitou a vida das pessoas. Mas facilitou de tal modo que a humanidade ficou mal acostumada. Só quer o que é fácil. Não se interessa pelo que exige esforço, luta. No entanto, o que conquistamos com esforço tem um sabor muito melhor. Parece que nos esquecemos disto.
Na passagem das bodas de Caná, Jesus transformou a água em vinho, em bom vinho. Ele poderia ter tirado o vinho do nada, mas Ele quis a participação humana. Por isto, mandou que enchessem as talhas de água.
Hoje também, Ele quer que nós enchamos a talha de nossa vida, a nossa existência, de água que Ele transformará no melhor vinho.
Que é que isto quer dizer? Quer dizer que precisamos colocar amor em nossa vida, em nossa família, para que Ele transforme esse amor humano em amor divino, o mesmo amor que une as pessoas da Santíssima Trindade e que é tão grande e tão repleto de felicidade, que extravasa, explode e quer ser espalhado entre nós. E é por meio dele que encontraremos a plenitude da felicidade.
Não é fácil cultivar o amor às vezes, é até difícil. Mas o difícil, quando conquistado tem um valor inestimável. Temos prova disto. Em uma competição esportiva, por exemplo, o vencedor fica mais satisfeito quando enfrenta adversários mais difíceis.
Viver em família, viver em união dentro da família não é fácil. Mas fácil não é sinônimo de bom. Talvez seja até o contrário.
A família precisa de amor, para ser bem estruturada. A sociedade precisa das famílias para realizar a justiça e a paz porque a sociedade é uma família amplificada.
Falta o vinho para as nossas famílias. Esse vinho é o amor. É preciso que cada membro da família se esforce. Que os pais assumam verdadeiramente o seu papel. Apesar de ser bem árdua a tarefa dos pais, no mundo de hoje, não se pode desanimar. É necessária e urgente a ação dos pais. O jovem é, por natureza, rebelde, quer ser independente. Desperta para o mundo e seus problemas e questiona tudo. Mas os pais precisam participar de sua vida, de uma maneira ou de outra, porque, mesmo errando, algumas vezes, ainda assim, os pais têm capacidade de orientar e ajudar os filhos. Não podemos deixar tudo por conta dos companheiros, da escola, da sociedade ou de sua própria solidão.
Os pais devem fazer o acompanhamento dos filhos, procurar saber o que está acontecendo com eles, tentar ajudar de várias maneiras: com orientações, com atitudes exemplares, com o diálogo, com orações. Sempre. Tanto em casa, como na escola, na vida religiosa e social, nos namoros, etc.
Muitas vezes, os pais se sentem impotentes. Muitas vezes, achamos que já fizemos tudo e que nada conseguimos. Entretanto, esforçando-nos ao máximo, dando o melhor de nós por uma família mais feliz, estaremos enchendo de água a nossa talha.
E Maria já estará falando com o Filho: "Eles não têm vinho." E Jesus virá nos transformar, transformar a nossa água em bom vinho, transformar a nossa dificuldade em vitória.
Aliás nestes dias estou tendo a alegria de participar no Rio de Janeiro, sob a orientação de nosso venerando amigo e dileto irmão Dom Orani João Tempesta, O. Cist, Arcebispo de São Sebastião, de mais um curso para bispos analisando o “cambiamento de época”. Nesse sentido a família não pode ser afetada pelos modismos, porque nela reside a grande esperança de um mundo melhor, de amor verdadeiro e de Igreja comprometida em valorizar a família humana, rosto da família divina |
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| Hoje celebramos a Festa de Nossa Senhora da Luz |
| 2/2/2010 |
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A origem da devoção à Senhora da Luz tem os seus começos na festa da apresentação do Menino Jesus no Templo e da purificação de Nossa Senhora, quarenta dias após o seu nascimento (sendo celebrada, portanto, no dia 2 de Fevereiro). De acordo com a tradição mosaica, as parturientes, após darem à luz, ficavam impuras, devendo inibir-se de visitar ao Templo até quarenta dias após o parto; nessa data, deviam apresentar-se diante do sumo-sacerdote, a fim de apresentar o seu sacríficio (um cordeiro e duas pombas ou duas rolas) e assim purificar-se. Desta forma, José e Maria apresentaram-se diante de Simeão para cumprir o seu dever, e este, depois de lhes ter revelado maravilhas acerca do filho que ali lhe traziam, teria-lhes dito: «Agora, Senhor, deixa partir o vosso servo em paz, conforme a Vossa Palavra. Pois os meus olhos viram a Vossa salvação que preparastes diante dos olhos das nações: Luz para aclarar os gentios, e glória de Israel, vosso povo» (Lucas, 2, 29-33).
Com base na festa da Apresentação de Jesus / Purificação da Virgem, nasceu a festa de Nossa Senhora da Purificação; do cântico de São Simeão (conhecido pelas suas primeiras palavras em latim: o Nunc dimittis), que promete que Jesus será a luz que irá aclarar os gentios, nasce o culto em torno de Nossa Senhora da Luz/das Candeias/da Candelária, cujas festas eram geralmente celebradas com uma procissão de velas, a relembrar o facto.
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| Nessa Sábado dia 6 de Fevereiro às 8h30 inicia a Catequese infantil da Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 1/2/2010 |
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A catequese é a parte principal do rito de iniciação cristã, em que a pessoa iniciada ouve o anúncio do Evangelho. Portanto, a catequese e as celebrações formam uma unidade no processo de iniciação a vida cristã. A pessoa é instruída para bem celebrar.
A palavra "catecismo" origina-se do termo grego katecheo que significa informar, instruir e ensinar. Aparece, na bíblia, na Carta aos Gálatas 6.6, a palavra "catequizando" significando aquele que está sendo instruído na palavra de Deus. Assim, em Lucas 1.4, se diz que Teófilo "foi catequizado".
O Catecismo da Igreja Católica é uma exposição da fé católica e da doutrina da Igreja Católica, fiel e iluminado pela Sagrada Escritura, pela Tradição apostólica e pelo Magistério da Igreja.
Trata-se de um texto de referência, seguro e autêntico, para o ensino da doutrina católica, com o qual pode-se conhecer o que a Igreja professa e celebra, vive e reza em seu cotidiano. Ele foi organizado de maneira a expor em linguagem contemporânea os elementos fundamentais e essenciais da fé cristã. Neste livro encontram-se orientações para o católico comprometido com sua fé. É também oferecido a todo homem que deseja perguntar à Igreja e conhecer o que a Igreja crê.
O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, que foi publicado em 2005, é uma versão concisa, em forma de perguntas e respostas, do Catecismo. O texto está disponível em nove línguas, no website do Vaticano, o qual também possui o texto do Catecismo em seis línguas.
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| Jesus revela a vida trinitária |
| 29/1/2010 |
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Santíssima Trindade
Tratar da Trindade pode ser enfadonho para um mundo neo-pagão que preza tanto a técnica e valoriza tudo conforme a sua utilidade.
De fato Ela se faz incompreensível àqueles que não conhecem pessoalmente a Jesus. Ora, por conceitos teológicos chegamos por analogia a vislumbrar de alguma forma aquilo que é o mistério trinitário. Mas isto também porque o Filho tem nos revelado a Trindade. Como Ela é? É doação comunhão, uma pessoa que passa à outra: o Pai que gera o Filho e o envia, o Filho que aceita com docilidade a vontade do Pai, encarna-se e doa sua vida pela vida dos homens, e ambos que se amam mutuamente, donde provém o Espírito Santo.
Agora, só podemos de fato ter uma experiência daquilo que é a Trindade quando temos um encontro pessoal com Jesus Cristo, uma vez que Ele é um com o Pai e o Espírito Santo. Deus revelou-se comunidade de comunhão em Jesus Cristo, que clamava Abba! Papaizinho! Além disso, prometeu-nos enviar o Defensor e Santificador, o que se dá em Pentecostes. Olhar a vida de Jesus é conhecer a vida trinitária. Viver nos passos de Jesus é viver trinitariamente.
Para que possamos entender, vejamos um exemplo: a perda de Jesus aos 12 anos e seu o reencontro no templo por José e Maria. Como conduziu Jesus? Fazendo amorosamente a vontade do Pai do céu em primeiro lugar, que naquele momento se tratava de estar entre os doutores. A reação de preocupação de Maria e de José é natural? Parece-nos que sim. Estabelecem um diálogo sobre a atitude do menino, suscitando-lhe uma reflexão: “Teu pai e eu ficamos preocupados...” Contudo a resposta de Jesus vai testificar uma relação filial trinitária: “Não sabeis que tenho que cuidar das coisas de meu Pai?” Com simplicidade o Filho responde a sua mãe e a seu pai adotivo, falando-lhes a verdade, usando de caridade, a que ambos não têm uma resposta, senão uma acolhida.
Esta atitude faz-nos pensar na educação que temos hoje na sociedade: muitos pais projetam nos seus filhos seus ideais frustrados, por vezes dando-lhes tudo o que não tiveram, inclusive uma falsa liberdade -que por vezes podemos traduzir como falta de educação-, ou ainda, restringindo-lhes de fato a liberdade, exigindo que sigam uma carreira profissional, que façam esta ou aquela faculdade, passem em um concurso, enfim, obrigando-lhes que realizem as suas expectativas, não colocando a vontade do Pai do céu em primeiro lugar. Como reagiriam estes pais, que muitas vezes se dizem cristãos, se um filho optasse pelo sacerdócio ou pela vida religiosa? Trinitariamente, assumindo uma postura de reflexão a fim de ajudar o filho a entender a vontade do Pai para realizá-la, ou simplesmente defendo um ponto de vista de seu interesse? Algo a refletir.
Este é só um exemplo, mas podemos ver em cada fato da vida de Jesus um exemplo do que significa a Trindade. Sua conduta será sempre um caminho a seguir nas nossas relações com as pessoas – amigos ou inimigos-, com o dinheiro, nos nossos trabalhos e estudos, na política, na economia, etc., sabendo que por fundamento sempre será a Verdade e Caridade, tendo por critério a Vontade do Pai. |
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| Hoje a Igreja Celebra Santo Tomas de Aquino |
| 28/1/2010 |
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Dominicano, Doutor da Igreja e um dos grandes teólogos e filósofos da historia da igreja. Ele nasceu em Roccasecca em 1225, Itália de uma família nobre e seu pai era o Conde Landulf de Aquino- um parente do imperador Romano e Rei de França e de sua mãe era Teodora de Teano. Na idade de 5 anos foi enviado para estudar na Ordem Beneditina de Monte Cassino. Ele era muito inteligente e os beneditinos ficaram admirados pelo seu raciocínio brilhante. Algum tempo depois os monges beneditinos foram desalojados da Abadia pelas tropas do Imperador Frederico II. No mesmo ano em 1239 ele começou a estudar na Universidade de Nápoles, concentrando seus estudos em filosofia, gramática, retórica e lógica. Ele já estava atraído pela Ordem Dominicana e expressou o desejo de se tornar um frade, o que era totalmente inaceitável pela sua família. Alguns membros de sua família até contrataram uma linda mulher para tenta-lo, mas seus esforços foram em vão e Tomas perseverou na sua vocação e como recompensa por isto, foi conferido a ele anos mais tarde o titulo de "Doutor Angélico". Em seguida ele foi raptado pelos seus irmãos e aprisionado no Monte São Giovanni de 1244 até 1245. Seus pais finalmente aceitaram a derrota e Tomas foi solto e voltou para Roma e depois para Paris onde entrou na Universidade. Tomas estudou em Paris de 1245 a 1248 sob a direção de São Alberto Magnus que o acompanhou em 1248 ao Novo Colégio Dominicano de Colonha (Alemanha), onde ele foi ordenado. Voltando, dois anos mais tarde para Paris, ele ensinou teologia, e continuou seus estudos e escreveu um notável comentário sobre as sentenças de São Pedro Abelardo. Em 23 de outubro de 1257 ele e seu amigo São Boaventura receberam seus doutorados em teologia e Tomas fez o seu sermão inaugural " A Majestade de Cristo" baseada nos Salmos 104:13 . Dois anos mais tarde ele foi indicado como assistente teológico da corte papal, ficando muito tempo como residente papal em Anagni e Orveto. A pedido do papa Urbano IV ele escreveu um grande número de teses inclusive o " O Oficio para a Festa de Corpus Christie "; a "Catena Áurea"(A Corrente de Ouro) e os "Contra Errores Graecorum " (Contra os Erros dos Gregos). De 1265 a 1267 Tomas ensinou em Roma no Colégio Dominicano de Santa Sabina. Foi durante este tempo que ele começou o seu trabalho mais famoso o "Magnus Opus" chamado "Summa Thelogiae". Em 1267 foi para Viterbo e trabalhou com o Papa Clemente IV, recusando o posto de arcebispo de Nápoles. Dois anos mais tarde retornou a Paris e aceitou a posto de catedrático de teologia para os Dominicanos. Sua indicação foi num momento muito útil porque, ele foi forçado a devotar toda a sua energia para derrotar a oposição que havia emergido na universidade da Ordem dos Medicants (em particular dos Dominicanos) com os ensinamentos de Aristóteles e assegurar a condenação das idéias controvertidas do teólogo Siger de Brabant,e ainda dos chamados "Averroists", que advogavam uma forma extrema de Aristotelismo. Renomado em toda a cristandade, o Papa ordenou a ele que organizasse uma escola em Nápoles. Ali ele deu sermões, pregou perante grandes multidões e continuou o seu trabalho de pesquisa para terminar a sua "Summa Theologiae". Muito doente e exausto do seus incessantes trabalhos Tomas, não obstante, obedeceu ao pedido do Papa Gregório X de participar no Concílio de Lyon. Na França ele teve um colapso em janeiro de 1274 e morreu no Monastério Cisterciense de Fossanova em 7 de março de 1274. Ele é comparado a São Paulo e a Santo Agostinho, como um dos maiores teólogos da Cristandade. Ele conseguiu sintetizar o pensamento Aristoteliano com os Dogmas Cristãos e fazer da teologia uma ciência. Ele é conhecido especialmente por harmonizar a razão e a fé ,enquanto mantém a precisa distinção entre os dois: a razão ajuda a descobrir a existência de Deus, mas é insuficiente como guia para as ações humanas, alcançada pela fé, que é necessária para a descoberta de verdades mais elevadas reveladas pelo consentimento Divino. O corpo teológico que Tomas formulou em seus escritos, veio a ser chamado Tomismo e é considerado a coroação da Escolástica. Inicialmente com muita objeção na igreja, (alguns até o condenaram em Paris em 1277) o Tomismo foi abraçado como um todo e em 1567 o Papa Pio V o declarou Doutor da Igreja e os Dominicanos impuseram seus ensinamentos. Em 1879, o Papa Leão XIII promulgou a Encíclica Aeterni Patris, ordenando que os escritos de São Tomas fossem estudo obrigatório a todos os padres e estudantes de teologia. Seus escritos incluem toda a doutrina cristã, cobrindo teologia, filosofia e as escrituras. O seu mais famoso trabalho a "Summa Teologiae" , é o uma exposição extremamente coerente da fé cristã. Feita por ele para ser um manual para os estudantes, provou ser a mais complexa e a o mais esclarecedor tratado em teologia cristã já escrito. Apesar de não o ter terminado, Tomas o organizou em três partes e tem um total de 38 tratados separados, 612 questões, 3.120 artigos e aproximadamente 10.000 objeções individuais. Seus escritos incluem ainda : Um comentário sobre a sentença de Pedro Lombardi "De Ente et Essentia" (Da Essencia do Ser); Comentários Bíblicos, De Regimine Principium (Em Ser Rei) ; Contra Impugnantes Religionem,(na defesa da Ordem dos Mendicantes) ; De Perfectae Vitae Spiritualis (sobre a vida espiritual); De Unitate Intellectus Contra Averroistas,( contra os Averroistas) ; Comentários sobre Aristóteles ; Quaestiones Disputatae e Quaestiones Quodlibetales, (uma coleção e debate de questões a serem examinadas nas salas de leituras) e a " Summa Contra Gentiles (Summa de Veritate Catholicae Fidei Contra Gentiles), que é um manual que converte para a fé cristã os escritos de São Raymond Peñafort. Tomas o fez para ser usado pelos missionários entre os judeus e os muçulmanos. São Tomas foi canonizado pelo Papa João XXII em 1323 e conhecido como Doutor Angelicus e Doutor Communis em honra da sua enorme contribuição aos ensinamentos católicos. Em 1880 o Papa Leão XIII honrou São Tomas como o patrono das escolas, colégios e universidades.
É ainda o padroeiro da castidade entre os jovens. Entre as jovens é a Santa Maria Goretti.
Na liturgia ele é mostrado como um Dominicano, segurando um livro com raios de luz emanando do seu peito |
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| Os Dreitos da Pessoa Idosa |
| 27/1/2010 |
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O IDOSO TEM DIREITO À VIDA
O IDOSO TEM DIREITO À SAÚDE
Todos têm algo para oferecer, independentemente da idade. As crianças, ainda que não cooperem com sua força física, contribuem com a alegria em uma casa. E com o passar dos dias, os nossos pequenos irão fazer novas descobertas, adquirindo uma nova percepção a respeito do mundo. Após alguns anos, eles passarão pela puberdade, entrarão na vida adulta e, pouco a pouco, a presença deles se tornará mais participativa na sociedade. No ciclo da vida, como todas as coisas, aquelas crianças, que um dia encantaram a família com sua destreza, também vão adentrar na terceira fase da vida e já não chamarão mais a atenção como antes. Por terem se tornado pessoas “velhas”, nem o conhecimento absorvido ao longo dos anos as tirará do “exílio” social
Os direitos da pessoa idosa
A família, a sociedade e o Estado, tem o dever de amparar o idoso garantindo-lhe o direito à vida;
· Os filhos maiores tem o dever de ajudar a amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade;
· Poder público deve garantir ao idoso condições de vida apropriada;
· A família, a sociedade e o poder público, devem garantir ao idoso acesso aos bens culturais, participação e integração na comunidade;
·Idoso tem direito de viver preferencialmente junto a família;
· Idoso deve ter liberdade e autonomia Idoso não pode sofrer discriminação de qualquer natureza;
· A família, a sociedade e o Estado tem o dever de: assegurar ao idoso os direitos de cidadania;
· Assegurar sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem estar;
· Os idosos devem ser respeitados pelos motoristas de ônibus, que devem atender suas solicitações de embarque e desembarque, aguardando sua entrada e saída com o ônibus parado;
· Todos os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviço deverão dar preferência ao atendimento ao idoso, devendo ter placas afixadas em local visível com os seguintes dizeres: "Mulheres gestantes, mães com criança de colo, idosos, e pessoas portadoras de deficiência têm atendimento preferencial";
A aposentadoria após completar o tempo de serviço de 35 anos para os homens e 30 anos para a mulher;
· A aposentadoria proporcional por idade 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres;
· Ao benefício de prestação continuada, se tiver idade superior a 67 anos e não possuir outras rendas e sua família não dispuser de meios para assisti-lo; · receber apoio jurídico do Estado, se não tiver meios de provê-los;
· Acolhimento provisório através de Centros-Dia, e /ou Casas-Lares;
· Ser atendido nos plantões sociais da Secretaria Municipal da Família e Bem-Estar Social, recebendo orientação, encaminhamentos, óculos e documentação;
· Os idosos inscritos no Programa de Atendimento à Terceira Idade da Secretaria Municipal da Família e Bem-Estar Social – FABES – têm o direito de receber "O Leite para a Vovó".
O poder público deve:
·Garantir ao idoso acesso à saúde;
· Criar serviços alternativos de saúde para o idoso;
· Prevenir, promover, proteger e recuperar a saúde do idoso;
· Idoso tem direito ao atendimento preferencial nos postos de saúde e hospitais municipais, juntamente com as gestantes, deficientes, devendo os mesmos serem adaptados para o seu atendimento;
· Iidoso tem direito de ser vacinado anualmente contra gripe e pneumonia;
· Idoso deve ser informado sobre a prevenção e controle da osteoporose. · Dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria;
· Aos órgãos estaduais e municipais de educação compete:
· Implantar programas educacionais voltados para o idoso, estimulando e apoiando assim, a admissão do idoso na universidade;
· Incentivar o desenvolvimento de programas educativos voltados para a comunidade, ao idoso e sua família, mediante os meios de comunicação de massa;
· Incentivar a inclusão nos programas educacionais de conteúdo sobre o envelhecimento;
·Incentivar a inclusão de disciplinas de Gerontologia e Geriatria nos currículos dos cursos superiores;
· Idoso tem o direito de participar do processo de produção, reelaboração e fruição dos bens culturais;
· Saber do idoso deve ser valorizado, registrado e transmitido aos mais jovens como meio de garantir a sua continuidade, preservando-se a identidade cultural Aos órgãos públicos, no âmbito estadual e municipal, cabe: · Destinar, nos programas habitacionais, unidades em regime de comodato ao idoso, na modalidade de casas-lares;
· Incluir nos programas de assistência ao idoso formas de melhoria de condições de habitabilidade e adaptação de moradia, considerando o seu estado físico e sua independência de locomoção;
· Elaborar critérios que garantam o acesso da pessoa idosa à habitação popular;
· Diminuir barreiras arquitetônicas e urbanas.
Todo cidadão tem o dever de denunciar à autoridade competente qualquer forma de negligência ou desrespeito ao idoso; · Ao Ministério da Justiça (nos âmbitos estadual e municipal) compete zelar pela aplicação das normas sobre o idoso, determinando ações para evitar abusos e lesões a seus direitos, assim como acolher as denúncias para defender os direitos da pessoa idosa junto ao Poder Judiciário.
O idoso, homem com 65 anos e mulher com 60 anos, está isento do pagamento de tarifa em todas as linhas urbanas de ônibus e trolebus operados pela SP Transporte e empresas particulares permissionárias de serviço de transporte coletivo; · Todos os veículos empregados nas linhas de transporte coletivo de passageiros, no município de São Paulo, deverão ter os quatro primeiros lugares sentados, da sua parte dianteira, reservado para uso por gestantes, mulheres portando bebês ou crianças de colo, idosos e deficientes físicos.
Os aposentados e idosos têm direito a meia-entrada para ingresso nos cinemas, teatros, espetáculos e eventos esportivos realizados no âmbito do município de São Paulo;
· Foi instituído, no âmbito do município de São Paulo, o passeio turístico gratuito para as pessoas com mais de 65 anos de idade. · As unidades esportivas municipais deverão estar voltadas ao atendimento esportivo, cultural, de recreação e lazer da população, destinando atendimento específico às crianças, aos adolescentes, aos idosos e aos portadores de deficiência; · O município deve destinar recursos orçamentários para incentivar a adequação dos locais já existentes e a previsão de medidas necessárias quando da construção de novos espaços, tendo em vista a prática de esportes, de recreação e de lazer por parte dos portadores de deficiências, idosos e gestantes de maneira integrada aos demais cidadãos;
Em nossa Paróquia existe a Pastoral da Pessoa Idosa que tem como objetivo assegurar a dignidade e a valorização integral das pessoas idosas, através da promoção humana e espiritual, respeitando seus direitos, num processo educativo de formação continuada destas, de suas famílias e de suas comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político, para que as famílias e as comunidades possam conviver respeitosamente com as pessoas idosas, protagonistas de sua auto-realização” (Estatuto da Pastoral da Pessoa Idosa, artigo 2º). |
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| Eucaristia e Missões |
| 26/1/2010 |
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A Igreja é essencialmente missionária e não mede esforços para anunciar corajosamente, na sua íntegra, o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Somos chamados a testemunhar que a “Eucaristia é a fonte e o ápice de toda evangelização”. (Presbyterorum Ordinis, 5). “A Eucaristia é o coração pulsante da missão; é a sua fonte e o seu único fim”. (Instrumentum Laboris, 88).
É na celebração da Santa Missa que renovamos nossos ideais de testemunhar ao mundo nossa pertença a Cristo. É da constante participação na Eucaristia que, com docilidade, vamos deixando Cristo agir em nossas almas. Quando participamos retamente da Sagrada Comunhão, sentimos em nosso íntimo a necessidade de se levar ao outro a graça de poder vivenciar, em plenitude, a maravilha de ser filho de Deus. Ao final da Santa Missa, o sacerdote realiza o envio missionário, dizendo-nos: “Ide em paz e o Senhor vos acompanhe!” Esse mandato missionário deve nos levar a partir para nossas famílias e nossos ambientes, refletindo: O que posso e devo fazer para que Cristo seja amado e reconhecido como único e verdadeiro Deus?
Diante da Mesa Eucarística, somos Igreja, comunidade orante e missionária, que se reúne para participar da fração do pão. Mediante a fração do pão, realizamos um encontro com Jesus Cristo. “O encontro com Cristo, continuamente aprofundado na intimidade eucarística, suscita na Igreja e em cada cristão a urgência de testemunhar e evangelizar”.(João Paulo II, Mane Nobiscum Domine, 24). Esse encontro com Cristo Eucarístico nos faz sair de nosso comodismo e nos leva ao encontro do outro. A Eucaristia nos faz anunciar a grandeza de Deus. A Eucaristia nos faz perceber que “nós não anunciamos a nós próprios. Anunciamos o Cristo. Isto exige nossa humildade, a cruz de seguimento. Mas é justamente isto que nos liberta, enriquece e engrandece”. (Cardeal Joseph Ratzinger, homilia pronunciada no Seminário Maior de Filadélfia, em janeiro de 1990).
O Cristo Eucarístico nos leva a refletir sobre como, na condição de amantes da Eucaristia, podemos demonstrar hoje, nas realidades cotidianas, o que acreditamos e, assim, expressar as boas coisas que Deus opera em nós. Em ação de graças, devemos reconhecer que “o principal dever dos homens e das mulheres é dar testemunho de Cristo pelo exemplo e pela palavra, na família, no ambiente social e no âmbito da profissão. Importa que neles transpareça o novo homem, criado segundo Deus na justiça e na santidade da verdade”. (Ad Gentes, 21). A maior parte de nosso tempo é gasto no desempenho de nossas atividades profissionais, estudantis e familiares e é nesses ambientes que devemos demonstrar uma plena coerência de vida que demonstre sem necessidade de palavras que somos discípulos de Jesus Cristo. Mas, se for preciso, recorramos às palavras para bradar que “o que nós vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também vós estejais em comunhão conosco!” (1 Jo 1,3). Em comunhão sentimos que “a celebração eucarística é a fonte das diversas obras de caridade e de ajuda recíproca, da ação missionária e das várias formas de testemunho cristão”. (Papa João Paulo II, Audiência em 02 de dezembro de 1998).
Por meio da Eucaristia, adquirimos a convicção de que devemos nos interessar pela salvação de todos os homens e de que é nosso dever atuar como missionários. Como missionários sentimos a necessidade de conhecer profundamente a Boa Nova de Cristo. Como missionários temos a plena certeza de que a Eucaristia nos prepara para o anúncio e nos dá a disposição de proclamar a justiça e a verdade. Nossa missão terá crédito quando pudermos demonstrar que é o Cristo Eucarístico que nos conduz em direção a novas messes. Nossa missão terá crédito todas as vezes que propusermos aos homens os grandes valores humanos que Cristo nos outorgou, pois “em uma comunidade sedenta de autênticos valores humanos e que sofre tantas divisões e fraturas, a comunidade dos fiéis há de ser portadora da luz do Evangelho, com a certeza de que a caridade é antes de tudo comunicação da verdade”. (Papa Bento XVI a peregrinos madrilenos em 04 de julho de 2005).
A Eucaristia nos faz perceber que cada discípulo de Jesus Cristo tem a sua parte na tarefa de propagar a fé e divulgar o Evangelho. É ao redor da Mesa Eucarística que Cristo nos diz: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura”. (Mc 16,15). Amparados no Cristo Eucarístico, sigamos em frente, pois há um imenso campo onde podemos e devemos realizar um fecundo apostolado, uma fecunda obra missionária. É nossa missão repassar, transmitir o Cristo inteiro com suas exigências e compromissos. Nós devemos cada vez mais crer que “todos necessitam do Evangelho. O Evangelho está destinado a todos e não apenas a um grupo determinado, e por isso devemos buscar novos caminhos para levar o Evangelho a todos. (...) A Igreja sempre evangeliza e nunca interrompeu o seu caminho de evangelização. Celebra diariamente o mistério eucarístico, administra os sacramentos, anuncia a palavra da vida, a Palavra de Deus, e compromete-se em favor da justiça e da caridade. E essa evangelização produz frutos: dá luz e alegria, mostra o caminho da vida a um imenso número de pessoas”. (Cardeal Joseph Ratzinger, Mensagem no Congresso de catequistas e professores de religião, Roma, dezembro de 2000).
Graças à Eucaristia, o ardor missionário constantemente renasce. Na Eucaristia, encontramos a fortaleza necessária para seguir em frente, com esperança, testemunhando com entusiasmo, “as razões da nossa fé”, (1 Pd 3,15). A Eucaristia nos faz missionários. Missionários da Boa Nova de Cristo que reconhecem que “a santidade é a manifestação plena da salvação. Só vivendo como salvados é que nos tornamos arautos credíveis da salvação. Por outro lado, cada vez que tomamos consciência da vontade de Cristo de oferecer a todos a salvação, não pode deixar de se reavivar no nosso espírito o ardor missionário, incitando cada um de nós a fazer-se ‘tudo, para todos, para salvar alguns a todo o custo’”. (Carta do Santo Padre João Paulo II aos sacerdotes por ocasião da Quinta-Feira Santa de 2005). |
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| A igreja celebra hoje a Solenidade da Conversão de São Paulo Apóstolo |
| 25/1/2010 |
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A festa litúrgica de 25 de janeiro foi instituída pela Igreja para dar graças a Deus pelos imensos benefícios que ela recebeu de Deus através de São Paulo. O seu martírio é celebrado junto com São Pedro no dia 29 de junho. Em primeiro lugar a Igreja quer agradecer a Deus a sua conversão, depois, a sua vocação e a missão de pregar o Evangelho aos Gentios.
São Paulo (ou Saulo) nasceu em Tarso (Município de Roma) na Cilícia (Ásia menor) no início da era cristã, de família israelita, da tribo de Benjamim; muito fiel à doutrina e à tradição judaica; seu pai comprara a cidadania romana, o que era possível naquele tempo, então Saulo nasceu como cidadão romano, legalmente.
Aos 15 anos de idade foi enviado para Jerusalém onde recebeu a formação do rabino Gamaliel (At 22,3; 26,4; 5,34), e foi formado na arte rabínica de interpretar as Escrituras, e deve ter aprendido a profissão de curtidor de couro, seleiro.
Por volta do ano 36 era severo perseguidor dos cristãos, mas se converteu espetacularmente quando o próprio Senhor lhe apareceu na estrada de Jerusalém para Damasco, onde foi batizado por Ananias. Em seguida permaneceu num lugar perto de Damasco chamado Arábia.
São Paulo esteve no apedrejamento de Santo Estevão, e sem dúvida as orações desse Santo na hora da morte foram fundamentais para a graça da conversão de São Paulo.
No ano 39 se encontrou com Pedro e Tiago em Jerusalém (Gal 1,18) e depois voltou para Tarso (At 9,26-30) acabrunhado pelo fracasso do seu trabalho em Jerusalém. Ali ficou por cerca de 5 anos, até o ano 43. Nesta época, Barnabé, seu primo, que era discípulo em Antioquia, importante comunidade cristã fundada por S.Pedro, o levou para lá.
Em 44 Paulo e Barnabé foram encarregados pela comunidade de Antioquia para levar a ajuda financeira aos irmãos pobres de Jerusalém. No ano 45, por inspiração do Espírito Santo, Paulo e Marcos (o evangelista) foram enviados a pregar aos gentios (At 13,1-3).
A primeira viagem durou cerca de 3 anos (45-48) percorrendo a ilha de Chipre e parte da Ásia Menor. No ano de 49 Paulo e Barnabé vão a Jerusalém para o primeiro Concílio da Igreja, para resolver a questão da circuncisão, surgida em Antioquia. Esta presença de São Paulo em Jerusalém foi fundamental para que o Cristianismo não ficasse dependente do antigo judaísmo, como uma “seita” a mais. Graças a ele os pagãos ficaram livres da circuncisão e o Cristianismo surgiu com nova força.
A segunda viagem apostólica de São Paulo foi de 50 a 53, durante a qual Paulo escreveu, em Corinto, as duas Cartas aos Tessalonicenses (At 15,36-18,22). São as primeiras Cartas de Paulo.
A terceira viagem foi de 53 a 58. Neste período ele escreveu “as grandes epístolas”, Gálatas e I Coríntios, em Éfeso; II Coríntios, em Filipos; e aos Romanos, em Corinto. No final desta viagem Paulo foi preso por ação dos judeus e entregue ao tribuno romano Cláudio Lísias, que o entregou ao procurador romano Felix, em Cesaréia. Aí Paulo ficou preso dois anos (58-60), onde apelou para ser julgado em Roma; tinha direito a isso por ser cidadão romano. Partiu de Cesaréia no ano 60 e chegou em Roma em 61, após sério naufrágio perto da ilha de Malta.
Em Roma ficou preso domiciliar até 63. Neste período ele escreveu as chamadas “cartas do cativeiro” (Filemon, Colossenses, Filipenses e Efésios). Depois deste período Paulo deve ter sido libertado e ido até a Espanha, “os confins do mundo” (Rom 15,24), como era seu desejo. Em seguida deve ter voltado da Espanha para o oriente, quando escreveu as Cartas pastorais a Tito e a Timóteo, por volta de 64-66.
Foi novamente preso no ano 66, no oriente, e enviado a Roma, sendo morto em 67 face à perseguição de Nero contra os cristãos desde o ano 64. S. Paulo foi um dos homens mais importantes do cristianismo. Deixou-nos 14 Cartas.
A festa litúrgica da conversão de são Paulo apareceu no século VI e é própria da Igreja latina. O martírio do Apóstolo dos gentios é comemorado no dia 29 de junho. A celebração do dia 25 de janeiro tem por finalidade considerar as várias facetas do Apóstolo por excelência. Ele diz de si mesmo: “Eu trabalhei mais que todos os apóstolos…”, mas também: “Eu sou o menor dos apóstolos… não sou digno de ser chamado apóstolo”.
Apresenta, ele mesmo, as credenciais: viu o Senhor, Cristo ressuscitado lhe apareceu, ele é testemunho da Ressurreição de Cristo, foi enviado diretamente por Cristo. É como um dos Doze. Pertence a Jesus desde aquela hora em que, no caminho de Damasco, vencido por Cristo e prostrado em terra perguntou-lhe: “Senhor, que queres que eu faça?” Paulo então passou a pregar e propagar a fé que desejava exterminar. Em poucos segundos de contato direto Jesus o transformou de um ferrenho perseguidor no maior Apóstolo do seu Evangelho em todos os tempos.
São Paulo tirou da sua experiência esta consoladora conclusão: “Jesus veio a esta mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro. Precisamente por isso encontrei misericórdia. Em mim especialmente Jesus Cristo quis mostrar toda a sua longanimidade, para que eu sirva de exemplo a todos aqueles que pela fé nele alcançarão a vida eterna.” “Conheço um homem em Cristo que foi arrebatado até ao terceiro céu. Se no corpo ou fora do corpo, não sei. Deus o sabe. Só sei que esse homem ouviu palavras inefáveis…” (2Cor 12,2).
São Paulo foi um Apóstolos de “fogo”; apaixonado por Jesus Cristo até a última fibra do seu corpo. Cristo era tudo para ele: “Para mim no viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fil 1, 21). “Tudo posso Naquele que me dá forças” (Fil 4,13). “Estou pregado à cruz de Cristo. Eu vivo, mas já não sou que vivo, é Cristo que vive em mim”. (Gal 2, 19-20).
Terminou a vida dizendo: “Combati o bom combate, terminei minha carreira, guardei a fé” (1Tm 4,7) São Pedro e São Paulo foram as grandes colunas da Igreja em Roma; martirizados pelo mesmo Nero derramaram o seu sangue em Roma. Desde então a Sede da Igreja está em Roma. |
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| Queremos ver Jesus |
| 24/1/2010 |
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Evangelizar é nosso dever.
Dever daqueles que já acolheram a Palavra em sua vida, Jesus em seu coração.
No entanto, nem sempre temos sucesso ao anunciar a Palavra de Deus, e percebemos que apesar do nosso esforço as pessoas não conseguem perceber a graça de Deus, o Emanuel, Deus conosco, a Boa Nova da Salvação e com isso, acabam não acolhendo Jesus em seus corações. A eficácia da evangelização é obstruída, prejudicada porque alguma coisa em nós, nas circunstâncias ou nas pessoas, não permitiu que estas vissem Jesus. Evangelizar é mostrar Jesus, como João Batista: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” Jo 1,29. E “importa que Ele cresça e eu diminua” Jo 3,30. Sim, é preciso que Jesus cresça e que nós diminuamos. As pessoas não podem parar em nós, precisamos ser transparentes para que elas vejam Jesus através de nós e passem por nós a Jesus. E esse passar não significa que sejamos caminho obrigatório, mas uma entre as infinitas opções de Deus, que Ele resolveu dispor em determinada situação. Precisamos resplandecer a face de Jesus. Não basta falarmos do amor de Deus, é preciso mostrar com a vida, com o testemunho. E ser o amor de Jesus para o outro. Ser coerente com o que diz, ser coerente com a fé que professamos. É preciso ter Jesus no coração e deixar-se ficar no coração de Jesus. Porque ninguém pode mostrar o que não viu, nem dar o que não tem. É preciso ser o barro nas mãos do oleiro, ser o vaso que carrega a água do Espírito Santo e a distribui. Mas é necessário encher primeiro este vaso, para depois poder servir a água, e enchê-lo com a água do Espírito repetidas vezes. É preciso buscar ver Jesus, como Zaqueu, deixá-lo entrar e transformar nossa vida. Lc 19, 1-9 |
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| Mensagem para o 44º Dia Mundial das Comunicações - 2010 |
| 23/1/2010 |
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Queridos Irmãos e Irmãs,
O tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais - "O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra" - insere-se perfeitamente no trajeto do Ano Sacerdotal e traz à ribalta a reflexão sobre um âmbito vasto e delicado da pastoral como é o da comunicação e do mundo digital, que oferece ao sacerdote novas possibilidades para exercer o seu serviço à Palavra e da Palavra. Os meios modernos de comunicação fazem parte, desde há muito tempo, dos instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se expressam, entrando em contato com o seu próprio território e estabelecendo, muito frequentemente, formas de diálogo mais abrangentes, mas a sua recente e incisiva difusão e a sua notável influência tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal.
A tarefa primária do sacerdote é anunciar Cristo, Palavra de Deus encarnada, e comunicar a multiforme graça divina portadora de salvação mediante os sacramentos. Convocada pela Palavra, a Igreja coloca-se como sinal e instrumento da comunhão que Deus realiza com o homem e que todo o sacerdote é chamado a edificar n’Ele e com Ele. Aqui reside a altíssima dignidade e beleza da missão sacerdotal, na qual se concretiza de modo privilegiado aquilo que afirma o apóstolo Paulo: "Na verdade, a Escritura diz: "Todo aquele que acreditar no Senhor não será confundido". [...] Portanto, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mas como hão-de invocar Aquele em quem não acreditam? E como hão-de acreditar n’Aquele de quem não ouviram falar? E como hão-de ouvir falar, se não houver quem lhes pregue? E como hão-de pregar, se não forem enviados?" (Rm 10,11.13-15).
Hoje, para dar respostas adequadas a estas questões no âmbito das grandes mudanças culturais, particularmente sentidas no mundo juvenil, tornaram-se um instrumento útil as vias de comunicação abertas pelas conquistas tecnológicas. De fato, pondo à nossa disposição meios que permitem uma capacidade de expressão praticamente ilimitada, o mundo digital abre perspectivas e concretizações notáveis ao incitamento paulino: "Ai de mim se não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9,16). Por conseguinte, com a sua difusão, não só aumenta a responsabilidade do anúncio, mas esta torna-se também mais premente reclamando um compromisso mais motivado e eficaz. A este respeito, o sacerdote acaba por encontrar-se como que no limiar de uma "história nova", porque quanto mais intensas forem as relações criadas pelas modernas tecnologias e mais ampliadas forem as fronteiras pelo mundo digital, tanto mais será chamado o sacerdote a ocupar-se disso pastoralmente, multiplicando o seu empenho em colocar os media ao serviço da Palavra.
Contudo, a divulgação dos "multimídia" e o diversificado "espectro de funções" da própria comunicação podem comportar o risco de uma utilização determinada principalmente pela mera exigência de marcar presença e de considerar erroneamente a internet apenas como um espaço a ser ocupado. Ora, aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica, para desempenharem o próprio papel de animadores de comunidades, que hoje se exprimem cada vez mais frequentemente através das muitas "vozes" que surgem do mundo digital, e anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis inclusive para a evangelização e a catequese.
Através dos meios modernos de comunicação, o sacerdote poderá dar a conhecer a vida da Igreja e ajudar os homens de hoje a descobrirem o rosto de Cristo, conjugando o uso oportuno e competente de tais meios - adquirido já no período de formação - com uma sólida preparação teológica e uma espiritualidade sacerdotal forte, alimentada pelo diálogo contínuo com o Senhor. No impacto com o mundo digital, mais do que a mão do operador dos media, o presbítero deve fazer transparecer o seu coração de consagrado, para dar uma alma não só ao seu serviço pastoral, mas também ao fluxo comunicativo ininterrupto da "rede".
Também no mundo digital deve ficar patente que a amorosa atenção de Deus em Cristo por nós não é algo do passado nem uma teoria erudita, mas uma realidade absolutamente concreta e atual. De fato, a pastoral no mundo digital há de conseguir mostrar, aos homens do nosso tempo e à humanidade desorientada de hoje, que "Deus está próximo, que, em Cristo, somos todos parte uns dos outros" [Bento XVI, Discurso à Cúria Romana na apresentação dos votos de Natal: "L’Osservatore Romano" (21-22 de Dezembro de 2009) pág. 6].
Quem melhor do que um homem de Deus poderá desenvolver e pôr em prática, mediante as próprias competências no âmbito dos novos meios digitais, uma pastoral que torne Deus vivo e atual na realidade de hoje e apresente a sabedoria religiosa do passado como riqueza donde haurir para se viver dignamente o tempo presente e construir adequadamente o futuro? A tarefa de quem opera, como consagrado, nos media é aplanar a estrada para novos encontros, assegurando sempre a qualidade do contato humano e a atenção às pessoas e às suas verdadeiras necessidades espirituais; oferecendo, às pessoas que vivem nesta nossa era "digital", os sinais necessários para reconhecerem o Senhor; dando-lhes a oportunidade de se educarem para a expectativa e a esperança, abeirando-se da Palavra de Deus que salva e favorece o desenvolvimento humano integral. A Palavra poderá assim fazer-se ao largo no meio das numerosas encruzilhadas criadas pelo denso emaranhado das auto-estradas que sulcam o ciberespaço e afirmar o direito de cidadania de Deus em todas as épocas, a fim de que, através das novas formas de comunicação, Ele possa passar pelas ruas das cidades e deter-se no limiar das casas e dos corações, fazendo ouvir de novo a sua voz: "Eu estou à porta e chamo. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo" (Ap 3, 20).
Na Mensagem do ano passado para idêntica ocasião, encorajei os responsáveis pelos processos de comunicação a promoverem uma cultura que respeite a dignidade e o valor da pessoa humana. Este é um dos caminhos onde a Igreja é chamada a exercer uma "diaconia da cultura" no atual "continente digital". Com o Evangelho nas mãos e no coração, é preciso reafirmar que é tempo também de continuar a preparar caminhos que conduzam à Palavra de Deus, não descurando uma atenção particular por quem se encontra em condição de busca, mas antes procurando mantê-la desperta como primeiro passo para a evangelização. Efetivamente, uma pastoral no mundo digital é chamada a ter em conta também aqueles que não acreditam, caíram no desânimo e cultivam no coração desejos de absoluto e de verdades não caducas, dado que os novos meios permitem entrar em contato com crentes de todas as religiões, com não-crentes e pessoas de todas as culturas. Do mesmo modo que o profeta Isaías chegou a imaginar uma casa de oração para todos os povos (cf. Is 56,7), não se poderá porventura prever que a internet possa dar espaço - como o "pátio dos gentios" do Templo de Jerusalém - também àqueles para quem Deus é ainda um desconhecido?
O desenvolvimento das novas tecnologias e, na sua dimensão global, todo o mundo digital representam um grande recurso, tanto para a humanidade no seu todo como para o homem na singularidade do seu ser, e um estímulo para o confronto e o diálogo. Mas aquelas apresentam-se igualmente como uma grande oportunidade para os crentes. De fato nenhum caminho pode, nem deve, ser vedado a quem, em nome de Cristo ressuscitado, se empenha em tornar-se cada vez mais solidário com o homem. Por conseguinte e antes de mais nada, os novos media oferecem aos presbíteros perspectivas sempre novas e, pastoralmente, ilimitadas, que os solicitam a valorizar a dimensão universal da Igreja para uma comunhão ampla e concreta; a ser no mundo de hoje testemunhas da vida sempre nova, gerada pela escuta do Evangelho de Jesus, o Filho eterno que veio ao nosso meio para nos salvar. Mas, é preciso não esquecer que a fecundidade do ministério sacerdotal deriva primariamente de Cristo encontrado e escutado na oração, anunciado com a pregação e o testemunho da vida, conhecido, amado e celebrado nos sacramentos sobretudo da Santíssima Eucaristia e da Reconciliação.
A vós, queridos Sacerdotes, renovo o convite a que aproveiteis com sabedoria as singulares oportunidades oferecidas pela comunicação moderna. Que o Senhor vos torne apaixonados anunciadores da Boa Nova na "ágora" moderna criada pelos meios atuais de comunicação.
Com estes votos, invoco sobre vós a proteção da Mãe de Deus e do Santo Cura d’Ars e, com afeto, concedo a cada um a Bênção Apostólica.
Vaticano, 24 de Janeiro - dia de São Francisco de Sales - de 2010
Fonte: cancaonova.com |
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| Hoje a igreja celebra a festa de São Vicente |
| 22/1/2010 |
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Nossa Igreja comemora hoje dois santos com o mesmo nome, São Vicente Zaragoza que, nasceu em Huesca, na Espanha, mais viveu desde menino em Zaragoza, na Espanha. Estudou com o bispo Valério e como era bom comunicador, foi destacado para ser orador, pregando o evangelho e o cristianismo.
São Vicente Zaragoza foi um mártir perseguido durante o império de Diocleciano que o mandou para sessões de torturas em Valência, também Espanha. Mas nenhum castigo conseguiu que ele negasse sua fé. Seu martírio aconteceu por volta do ano 305, depois de muitos suplícios.
São Vicente Palotti era natural de Roma e nasceu em 1795, era formado em Filosofia e Teologia na escola de São Pantaleão. Fundou escolas para que as pessoas pudessem aprender mais sobre agricultura, conseguindo instituir aulas noturnas para os operários que desejam estudar e cursos para carpinteiros, cordoeiros ou alfaiates. Ele também foi o fundador da Sociedade do Apostolado Católico, uma comunidade de padres e leigos que ainda hoje existe e conta com adeptos espalhados por todo o mundo. São conhecidos como palotinos.
Entre seus grandes feitos, podemos salientar sua importante participação no combate à epidemia de cólera que quase dizimou a população de Roma em 1837.
São Vicente Palotti morreu no ano de 1850. Ele também foi o confessor do Papa Pio IX. |
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| Haiti,há milagres no meio da desolação! |
| 21/1/2010 |
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Resgate no Haiti
Nos últimos dias, todos nós estivemos horrorizados pelas cenas de morte e destruição no Haiti. Milhões de pessoas como nós buscam formas de aliviar o sofrimento do povo haitiano. Não há dúvida de que, nos próximos dias, serão pronunciadas milhares de homilias para nos ajudar a compreender porque um Deus de amor pode permitir tamanho sofrimento. Hoje nesta quinta-feira de Adoração rezemos pelos nossos irmãos do Haiti.
Quando o silêncio era rompido pelas lágrimas, e meus olhos teimavam em ver toda aquela situação. A luta dos guerreiros chamados bombeiros, soldados e voluntários, salva vidas. Para resgatar, quem sabe encontrar um sinal de vida no meio de tanta destruição. Não precisa ter tanta fé, para ver o milagre. Eu posso afirmar com certeza: Deus não queria isso não! Pois diz a Sua palavra: “Não tenho prazer na morte do pecador, mas que ele se converta e viva” (cf. Ezequiel 33,11). Deus me chama a conversão, mudar de vida. E me faz refletir, é preciso estar sempre preparado, não posso perder tempo. Enquanto muitos ficavam fixados na tragédia, na dor, na indignação. Eu via muitos milagres que aconteceram ao redor, dos escombros dos olhos que não querem ver, nem ouvir. Da enfermeira grávida que foi salva pela equipe de resgate dias depois, da menina que o mundo inteiro conheceu sua fé de que iria sobreviver. Daquele homem que embaixo do seu mercado viveu de esperança e pasta de amendoim, daquela idosa de mais de 70 anos que encheu de lagrimas os olhos dos “Anjos de resgate”… Os olhos assustados da menina agradeciam pela vida. Isso sim não tem explicação, isso é milagre! Isso é ver com outros olhos, é enxergar com o coração. Aquela tragédia, que mexeu com o nosso coração, Mas que no meio de tantos destroços, para quem quer ver e ouvir; Encontrão - se milagres, sinal de esperança no meio da desolação! Há quanto tempo aquele povo sofre, o país mais pobre das Américas, nisto sim precisa acontecer um milagre, as nações que não se entenderão em Copenhague, agora se unem em favor dos irmãos. Prova para todos nós que a “natureza” que dividiu, agora pode unir as forças. Mas não julguemos não, pois quem abre os olhos é Deus. Como da mesma forma, só Ele consegue tirar de um grande mal um bem ainda maior. Cabe a nós, disso tudo tirar uma grande lição, eu já tenho tirado a minha e você? Continuemos a rezar, pois a revolta não levará a nada, Mas o milagre da vida pode mudar o destino do nosso mundo e daquelas pessoas. Convido você a ver diferente, a enxergar com o coração, a continuar tento fé. arregacemos as mangas e ajudemos nosso Deus a promover mais milagres naqueles haitianos que vem tentando sobreviver muito antes do terremoto. Qual o milagre Já se realizou ou precisa se realizar em sua vida?
Padre Luizinho Fonte: canaonova.com |
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| A igreja celebra hoje Santa Inês ou Agnes |
| 21/1/2010 |
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Virgem e mártir do século III e de família nobre e rica. Segundo a tradição a medida que crescia se tornava uma linda donzela de sedutora beleza. Seus cabelos vermelhos e longos acendia os desejos dos jovens romanos. Mas ela, havia prometido castidade perpétua e sofreu várias tentativas de violações, sempre orando a Jesus para protegê-la.Assim, o primeiro homem que a quis violar foi cegado por um raio de luz. Santa Inês o perdoou e ele pode ver de novo.
Foi então denunciada como sendo cristã. Prenderam-na e a torturam para que ela oferecesse sacrifícios aos desuses romanos e como ela recusasse, levaram-na para um bordel, mas o homem que tentou violentá-la foi morto por um raio de luz (este bordel ainda existe, com uma inscrição do Papa Damasus I; assim, é provável que esta história seja verdadeira). O bordel ficava debaixo do arco onde é hoje a Praça Navona. O arco forma a cripta da Igreja de Santa Agnes em Agone.
Diz a tradição que foi aceso uma fogueira para ela ser queimada, e quando colocada na pira ela orou e o fogo milagrosamente se extinguiu. Colocada para ser desmembrada por cavalos, os seus punhos eram muito pequeninos e não havia grilhões de ferros para ela. Tentaram amarrá-la com correntes mas estas escorregavam em seu corpo ou simplesmente arrebentavam. Finalmente foi decapitada com espada. Por causa da influência de sua família, seu corpo não foi atirado no rio (como era costume) e foi enterrado no cemitério da família. Hoje forma a catacumba de Santa Inês ao lado da igreja dedicada a ela, na Via Nomentana.
Vários milagres foram reportados em sua tumba e creditados à sua intercessão, e sua fama se espalhou rapidamente. Quando o Imperador Constantino quis ter sua filha batizada, ele o fez perto do local da igreja de Santa Inês fora dos muros, que foi erigida por ele sobre sua tumba. Em 382 o Papa Damasus I, que foi o primeiro a chamar Roma de "Sé Apostólica", restaurou a igreja de Santa Inês. Durante o reinado do Papa Paulo V as relíquias de Santa Inês foram encontradas no santuário da igreja.
Agnes significa, em grego, casta; e em latim, ovelha. Talvez por isto na arte litúrgica da Igreja ela é representada sempre segurando uma ovelha. Na sua festa, uma ou duas ovelhas são abençoados na sua igreja em Roma e de sua lã se faz alguns "palliuns" (duas tiras de lã branca) que o Papa confere aos Arcebispos como símbolo de sua jurisdição.
Ela é mencionada na Primeira Prece Eucarística. Segundo a tradição, Santa Inês ajuda a encontrar um noivo para um feliz casamento. É padroeira da pureza e da castidade, e é invocada na proteção da castidade. |
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| São Sebastião |
| 20/1/2010 |
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O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais oriundos de Milão, na Itália, no século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à de seus irmãos!
Ao entrar para o serviço no império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do império. Sebastião ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas do mistério da Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. Mas um apóstata denunciou-o para o império e lá estava ele, diante de um imperador muito triste, porque era uma traição ao império. Mas ele deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o império era este serviço. Denunciou o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensar que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem. Evangelizou, testemunhou, mas, desta vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.
São Sebastião, rogai por nós! |
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| Pastoral da Criança informa:A Paz começa em casa! |
| 19/1/2010 |
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Missão A Pastoral da Criança é uma organização comunitária, de atuação nacional, que tem seu trabalho baseado na solidariedade e na partilha do saber, para a vida plena das crianças.
Objetivo O objetivo da Pastoral da Criança é o desenvolvimento integral das crianças, da concepção aos seis anos de idade, promovendo, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político.
Atividades Os seus líderes visitam mensalmente as famílias acompanhadas, orientando-as sobre o desenvolvimento da criança desde o útero materno, o valor nutritivo dos alimentos e do aleitamento materno, controle da desnutrição, obesidade, doenças respiratórias, diarréia, uso do soro caseiro, prevenção de acidentes domésticos, controle social, entre outras ações.
Educação de Jovens e Adultos – alfabetização e mães e moradores das comunidades acompanhadas..
Brinquedos e Brincadeiras – para aumentar o interesse pelo brincar e pelo lazer nas comunidades, favorecendo a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento e educação das crianças.
Controle Social das Políticas Públicas - junto aos conselhos municipais de saúde, conselhos dos direitos da criança e do adolescente, conselho de segurança alimentar, entre outros.
Geração de Renda – projetos para promover a auto-sustentabilidades das famílias acompanhadas.
Rede de Comunicadores Populares em Rádio – para divulgar ações da Pastoral da Criança em todo o país
Todos os meses, milhares de líderes da Pastoral da Criança levam às famílias acompanhadas a mensagem da paz e da esperança. Os líderes da Pastoral da Criança sabem que a paz começa em casa. Por isso, nas visitas domiciliares conversam com as famílias sobre a importância de uma convivência harmoniosa entre os familiares para que as crianças possam crescer em um ambiente de paz. Além disso, entregam para as famílias o folheto com os 10 Mandamentos para a Paz na Família.
Hoje, crianças se tornam passíveis de abuso sexual. Idosos sofrem agressões físicas e privações morais. Não raro a criança e a pessoa idosa são negligenciadas ou agredidas de forma direta. Desapareceu o espírito de dedicação e sacrifício pelos outros. Dois extremos da sociedade estão profundamente fragilizados: crianças e pessoas idosas, muitas delas usáveis e descartáveis. Para combater abusos e maus tratos precisamos reaprender a conviver em família. Os pais precisam ser educados para conseguir educar os filhos. Todos nós precisamos aprender a amar sem egoísmo. Somente assim as famílias poderão se relacionar bem, com afeto e segurança. A Pastoral da Criança e a Pastoral da Pessoa Idosa contam com voluntárias/os que visitam as famílias. Nosso segredo é ir ao encontro delas e orientá-las com os exemplos de Jesus. Resultados positivos alcançados se devem ao cultivo da espiritualidade e também dos conhecimentos básicos de pediatria e gerontologia. Nossas voluntárias são capacitadas para trabalhar em equipe e tentar envolver as famílias na busca de soluções para vários problemas. Esse trabalho corresponde às políticas públicas de prevenção de doenças, de maus tratos, de abandono e de outros males que agravam a situação de desprezo ou de morte aos seres indefesos. A proposta da Pastoral da Criança visa o seu desenvolvimento pleno, assim como a Pastoral da Pessoa Idosa visa o envelhecimento saudável. Salvar vidas é o nosso ideal, superando a violência que contamina as estruturas do lar e da sociedade. O amor verdadeiro é recurso básico que as famílias não podem deixar de oferecer às crianças e às pessoas idosas. Esses dois extremos exigem de cada um de nós, além dos cuidados essenciais, o espírito humanitário e o preparo espiritual. Ainda que não se possua tantos recursos materiais, a dedicação depende do amor que cada um tem no coração. Estamos dispostos a fazer da nossa vida um dom de amor pelos que se encontram fragilizados? É preciso renunciar aos gostos pessoais para conseguir atender aos interesses da coletividade, começando em casa. Comecemos aprendendo a cultivar o carinho familiar, sem deixar de contar com políticas sociais inadiáveis.
"O amor verdadeiro é recurso básico que as famílias não podem deixar de oferecer às crianças e às pessoas idosas”
“Aproveite este momento tão especial para ser ou convidar mais pessoa para ser líder da Pastoral da Criança, bem como mais famílias e gestantes para fazerem parte desta grande família”
Informações no telefone (16) 3307.8587 |
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| A Pastoral da criança e a Pastoral da pessoa Idosa convida todos para a Missa em memória a Dra Zilda |
| 18/1/2010 |
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A missa em memória da Dra. Zilda Arns será realizada dia 20 de Janeiro as 19h na Catedral de São Carlos. A Pastoral da Pessoa Idosa e a Pastoral da Criança convida todos para juntos rezarmos por essa mulher que tanto nos deixou de ensinamentos .
Por favor Coordenadoras de Paróquia avise seus líderes para comparecerem . Venham com a camiseta da Pastoral .
Cordenadora Diocesa da Pastoral da Pessoa Idosa |
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| EM ÚLTIMO DISCURSO, DRA ZILDA PEDIU PROTEÇÃO PARA CRIANÇAS. |
| 18/1/2010 |
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"A construção da paz começa no coração das pessoas e tem seu fundamento no amor, que tem suas raízes na gestação e na primeira infância, e se transforma em fraternidade e responsabilidade social. A paz é uma conquista coletiva. Tem lugar quando encorajamos as pessoas, quando promovemos os valores culturais e éticos, as atitudes e práticas da busca do bem comum", disse ela, a uma plateia de 150 pessoas.
Antes de morrer no terremoto que abalou o Haiti, na terça-feira, a médica Zilda Arns Neumann, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, pediu, no que foi o último discurso, que os agentes sociais locais se engajassem na luta pela proteção à infância e na cobrança do governo por ações nas áreas de saúde e educação. Zilda viajou ao país para participar da Assembleia da Conferência dos Religiosos, realizada em Porto Príncipe, região mais atingida pelo tremor.
"A construção da paz começa no coração das pessoas e tem seu fundamento no amor, que tem suas raízes na gestação e na primeira infância, e se transforma em fraternidade e responsabilidade social. A paz é uma conquista coletiva. Tem lugar quando encorajamos as pessoas, quando promovemos os valores culturais e éticos, as atitudes e práticas da busca do bem comum", disse ela, a uma plateia de 150 pessoas.
Pediatra especializada em saúde pública, Zilda Arns recordou o início da carreira como médica e o engajamento na criação da Pastoral da Criança, a pedido do irmão, o arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns. Aos haitianos, contou como a Pastoral se desenvolveu no Brasil desde Florestópolis, no norte do Paraná, no início dos anos 1980, até chegar a todo o País.
"Por força da solidariedade fraterna, uma rede de 260 mil voluntários, dos quais 141 mil são líderes que vivem em comunidades pobres, 92% são mulheres e participam permanentemente da construção de um mundo melhor, mais justo e mais fraterno, em serviço da vida e da esperança", disse. "Hoje, a Pastoral está se estendendo a 20 países."
Após explicar detalhes e exemplificar as diversas campanhas realizadas pela entidade para melhorar a qualidade de vida das mulheres grávidas, famílias e crianças, Zilda Arns destacou o papel das ações da entidade na melhora dos indicadores sociais e econômicos brasileiros. Por fim, deixou a última mensagem. "Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los. Muito obrigada."
Fonte: Estadão |
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| OS PECADOS CONTRA O ESPÍRITO SANTO |
| 17/1/2010 |
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Todo o que tiver falado contra o Filho do Homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste século nem no século vindouro. (Mt. 12,32)
Quanto pior castigo julgais que merece quem calcar aos pés o Filho de Deus, profanar o sangue da aliança, em que foi santificado, e ultrajar o Espírito Santo, autor da graça! (Hb. 10,29)
O pontificado do Papa São Pio X de 1903 a 1914 – em seu Catecismo Maior, ensinou que são seis os pecados contra o Espírito Santo:
O pecado contra o Espírito Santo consiste na rejeição da graça de Deus; é a recusa da salvação. Implica numa rejeição completa à ação, ao convite e à advertência do Espírito Santo.
1º – Desesperar da salvação: quando a pessoa perde as esperanças na salvação, achando que sua vida já está perdida e que ela se encontra condenada antes mesmo do Juízo. Julga que a misericórdia divina é pequena. Não crê no poder e na justiça de Deus.
2º – Presunção de salvação, ou seja, a pessoa cultiva em sua alma uma idéia de perfeição que implica num sentimento de orgulho. Ela se considera salva, pelo que já fez. Somente Deus sabe se aquilo que fizemos merece o prêmio da salvação ou não. A nossa salvação pode ser perdida, até o último momento da nossa vida, e Deus é o nosso Juiz Eterno. Devemos crer na misericórdia divina, mas não podemos usurpar o atributo divino inalienável do Juízo.
O simples fato de já se considerar eleito é uma atitude que indica a debilidade da virtude da humildade diante de Deus. Devemos ter a convicção moral de que estamos certos em nossas ações, mas não podemos dizer que aos olhos de Deus já estamos definitivamente salvos.
Os calvinistas, por exemplo, afirmam a eleição definitiva do fiel, por decreto eterno e imutável de Deus.
A Igreja Católica ensina que, normalmente, os homens nada sabem sobre o seu destino, exceto se houver uma revelação privada, aceita pelo sagrado magistério. Por essa razão, os homens não podem se considerar salvos antes do Juízo.
3º - Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja, ou seja , quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária. É o caso dos hereges.
Considera o seu entendimento pessoal superior ao da Igreja e ao ensinamento do Espírito Santo que auxilia o sagrado magistério.
4º – Inveja da graça que Deus dá aos outros. A inveja é um sentimento que consiste em irritar-se porque o outro conseguiu algo de bom. Mesmo que você possua aquilo ou possa ganhar um dia. É o ato de não querer o bem do semelhante. Se eu invejo a graça que Deus dá a alguém, estou dizendo que aquela pessoa não merece tal graça, me tornando assim o juiz do mundo. Estou me voltando contra a vontade divina imposta no governo do mundo. Estou me voltando contra a Lei do Amor ao próximo. Não devemos invejar um bem conquistado por alguém. Se este bem é fruto de trabalho honrado e perseverante, é vontade de Deus que a pessoa desfrute daquela graça.
5º – A obstinação no pecado é a vontade firme de permanecer no erro mesmo após a ação de convencimento do Espírito Santo. É não aceitar a ética cristã. Você cria o seu critério de julgamento ético. Ou simplesmente não adota ética nenhuma e assim se aparta da vontade de Deus e rejeita a Salvação.
6º – A Impenitência final é o resultado de toda uma vida de rejeição a Deus: o indivíduo persiste no erro até o final, recusando arrepender-se e penitenciar-se, recusa a salvação até o fim. Consagra-se ao Adversário de Cristo. Nem mesmo na hora da morte tenta se aproximar do Pai, manifestando humildade e compaixão. Não se abre ao convite do Espírito Santo definitivamente. |
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| Igrejas no Brasil lança campanha "SOS Haiti" para ajudar as vítimas do Terremoto |
| 16/1/2010 |
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Urgência! É com esse sentimento que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira, organismo vinculado a CNBB, está lançando uma Campanha de ajuda às vítimas do terremoto que atingiu o país caribenho, na noite do dia 12, vitimando milhares de pessoas, dentre elas a fundadora da Pastoral da Criança, Drª Zilda Arns.
Diante das consequências desta tragédia, a CNBB, em conjunto com a Cáritas Brasileira, lança a Campanha SOS HAITI em socorro à população atingida pelo terremoto.
Com esta campanha, a Igreja pretende fazer um apelo a todas as comunidades, paróquias, dioceses e a sociedade em geral para que organizem coletas em favor do povo haitiano, sugerindo que o dia 24 de janeiro, domingo, seja dedicado a orações pelas vítimas, reflexões e coletas em dinheiro.
O resultado da campanha brasileira SOS HAITI se integra a campanha mundial promovida pela Caritas Internacionalis em resposta ao chamado do papa Bento XVI para a solidariedade da Igreja ao povo haitiano.
As doações em dinheiro podem ser depositadas nas contas bancárias abertas exclusivamente para a campanha e serão destinadas às ações de socorro imediato, reconstrução e recuperação das condições de vida do povo haitiano.
“Tanto mais urgente se apresenta agora o desafio da solidariedade, para um país que já vivia em condições de extrema precariedade. O apelo precisa ser respondido, sobretudo pelo Brasil, em vista de duas vinculações especiais que neste episódio ligam nosso país com o Haiti, primeiro é a presença do contingente do Exército brasileiro, segundo é o falecimento da doutora Zilda Arns”, foi o que expressou, em artigo enviado a CNBB, dom Demétrio Valentine, bispo de Jales (SP), a respeito da urgência em ajudar o povo haitiano.
As contas para depósito são: Banco Bradesco, Agência: 0606 Conta Corrente: 70.000-2; Caixa Econômica Federal OP: 003, Agência: 1041 Conta Corrente: 1132-1; ou Banco do Brasil, Agência: 3475-4 Conta Corrente: 23.969-0
Mais informações acesse o site da Cáritas Brasileira, www.caritas.org.br ou ligue (61) 3214-5400.
Solidariedade em BH
A arquidiocese de Belo Horizonte, à frente o arcebispo Metropolitano, dom Walmor Oliveira de Azevedo, sensibilizada com o sofrimento do povo do Haiti, concentra esforços e investimentos em uma campanha de solidariedade que será realizada por suas instituições: Vicariato de Ação Social e Política (que tem entre as suas atividades sociais a Pastoral da Criança e da Pessoa Idosa) e as paróquias.
A campanha é uma iniciativa que será realizada ao longo de todo este ano. Todos podem contribuir com qualquer quantia financeira.
Banco do Brasil Agência: 3494-0 Conta Corrente: 24847-9
Em nome do Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política
Outras informações pela Assessoria de Comunicação e Marketing da Arquidiocese de Belo Horizonte: (31) 3269-3138 / 3109 / 3189, pelo site www.arquidiocesebh.org.br e pelo Vicariato para Ação Social e Política: (31) 3422-7033 / 6122 / 4430 e 3428 8046.
Fonte:cnbb.org.br |
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| A Igreja celebra hoje Santo Amaro |
| 15/1/2010 |
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Nasceu em Roma e entrou muito cedo para a vida religiosa. Filho espiritual e grande amigo de São Bento, tornou-se um beneditino com apenas 12 anos de idade. Realidades daquele tempo,mas que apontam para uma necessidade dos tempos atuais. Ele foi apontado, desde muito cedo, como um exemplo de silêncio e também de correspondência às exigências da vida monarcal. Vida de austeridade, de ação, de oração; “ora et labora” de fato.
Grande amigo de São Bento, viveu momentos que ficaram registrados. São Gregório foi quem deixou o testemunho de que, certa vez, São Bento, por revelação, soube que um jovem estava para se afogar em um açude. Disse ao então discípulo Amaro que fosse ao encontro daquele jovem. Ele foi. Sem perceber, com tanta obediência, ele caminhou sobre as águas e salvou aquele jovem; depois que ele percebeu que havia acontecido aquele milagre. Retribuíram a ele, mas, claro, ele atribuiu a São Bento, pois só obedeceu.
História ou lenda, isso demonstra como Deus pode fazer o impossível aos olhos humanos na vida e através da vida naqueles que acreditam e buscam corresponder à vocação. Todos nós temos uma vocação comum, a mesma que Santo Amaro teve: a vocação à santidade. Esse santo foi quem sucedeu São Bento em Subiaco, quando este foi para Monte Casino. Ele foi exemplo de virtude, obediência e abertura à ação do Espírito Santo.
Santo Amaro, rogai por nós |
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| Nota da CNBB em solidariedade ao povo do Haiti |
| 15/1/2010 |
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A Igreja no Brasil está se mobilizando em favor dos necessitados no Haiti. Em nota divulgada hoje, o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, e o presidente da Cáritas Brasileira, dom Demétrio Valentim, lançam oficialmente a Campanha SOS Haiti, em solidariedade ao povo caribenho, atingido pelo pior terremoto dos últimos 200 anos.
”Neste momento, são necessárias iniciativas que demonstrem solidariedade internacional”, diz um trecho da nota. A Cáritas Brasileira esta produzindo o material publicitário a ser divulgado nas rádios e Tvs de todo o país.
Leia a íntegra da nota abaixo:
SOLIDARIEDADE AO POVO DO HAITI
“Esperando contra toda esperança” (Rm 4,18)
Em meio às desalentadoras notícias que chegam a cada momento, dando conta das trágicas consequências do terremoto que afligiu o Haiti, ceifando tantas vidas e colocando abaixo trabalhos e sonhos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) se une à multidão de homens e mulheres que, nestas circunstâncias, têm “a ousadia de quem se atreve a esperar contra toda esperança”, para apresentar à Igreja e a todo povo do Haiti a solidariedade em orações, palavras e gestos.
Neste momento, são necessárias iniciativas que demonstrem solidariedade internacional, como, por exemplo, o perdão imediato de toda a dívida externa do Haiti, que corresponde a 30% do seu pobre orçamento, e ações humanitárias que amenizem a dor e reanimem a esperança do povo haitiano.
Movida por este sentimento de solidariedade, a CNBB e a Cáritas Brasileira lançam a Campanha SOS HAITI, em socorro à população atingida pelo terremoto.
Conclamamos todas as comunidades eclesiais, paróquias e dioceses a promoverem, no próximo domingo, dia 17, ou no dia 24 de janeiro, ou em outra data conveniente, orações e coletas em dinheiro para as vítimas do terremoto no Haiti. Assim, nos unimos à campanha mundial promovida pela Caritas Internationalis em resposta ao apelo do papa Bento XVI.
As doações poderão ser depositadas nas contas: Banco do Brasil - Agência: 3475-4 - Conta Corrente: 23.969-0; Caixa Econômica Federal - OP: 003 - Agência: 1041 - Conta Corrente: 1132-1; Banco Bradesco - Agência: 0606 - Conta Corrente: 70.000-2.
Que a graça de Deus fortaleça nosso compromisso de caridade fraterna, inspire nossa generosidade e anime quem está a serviço das vítimas no Haiti.
Brasília, 15 de janeiro de 2010 D. Geraldo Lyrio Rocha Arcebispo de Mariana Presidente da CNBB
D. Demétrio Valentim Bispo de Jales Presidente da Cáritas Brasileira |
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| Ações de Zilda Arns se estenderam pelo mundo |
| 14/1/2010 |
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A Coordenação Diocesana da Pastoral da Pessoa Idosa de São Crarlos SP e todos seus integrantes, diante do triste acontecimento no Haiti nesse dia 12/01/10, manifestam seu pesar aos familiares de todas as vítimas dessa catástrofe, .
Que Deus lhes dê o conforto necessário nessa hora tão difícil.
Deixa-nos um legado de força, coragem e a certeza de que o trabalho junto aos idosos e as crianças deverá se intensificar para que “tenham vida plena”, assim como nosso Pai o quer.
Temos orgulho de fazer parte dessa grande família iniciada por Dra. Zilda.
Ela estará no céu intercedendo pelas pessoas idosas e pelas crianças e voluntários desta pastoral. Louvado seja Deus pelos feitos dessa mulher incansável.
Dra. Zilda Arns Neumann, 75 anos, é médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa,organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Dra. Zilda Arns também é representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
Nascida em Forquilhinha (SC), reside em Curitiba (PR), é mãe de cinco filhos e avó de dez netos. Escolheu a medicina como missão e enveredou pelos caminhos da saúde pública. Sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba (PR), e posteriormente como diretora de Saúde Materno-Infantil, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico diversas especializações como Saúde Pública, pela Universidade de São Paulo (USP) e Administração de Programas de Saúde Materno-Infantil, pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS). Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória (PR), criando um método próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.
Em 1983, a pedido da CNBB, a Dra. Zilda Arns cria a Pastoral da Criança juntamente com Dom Geraldo Majela Agnello, Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, que na época era Arcebispo de Londrina. Foi então que desenvolveu a metodologia comunitária de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João (Jo 6, 1-15). A educação das mães por líderes comunitários capacitados revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças facilmente preveníveis e a marginalidade das crianças. Após 25 anos, a Pastoral acompanha mais de 1,9 milhões de gestantes e crianças menores seis anos e 1,4 milhão de famílias pobres, em 4.063 municípios brasileiros. Seus mais de 260 mil voluntários levam fé e vida, em forma de solidariedade e conhecimentos sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres.
Em 2004, a Dra. Zilda Arns recebeu da CNBB outra missão semelhante, fundar, organizar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de 129 mil idosos são acompanhados todos os meses por 14 mil voluntários.
Pelo seu trabalho na área social, Dra. Zilda Arns recebeu condecorações tais como: Woodrow Wilson, da Woodrow Wilson Fundation, em 2007; o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), pelo inovador programa de saúde pública que ajuda a milhares de famílias carentes, em 2006; Heroína da Saúde Pública das Américas (OPAS/2002); 1º Prêmio Direitos Humanos (USP/2000); Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (Unicef/1988); Prêmio Humanitário (Lions Club Internacional/1997); Prêmio Internacional em Administração Sanitária (OPAS/ 1994); títulos de Doutor Honoris Causa das Universidades: Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade do Extremo-Sul Catarinente de Criciúma, Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade do Sul de Santa Catarina. Dra. Zilda é Cidadã Honorária de 10 estados e 35 municípios; e foi homenageada por diversas outras Instituições, Universidades, Governos e Empresas |
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| Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da pessoa Idosa , morre em terremoto |
| 13/1/2010 |
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Zilda Arns
Zilda Arns
Morreu durante o forte terremoto no Haiti nesta terça-feira (12), a médica pediatra e sanitarista Zilda Arns, 73, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. A informação foi divulgada na manhã desta quarta-feira (13) pelo gabinete em Curitiba do senador Flávio Arns, sobrinho de Zilda.
Arns embarcou em Brasília às 11 horas com destino ao Haiti em um avião presidencial, acompanhado de outras autoridades. O senador foi informado do falecimento aproximadamente às 10h30 pelo chefe de Gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho.
Além de coordenar a Pastoral da Criança, Zilda também é fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A médica ainda foi representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
Trajetória
Zilda nasceu em Forquilhinha, em Santa Catarina, é mãe de cinco filhos e avó de dez netos. Escolheu a medicina como missão e enveredou pelos caminhos da saúde pública. Sua prática diária como médica pediatra do Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba, e posteriormente como diretora de Saúde Materno-Infantil, da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná, teve como suporte teórico diversas especializações como Saúde Pública, pela Universidade de São Paulo (USP) e Administração de Programas de Saúde Materno-Infantil, pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS).
Sua experiência fez com que, em 1980, fosse convidada a coordenar a campanha de vacinação Sabin para combater a primeira epidemia de poliomielite, que começou em União da Vitória (PR), criando um método próprio, depois adotado pelo Ministério da Saúde.
Em 1983, a pedido da CNBB, Zilda Arns cria a Pastoral da Criança juntamente com Dom Geraldo Majela Agnello, Cardeal Arcebispo Primaz de São Salvador da Bahia, que na época era Arcebispo de Londrina. Foi então que desenvolveu a metodologia comunitária de multiplicação do conhecimento e da solidariedade entre as famílias mais pobres, baseando-se no milagre da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram cinco mil pessoas, como narra o Evangelho de São João (Jo 6, 1-15).
A educação das mães por líderes comunitários capacitados revelou-se a melhor forma de combater a maior parte das doenças facilmente preveníveis e a marginalidade das crianças. Hoje, a Pastoral acompanha mais de 1,9 milhões de gestantes e crianças menores seis anos e 1,4 milhão de famílias pobres, em 4.063 municípios brasileiros. Seus mais de 260 mil voluntários solidariedade e conhecimentos sobre saúde, nutrição, educação e cidadania para as comunidades mais pobres.
Em 2004, a Dra. Zilda Arns recebeu da CNBB outra missão semelhante, fundar, organizar e coordenar a Pastoral da Pessoa Idosa. Atualmente mais de 129 mil idosos são acompanhados todos osmeses por 14 mil voluntários.
Pelo seu trabalho na área social, Dra. Zilda Arns recebeu condecorações tais como: Woodrow Wilson, da Woodrow Wilson Fundation, em 2007; o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), pelo inovador programa de saúde pública que ajuda a milhares de famílias carentes, em 2006; Heroína da Saúde Pública das Américas (OPAS/2002); 1º Prêmio Direitos Humanos (USP/2000); Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (Unicef/1988); Prêmio Humanitário (Lions Club Internacional/1997) e Prêmio Internacional em Administração Sanitária (OPAS/ 1994).
Zilda também conquistou títulos de Doutor Honoris Causa em diversas instituições de ensino superior como Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade do Extremo-Sul Catarinente de Criciúma, Universidade Federal de Santa Catarina e Universidade do Sul de Santa Catarina. Ela ainda é Cidadã Honorária de 10 estados e 35 municípios; e foi homenageada por diversas outras Instituições, Universidades, Governos e Empresas.
Fonte:paranaonline.com.br |
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| Caridade, origem e forma de todas as virtudes |
| 12/1/2010 |
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“Se vês a caridade, vês a Trindade” — escrevia Santo Agostinho. Jesus falava aos seus discípulos “Permanecei no meu amor”. Ser uma pessoa virtuosa é agir bem em cada coisa que se faz dando o melhor de si com amor e por amor a Deus, ao próximo e a nós mesmos. Ser uma pessoa caridosa é vincular-se a perfeição, é participar da natureza divina. Santo Afonso de Ligório, Bispo e Doutor da Igreja dizia: “A caridade faz com que o homem creia, não só com a inteligência, mas também com a vontade”. Toda a finalidade da doutrina e do ensinamento deve ser posta no amor que não acaba. Com efeito, pode-se facilmente expor o que é preciso crer, esperar ou fazer; mas sobretudo é preciso fazer sempre com que apareça o Amor de Nosso Senhor, para que cada um compreenda que cada ato de virtude perfeitamente cristão não tem outra origem senão o Amor, e outro fim senão o Amor. (1)
A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus (Catec §1822).
Jesus fez da caridade o novo mandamento. Amando os seus “até o fim” (Jo 13,1), manifesta o amor do Pai que Ele recebe. Amando-se uns aos outros, os discípulos imitam o amor de Jesus que eles também recebem. Por isso diz Jesus: “Assim como o Pai me amou, também eu vos amei. Permanecei em meu amor” (Jo 15,9). E ainda: “Este é o meu preceito: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,12). (2)
Cristo morreu por nosso amor quando éramos ainda “inimigos” (Rm 5,10). O Senhor exige que amemos, como Ele, mesmo os nossos inimigos, que nos tornemos o próximo do mais afastado, que amemos como Ele as crianças e os pobres. O apóstolo São Paulo traçou um quadro incomparável da caridade: “A caridade é paciente, a caridade é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (l Cor 13,4-7). (3)
Diz ainda o apóstolo: “Se não tivesse a caridade, nada seria…”. E tudo o que é privilégio, serviço e mesmo virtude… “se não tivesse a caridade, isso nada me adiantaria”. A caridade é superior a todas as virtudes. E a primeira das virtudes teologais “Permanecem fé, esperança, caridade, estas três coisas. A maior delas, porém, é a caridade” (1 Cor 13,13). (4)
O exercício de todas as virtudes é animado e inspirado pela caridade, que é o “vinculo da perfeição” (Cl 3,14); é a forma das virtudes, articulando-as e ordenando-as entre si; é fonte e termo de sua prática cristã. A caridade assegura purifica nossa capacidade humana de amar, elevando-a à feição sobrenatural do amor divino.(5 )“Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada.” (I Cor 13,2)
A caridade tem como frutos a alegria, a paz e a misericórdia exige a beneficência e a correção fraterna; é benevolência; suscita a reciprocidade; é desinteressada e liberal; é amizade e comunhão.
A finalidade de todas as nossas obras é o amor. Este é o fim, é para alcançá-lo que corremos, é para ele que corremos; uma vez chegados, é nele que repousaremos.(6) |
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| Hoje a Igreja celebra São Bernardo |
| 12/1/2010 |
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São Bernardo
O santo de hoje nasceu no ano de 1605 em Corleone, Sicília, na Itália. Como é belo poder perceber o testemunho de hoje! Como a misericórdia de Deus fez maravilhas a partir do arrependimento!
São Bernado foi crescendo numa vida longe do relacionamento com Deus e com a Igreja. Logo, distante de si e do amor aos irmãos, o orgulho foi tomando conta do seu coração. Então, decidiu entrar para a vida militar; não para servir a sociedade, mas para dominá-la. De fato, ele estava longe de Deus. Resultado: numa das muitas discussões que viraram briga, ele acabou num duelo, ferindo de morte um companheiro seu da vida militar. Foi neste momento trágico de sua história que ele abriu o coração para Deus, pois sua consciência foi pesando. Embora ele tenha fugido e recorrido a um chamado “direito de asilo”, não foi preso, mas estava preso a uma vida de pecado. Quem poderia resgatá-lo? Nosso Senhor Jesus Cristo, o Verbo encarnado que veio nos assumir na nossa fragilidade e nos revelar este amor que redime, que salva e é a nossa esperança.
Assim, arrependeu-se e começou a busca de uma vida em Deus, uma vida de Igreja, sacramental. Discerniu um chamado à vida religiosa, buscou a família franciscana e ali tornou-se irmão religioso, fiel às regras. De fato, se antes expressava arrogância, agora comunicava paz, penitência, luta contra o pecado.
Ele foi se santificando também no serviço ao próximo. "Santidade sem serviço aos outros pode ser apenas um ideal, mas, no concreto, esta luta, este bom combate é para sermos melhores em Deus, melhores uns para os outros".
Religioso, capuchinho, modelo de vida na pobreza, na castidade e na obediência. Este santo do século XVII nos convida, neste novo milênio, a sermos sinais no poder que a misericórdia divina tem de, com a nossa ajuda e nosso sim, fazer-nos santos.
São Bernardo, rogai por nós! |
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| Virtudes - Viver bem a cada dia |
| 11/1/2010 |
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"O objetivo da vida virtuosa é tornar-se semelhante a Deus"
“Ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro, nobre, justo, puro, amável, tudo o que há de louvável, honroso, virtuoso ou de qualquer modo mereça louvor” (Fl 4,8) A prática das virtudes é o “agir bem” do ser humano. Viver bem é a cada dia aplicar as virtudes na nossa vida.
A virtude é uma disposição habitual e firme para fazer o bem. Permite à pessoa não só praticar atos bons, mas dar o melhor de si. Com todas as suas forças sensíveis e espirituais, a pessoa virtuosa tende ao bem, procura-o e escolhe-o na prática.
Assim como lavar as mãos, tomar banho, alimentar-se são hábitos diários, imagine se cada um de nós praticássemos, diariamente, pelo menos uma de todas as virtudes, a começar pela caridade?
Pela caridade, amamos a Deus sobre todas as coisas e a nosso próximo como a nós mesmos por amor a Deus. Ela é o “vínculo da perfeição” (Cl 3,14) e a forma de todas as virtudes.
“Empenhai-vos em procurar a caridade. Tudo o que fazeis, fazei-o na caridade.” (I Cor 14,1. 16,14).
A caridade assegura, purifica nossa capacidade humana de amar, elevando-a à feição sobrenatural do amor divino.
Que possamos a cada dia nos dispor à pratica das virtudes, deixando florescer na nossa alma aquilo que temos de bom, dando a nós mesmos o nosso melhor e buscando a cada instante viver a caridade amando a Deus acima de tudo. |
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| O Batismo de Jesus. |
| 10/1/2010 |
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Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder….” Atos 10, 37-38
“Naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no rio Jordão.” Mc 1,9
A festa do Batismo de Jesus celebra-se no domingo após a EPIFANIA(entre os dias 9 e 13 de Janeiro) como encerramento do CICLO DE NATAL, se não há domingo nesses dias, celebra-se a festa na segunda feira depois da EPIFANIA.
é momento de recordar o nosso próprio batismo”A vida pública de Jesus tem início com seu Batismo por João, no rio Jordão… Uma multidão de pecadores, de publicamos e soldados Fariseus e saduceus e prostitutas vem fazer-se batizar por ele. Jesus aparece, o Batista hesita, mas Jesus insiste. E ELE recebe o Batismo. Então, o Espírito Santo, sob a forma de pomba, vem sobre Jesus e a voz do céu proclama:Este é o meu filho bem amado. É a manifestação (EPIFANIA) de Jesus como Messias de Israel e filho de Deus.” CIC 535 A voz vinda do céu é a voz do Pai proclamando a missão de Cristo. Rei e Servo, o rei-servidor. A festa do batismo do Senhor é também o momento de recordar nosso próprio Batismo, pois nele somos adotados como filhos de Deus e recebemos o Espírito para realizar nossa missão.
“Nosso Senhor submeteu-se voluntariamente, ao Batismo se São João, destinado aos pecadores, para cumprir toda a justiça. Este gesto de Jesus é uma manifestação. O Espírito que pairava sobre as águas da 1ª criação desce então, sobre Cristo, preludiando a nova criação e o Pai manifesta Jesus como seu filho amado.” CIC 12,24 É o Batismo de João, um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados. Evidentemente, Jesus não precisava desse batismo. Esse batismo foi uma “desculpa” para algo maior: o Batismo no Espírito Santo. O verdadeiro Batismo do senhor é quando o Espírito Santo desce sobre ele. “(João havia declarado: vi o Espírito descer do céu em forma de pomba e repousar sobre Ele.) eu não o conhecia, mas aquele que me mandou batizar em água disse-me: Sobre quem vires descer e repousar o Espírito, este é quem batiza no Espírito Santo. Eu o vi e dou testemunho de que ele é o filho de Deus.” Jô 1, 32- 34 |
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| CORES E OBJETOS UTILIZADOS NA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA: |
| 8/1/2010 |
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AS CORES, NA IGREJA:
Quando vamos à igreja, notamos que o altar, o tabernáculo, o ambão, e até mesmo a estola e a casula usadas pelo sacerdote, combinam todos com uma mesma cor. Percebemos também que, a cada semana, essa cor pode permanecer a mesma ou variar. Se acontecer de no mesmo dia irmos a duas igrejas diferentes, comprovaremos que ambas usam a mesma cor, com exceção, é claro, da igreja que celebra o seu padroeiro. Na verdade, a cor usada um certo dia é válida para a Igreja em todo o mundo, que obedece a um mesmo calendário litúrgico. Conforme a missa do dia, indicada pelo calendário, fica estabelecida uma determinada cor.
Desta forma, concluímos que as diferentes cores possuem algum significado para a Igreja: elas visam manifestar externamente o caráter dos Mistérios celebrados e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do Ano Litúrgico. Manifesta também, de maneira admirável, a unidade da Igreja. No início havia uma certa preferência pelo branco. Não existiam ainda as chamadas cores litúrgicas. Estas só foram fixadas em Roma no século XII. Em pouco tempo, devido ao seu alto valor teológico e explicativo, os cristãos do mundo inteiro aderiram a esse costume, que tomou assim, caráter universal. As cores litúrgicas são seis, como veremos a seguir.
Branco - Usado na Páscoa, no Natal, nas Festas do Senhor, nas Festas de Nossa Senhora e dos Santos, exceto dos mártires. Simboliza alegria, ressurreição, vitória e pureza.Sempre é usado em missas festivas.
Vermelho - Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão e do Domingo de Ramos. Usado nas missas de crisma, em pentecostes e martirios.
Verde - Se usa nos domingos e dias da semana do Tempo Comum. Está ligado ao crescimento, à esperança.
Roxo - Usado no Advento e na Quaresma. É símbolo da penitência e da serenidade. Também pode ser usado nas missas dos defuntos e na celebração da penitência.
Róseo - O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e 4º domingo da Quaresma (Laetare). Simboliza uma breve pausa, um certo alívio no rigor da penitência da Quaresma e na preparação do Advento.
Preto - É sinal de tristeza e luto. Hoje está praticamente em desuso na liturgia.
Azul - Usa-se ou não na Solenidade da Imaculada Conceição; representa o manto azul de Nossa Senhora. Ainda não é usado por muitos padres! (Sua Santidade o Papa Bento XVI, usou recentemente em Mariazell, na Austria)
Objetos litúrgicos católicos
Alfaias: Designam todos os objetos utilizados no culto, como por exemplo, os paramentos litúrgicos.
Altar: Mesa onde se realiza a ceia Eucarística; ela representa o próprio Jesus na Liturgia.
Ambão: Estante onde é proclamada a palavra de Deus.
Âmbula: recipiente onde se guarda as hóstias.
Andor: Suporte de madeira, enfeitado com flores. Utilizados para levar os santos nas procissões.
Asperges: Utilizado para aspergir o povo com água-benta. Também conhecido pelos nomes de aspergil ou aspersório.
Bacia: Usada com o jarro para as purificações litúrgicas.
Báculo: Bastão utilizado pelos bispos. Significa que ele representa Cristo Pastor.
Batistério: O mesmo que pia batismal. É onde acontecem os batismos.
Bursa ou bolsa: Bolsa quadrangular para colocar o corporal.
Caldeirinha: Vasilha de água-benta.
Cálice: Taça onde se coloca o vinho que vai ser consagrado.
Campainha: Sininhos tocados pelo acólito no momento da consagração.
Castiçais: Suportes para as velas.
Cibório: recipiente onde se guarda as hóstias.
Círio Pascal: Uma vela grande onde se pode ler ALFA e ÔMEGA (Cristo: começo e fim) e o ano em curso. Tem grãos de incenso que representam as cinco chagas de Cristo. Usado na Vigília Pascal, durante o Tempo Pascal, e durante o ano nos batismos. Simboliza o Cristo, luz do mundo.
Colherinha: Usada para colocar a gota de água no vinho e para colocar o incenso no turíbulo.
Conopeu: Cortina colocada na frente do sacrário.
Corporal: Pano quadrangular de linho com uma cruz no centro; sobre ele é colocado o cálice, a patena e a âmbula para a consagração.
Credência: Mesinha ao lado do altar, utilizada para colocar os objetos do culto.
Crucifixo: Fica sobre o altar ou acima dele, lembra a Ceia do Senhor é inseparável do seu Sacrifício Redentor.
Cruz Peitoral: Crucifixo dos bispos.
Cruz Processional: Cruz com um cabo maior utilizada nas procissões.
Esculturas: Existem nas Igrejas desde os primeiros séculos. Sua única finalidade litúrgica é ajudar a mergulhar nos mistérios da vida de Cristo. O mesmo se pode dizer com relação às pinturas.
Galhetas: Recipientes onde se coloca a água e o vinho para serem usados na Celebração Eucarística.
Genuflexório: Faz parte dos bancos da Igreja. Sua única finalidade é ajudar o povo na hora de ajoelhar-se.
Hóstia Grande: É utilizada pelo celebrante. É maior apenas por uma questão de prática. Para que todos possam vê-la na hora da elevação, após a consagração.
Hóstia: Pão Eucarístico. A palavra significa "vítima que será sacrificada".
Incenso: Resina de aroma suave. Produz uma fumaça que sobe aos céus, simbolizando as nossas preces e orações à Deus.
Jarro: Usado durante a purificação.
Lamparina: É a lâmpada do Santíssimo.
Lecionários: Livros que contém as leituras da Missa. Lecionário ferial (leituras da semana); lecionário santoral (leitura dos santos), lecionário dominical (leituras do Domingo).
Livros Litúrgicos: Todos os livros que auxiliam na liturgia: lecionário, missal, rituais, pontifical, gradual, antifonal.
Luneta: Objeto em forma de meia-lua utilizado para fixar a hóstia grande dentro do ostensório.
Manustérgio: Toalha usada para purificar as mãos antes, durante e depois do ato litúrgico.
Matraca: Instrumento do madeira que produz um barulho surdo. Substitui os sinos durante a semana santa.
Missal: Livro que contém o ritual da missa, menos as leituras.
Naveta: Objeto utilizado para se colocar o incenso, antes de queimá-lo no turíbulo.
Ostensório ou Custódia: Objeto utilizado para expor o Santíssimo, ou para levá-lo em procissão.
Pala: Cobertura quadrangular para o cálice.
Patena: Prato onde é colocada a Hóstia Grande que será consagrada e apresentada aos fiéis. Acompanha o estilo do cálice, pois é complemento.
Piscina: antigo nome da pia da sacristia.
Píxide: O mesmo que cibório.
Pratinho: Recipiente que sustenta as galhetas.
Purificatório: O mesmo que sanguinho.
Relicário: Onde são guardados as relíquias dos santos.
Sacrário: Caixa onde é guardada a Eucaristia após a celebração. Também é conhecida como TABERNÁCULO.
Sanguíneo: Pequeno pano utilizado para o celebrante enxugar a boca, os dedos e o interior do cálice, após a consagração.
Santa Reserva: Eucaristia guardada no Sacrário.
Sédia: Cadeira no centro do presbitério, usada pelo celebrante, que manifesta a função de presidir o culto.
Tabernáculo: O mesmo que Sacrário.
Teca: Pequeno recipiente onde se leva a comunhão para pessoas impossibilitadas de ir a missa.
Turíbulo: Recipiente de metal usado para queimar o incenso.
Véu Do Cálice: Pano utilizado para cobrir o cálice.
Véu Do Cibório: Capinha de seda branca que cobre a âmbula. É sinal de respeito para com a Eucaristia. |
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| CONSAGRAÇÃO À SAGRADA FAMÍLIA: |
| 8/1/2010 |
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Preparação:
Pelo sinal da santa Cruz...
Para que nossa consagração seja mais agradável a Sagrada Família, Jesus, Maria e José, purifiquemos antes nossa alma de pecados e faltas fazendo de todo coração um Ato de contrição.
Ato de Consagração: Oh! Jesus, Redentor nosso, que havendo vindo a iluminar ao mundo com a doutrina e com o exemplo, haveis querido passar a maior parte de vossa vida, humilde e sujeito a Maria e a José na pobre casa de Nazaré, santificando a aquela família que havia de ser o modelo de todas as famílias cristãs; acolhei benigno a nossa, que agora se dedica e consagra-se a vós. Dignai-vos protege-la, guarda-la e estabelecer nela vosso santo temor, com a paz e concórdia da caridade cristã, para que imitando o exemplo Divino de vossa família, possa alcançar toda inteira, sem faltar um só, a eterna bem-aventurança. Maria, Mãe de Jesus e Mãe nossa, com vossa piedosa intercessão fazei que seja aceitável a Jesus esta humilde oferenda, e obtende-nos sua graça e benção. Oh! São José, custodio santíssimo de Jesus e de Maria, socorrei a nós com vossas preces em todas as necessidades espirituais e temporais, a fim de que em união com Maria e convosco, possamos bendizer eternamente a nosso Divino Redentor Jesus. Amém.
Pai-Nosso,
Ave-Maria e
Glória.
Invocações:
Jesus, José e Maria, vos dou meu coração e a minha alma.
Jesus, José e Maria, assisti-me em minha ultima agonia.
Jesus, José e Maria, convosco descanse em paz a minha alma
Oremos: Deus, Pai nosso, que tens proposto a Sagrada família como maravilhoso exemplo aos olhos de vosso povo: concedei-nos, vos rogamos, que, imitando suas virtudes domésticas e sua união no amor, cheguemos a gozar dos prêmios eternos no lugar do céu. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém.
Concedei-nos, oh! Jesus, Senhor nosso, que continuamente imitemos os exemplos de vossa Sagrada família; para que na hora de nossa morte, acudindo a vossa gloriosa Mãe, a Virgem Maria, com São José, mereçamos ser recebidos por Vós nos eternos palácios do céu. Vós que vives e reinas pelos séculos dos séculos. Amém. |
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| Pastoral da Pessoa Idosa na Paróquia São Nicolau. |
| 7/1/2010 |
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Qualquer pessoa pode ser um voluntário em sua comunidade ou em seu prédio para acompanhar os idosos através da Pastoral da Pessoa Idosa.
Venha ser um líder você também
Missão É Evangelizar, através das ações de seus líderes comunitários que são capacitados para realizarem as visitas domiciliares às Pessoas Idosas. A Pastoral zela pela formação contínua dos lideres voluntários, que unem fé e vida.
Objetivo Assegurar a dignidade e a valorização integral das pessoas idosas, através da promoção humana e espiritual, respeitando seus direitos, num processo educativo de formação continuada destas, de suas famílias e de suas comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político, para que as famílias e as comunidades possam conviver respeitosamente com as pessoas idosas, protagonistas de sua auto-realização” (Estatuto da Pastoral da Pessoa Idosa, artigo 2º).
Atividades Acompanhando pessoas idosas com 60 anos ou mais, preferencialmente as vulnerabilizadas pela pobreza e abandono.Para uma comunidade com Pastoral da Pessoa Idosa é preciso reconhecer as ações básicas que asseguram a dignidade e a valorização integral do idoso. É necessário ter os instrumentos básicos para a multiplicação do saber e da solidariedade.
I – Promover o desenvolvimento físico, mental, social, espiritual, cognitivo e cultural dos idosos;
II – Promover o respeito à dignidade e à cidadania das pessoas idosas, colaborando para a divulgação e implementação do Estatuto do Idoso - Lei nº.10.741, de 1º de outubro de 2003;
III – Promover o convívio das pessoas idosas com as demais gerações, estimulando uma velhice ativa e buscando uma longevidade digna;
IV – Estimular e respeitar a espiritualidade das pessoas idosas;
V – Valorizar a história de vida, as experiências, o ser biográfico, a sabedoria adquirida ao longo da vida de cada pessoa idosa, respeitando-a como guardiã da memória coletiva;
VI – Capacitar agentes de pastoral para o acompanhamento das pessoas idosas nas visitas domiciliares e nas outras atividades complementares afins;
VII – Organizar redes de solidariedade humana nas comunidades e nos diferentes níveis para promover o bem-estar dos idosos;
VIII – Incentivar a criação e participação nos conselhos de direitos do idoso em todos os níveis;
IX – Realizar parcerias, somando esforços com outras pastorais, comunidade científica, associações de geriatria e gerontologia, organizações de defesa dos direitos dos idosos, de assistência social e outras entidades afins;
X – Manter um sistema de informação sobre a situação das pessoas acompanhadas;
XI – Democratizar notícias e informações sobre os idosos nos meios de comunicação social;
XII – Promover esclarecimentos sobre os preconceitos contra as pessoas idosas, a fim de que sejam superados;
XIII – Somar esforços com iniciativas de educação continuada para cuidadores de idosos;
XIV – Valorizar a vida até sua fase final, apoiando os programas de cuidados paliativos, que assegurem o caráter espiritual da existência humana.
Líderes
O Líder Comunitário da Pastoral da Pessoa Idosa é uma pessoa voluntária, que mora na mesma comunidade e que recebeu capacitação para isso. Na capacitação que dura em média 12 horas, a pessoa recebe orientação sobre como fazer uma visita domiciliar, sobre cada indicador do acompanhamento às pessoas idosas, sobre vários temas que estão implicados em cada indicador do acompanhamento e sobre o sistema de informação: caderno do líder e a FADI - Folha de Acompanhamento Domiciliar do Idoso.
Maiores informações pelo Telefone 3307.7970 falar com Ermínia, cordenadora Diocesana da Pastoral da Pessoa Idosa
Postado por: Márcia Figueiredo Liani |
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| POR QUE A FESTA DE SANTOS REIS? |
| 6/1/2010 |
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Em 6 de janeiro, desde os primeiros séculos, a Igreja celebra a festa da Epifania, ou seja, a visita dos Reis, também chamados de Magos ou Sábios, que foram adorar o Menino Deus.Epifania, em grego, significa manifestação, ou também revelação esplendorosa.De início, a festa celebrava-se no próprio dia de Natal. O mais antigo registro dela é do historiador romano Ammianus Marcellinus no ano 361.Foi na Idade Média, precisamente no ano de 534, que a Igreja separou as duas festas para comemorá-las com mais pompa, e fixou o dia 6 de janeiro como da Epifania ou da Adoração dos MagosA visita significou a manifestação de Nosso Senhor não somente aos judeus, mas a todas as nações da Terra, representados pelos Reis Magos.Segundo a tradição seus nomes eram Melchior, Gaspar e Balthazar (habitualmente representado como preto). Segundo São Mateus, eles vieram do Leste de Jerusalém, o que leva a pensar que fossem patriarcas, ou reis, vindos da área cultural da Caldéia.Os caldeus tinham grandes conhecimentos de astronomia, de ali que os Reis fossem também chamados de Magos, nome que no caso no contém nenhuma conotação desdourante, e também de Sábios.Conta-se que eles pertenciam a estirpes de reis locais que tiveram a intuição de que o mundo, tendo chegado a uma situação de decadência sem saída, precisaria de um Redentor que haveria de nascer dos judeus.Pelos seus cálculos astronômicos, o nascimento haveria de ser sinalizado por uma estrela no Céu.A tradição passou de geração em geração nas famílias desses reis, até que cumpriram-se os tempos.E a estrela anunciada apareceu e os guiou até Belém.Eles levaram um rico cortejo e presentes preciosos para o Salvador da humanidade.Como foi possível tanta ciência astronômica? Não houve também um auxílio sobrenatural? Qual?É fato que a arqueologia revela que povos antiqüíssimos possuíam conhecimentos que hoje a ciência mais avançada recupera com ingentes e admiráveis esforços e imensas aplicações de dinheiro e tecnologia. A matéria é ampla e apaixonante demais para tratá-la agora. O faremos mais adiante.Entrementes, eis como o episódio sagrado é descrito pelo Evangelho de São Mateus (2; 1-18):1. Tendo, pois, Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do oriente a Jerusalém. 2. Perguntaram eles: Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo.3. A esta notícia, o rei Herodes ficou perturbado e toda Jerusalém com ele.4. Convocou os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo e indagou deles onde havia de nascer o Cristo.5. Disseram-lhe: Em Belém, na Judéia, porque assim foi escrito pelo profeta:6. E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo(Miq 5,2).7. Herodes, então, chamou secretamente os magos e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido.8. E, enviando-os a Belém, disse: Ide e informai-vos bem a respeito do menino. Quando o tiverdes encontrado, comunicai-me, para que eu também vá adorá-lo.9. Tendo eles ouvido as palavras do rei, partiram. E eis que e estrela, que tinham visto no oriente, os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o menino e ali parou.10. A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria.11. Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra.12. Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho.13. Depois de sua partida, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar.14. José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito.15. Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: Eu chamei do Egito meu filho (Os 11,1).16. Vendo, então, Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos.17. Cumpriu-se, então, o que foi dito pelo profeta Jeremias:18. Em Ramá se ouviu uma voz, choro e grandes lamentos: é Raquel a chorar seus filhos; não quer consolação, porque já não existem (Jer 31,15)!Aquelas infelizes, mas gloriosas vítimas do ódio a Jesus Cristo, rei de Israel e Redentor do mundo são lembradas pela Igreja como o Santos Inocentes.A Igreja comemora os Santos Inocentes no dia 28 de dezembro.Sobre o rei Herodes ver: Enquanto os Santos Inocentes reinam no Céu, o túmulo de Herodes segue envolto numa lembrança horrorizada *** Tranqüilidade sobrenatural e oração diante do Menino-DeusNo afresco do famoso pintor italiano Giotto (*), Nossa Senhora, segura seu Divino Filho no colo. Ela aparece sentada numa espécie de troneto colocado sobre um estradozinho ricamente atapetado, e ricamente vestida. Para receber os Reis, compreende-se que Ela se vestiu com aparato.Atrás de Nossa Senhora aparecem um anjo, São José, santos e outras pessoas do Templo que o autor quis representar. Ou talvez sejam pessoas que no futuro contemplariam tal cena em espírito e em oração.Um dos reis adora o Menino Jesus e osculando seus pés. Os dois outros monarcas estão tranqüilos, comprazidos em oração diante de Nossa Senhora e do Menino-Deus, vendo seu irmão na realeza, adorar o Divino Infante.Estão contentes com tudo o que se passa, aguardando chegar a vez deles. Mas sem impaciência, com a tranqüilidade e a serenidade medieval, que exprimia bem a presença de Deus, o espírito e a graça divinos na alma desses personagens.Logo atrás dos dois Reis, um pagem está freando ou subjugando o camelo, para que este não crie problemas. Esse personagem é um animalis homo, sem nada de sobrenatural, de tranqüilo e sereno. É um homem bruto, agitado e prestando atenção em tudo, de nariz pontudo, de olhos saltados e mandão. Está bem à altura de um tratador de camelos. |
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| A Epifania do Senhor "Jesus veio para Todos" |
| 4/1/2010 |
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Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua Mãe Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra” Mt 2,11 Epifania - a palavra vem do grego e significa- manifestação. “Epifania é a manifestação de Jesus como Messias de Israel, filho de Deus e salvador do mundo.” CIC 528
É a manifestação do Senhor, o dia em que o Senhor Jesus se deu a conhecer e foi reconhecido pelos pagãos.
Popularmente, EPIFANIA recebe outros nomes, como DIA DE REIS.
Ás igrejas do Oriente celebravam essa solenidade como sendo o dia de Natal. Mais tarde, com influências das igrejas da Europa, começaram a festejar em datas diferentes e o Natal começou a ser celebrado em 25 de dezembro.
Epifania é a comemoração do encontro do Salvador com os não – judeus, episódio narrado por Mateus em seu evangelho como “Adoração dos magos.” Mt 2,1-12
A tradição popular classifica os “magos” como reis, dizendo que são três e dando-lhes nomes: Baltazar, Melquior e Gaspar. Jesus veio para todosOs “magos” representam todos os que não são Judeus, mas que querem ver Jesus, querem adorá-lo, querem Lhe entregar os seus mais preciosos tesouros. Acolhendo os “magos”, Jesus mostra que veio para todos, sem exclusões.
Porém, nem todos querem estar com Jesus, como rei Herodes, agarrado ao poder. Capaz de matar inocentes para se manter no poder.
Apesar de não serem judeus, não serem do povo de Deus e muito menos ainda, Cristãos, os “magos” tiveram um comportamento exemplar: não se deixaram enganar por Herodes e nem se associaram a ele.
“Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho.” Mt 2,12 Imitemos esta atitude dos “magos”. Todo encontro pessoal com Jesus deve levar a um voltar por outro caminho, a uma conversão de vida. |
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| O Sacramento do Batismo |
| 3/1/2010 |
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O Batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No Batismo, a Igreja reunida celebra essa experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Pelo Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.
O santo Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão: "Baptismus est sacramentum regenerationis per aquam in verbo - O Batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra".
Quando recebemos o Sacramento do Batismo, transformamo-nos de criaturas para Filhos Amados de Deus. Muitos pensam que os sacramentos em geral são obras eclesiásticas, ou seja, os sacramentos são "invenções" da Igreja. Isso não é verdade, os sacramentos são sem sombra de dúvidas criadas por Jesus Cristo, o próprio Deus Encarnado.
O profeta João Batista, primo de Jesus, que veio ao mundo para preparar os caminhos para a vinda do Messias, foi quem batizava as pessoas para a vinda de Cristo (Mc 1, 2s). Ele sabia que o seu Batismo era temporário, pois logo depois dele viria o seu primo Jesus que batizaria no Espírito Santo, ou seja, o profeta batizava com água e Jesus batizava com o Espírito Santo. A Bíblia sugere o batismo de todos, o que inclui as crianças.
Atos 2, 38-39: "Disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos que estão longe - a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar." E também outras passagens. (ver Atos 16, 15; Atos 16, 33; Atos 18, 8; 1Coríntios 1, 16)
Quando o batismo é válido? O batismo é ordinariamente válido quando o ministro (bispo, presbítero, diácono) - ou, em caso de necessidade qualquer pessoa (batizada) - derrama água sobre batizando, enquanto diz: "N..., eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Isso supõe a fé em Jesus Cristo, pois sem a fé o batismo não passa de uma encenação.
Mas não só o batismo na Igreja Católica é válido. O batismo de crianças ou de adultos realizados em algumas outras também o é. Batizam validamente: as Igrejas Orientais; a Igreja Vetero-Católica; a Igreja Episcopal (Anglicana) do Brasil; a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB); a Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB); e a Igreja Metodista.
O batismo em outras Igrejas é válido se realizado com águas e na mesma fé, utilizando a fórmula trinitária. Por razões teológicas, ou pelo sentido que dão ao sacramento, a Igreja Católica tem reservas quanto à validade do batismo realizado em algumas Igrejas e considera inválido o batismo de certas expressões religiosas.
Jesus disse aos discípulos: "Vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês" (Mt 28, 19-20). O Cristo Ressuscitado envia sua Igreja ao mundo, pois a salvação é oferecida a todos.
Para ser salvo, é preciso Ter fé em Jesus e segui-lo, mas ninguém segue Jesus sozinho. Pelo batismo passamos a fazer parte da comunidade dos seguidores de Jesus, participantes da vida de Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo.
O batismo é um Dom de Deus para nós. Dom que nos torna filhos amados, e não apenas simples criaturas. Ele nos mostra que fomos feitos para a comunhão com aquele que é o Senhor de tudo e com o nossos irmãos, incluindo aquelas que acreditam em Jesus Cristo, mas não são católicos como nós.
O Batismo é o sacramento da comunhão de todos no Cristo. É isso que nos diz São Paulo: "Pois todos vocês, que foram batizados em Cristo, se revestiram de Cristo. Não há mais diferenças entre judeu e grego, entre escravo e homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são um só em Jesus Cristo" (Gl 3, 27-28)
Para que existe o Batismo? Adão e Eva pecaram gravemente, desobedecendo a Deus, querendo ser iguais a Deus. Foram, por isso, expulsos do Paraíso. Passaram a sofrer e a morrer. Deus castigou-os e transmitiu a todos os filhos de Adão, ou seja, a todos os homens, o pecado original. Mas Deus prometeu a Adão e Eva que enviaria seu próprio Filho, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que seria igualmente homem, para morrer na Cruz e pagar assim o pecado de Adão e Eva e todos os outros pecados.
Mas não basta que Jesus tenha morrido na Cruz. É preciso ainda que essa morte de Jesus seja aplicada sobre as almas para que elas reencontrem a amizade de Deus, ou seja, se tornem filhos de Deus e tenham apagado o pecado original. Foi então para aplicar seu Sangue derramado na Cruz sobre nossas almas que Jesus instituiu o Sacramento do Batismo.
Quando foi que Jesus instituiu o Batismo? Jesus instituiu o Batismo logo no início da sua pregação, quando entrou no rio Jordão para ser batizado por São João Batista. O Batismo de João não era um Sacramento. Só quando Jesus santifica as águas do Jordão com sua presença e que a voz do Pai se faz ouvir: "Este é meu Filho bem amado, em quem pus minhas complacências", e que o Espírito Santo aparece sob a forma de uma pomba (foi então uma visão da Santíssima Trindade), é que fica instituído o Batismo.
Essa instituição será confirmada por Jesus quando Ele diz a seus Apóstolos: "Ide e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo." Leia na Bíblia, no Evangelho de São Mateus, o Capítulo 3, Versículo 13.
Matéria e Forma Jesus instituiu, então, o Batismo e determinou que seria usada a água como matéria desse Sacramento. Foi também Jesus quem determinou a forma: "Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém." O rito da Batismo consiste assim em derramar água na cabeça da pessoa que vai ser batizada, ao mesmo tempo em que se diz a forma. Mas só isso não basta. É preciso ainda que o ministro tenha a intenção de fazer o que faz a Igreja Católica no Sacramento do Batismo.
A Santa Igreja acrescentou também diversas orações preparatórias que completam a cerimônia. Quem já assistiu a um Batismo sabe que o Padre usa o sal bento, o óleo dos catecúmenos, o Santo Crisma, entrega a vela acesa aos padrinhos, veste a roupa branca no batizado e, principalmente, reza as orações contra o demônio, para que o pai da mentira nem se aproxime do batizado. Esse é o batismo Católico, o único instituído por Jesus, o único capaz de nos tornar filhos de Deus.
O Ministro do Batismo Normalmente, o ministro do Batismo é um Padre. É ele quem recebeu de Deus o poder de trazer a Fé ao coração da pessoa batizada, tornando-a filha de Deus. Mas pode acontecer que seja preciso batizar às pressas alguém. Se não houver um Padre por perto, qualquer pessoa pode batizar, desde que queira fazer o que a Igreja Católica faz no Batismo, que use água e diga as palavras da forma do Batismo.
Além da pessoa que está sendo batizada, do ministro que batiza, há também, na cerimônia do Batismo, os padrinhos, que seguram a criança. Normalmente escolhe-se para padrinhos um homem e uma mulher. Eles devem ser bons católicos, pois a função dos padrinhos é dar o exemplo, ajudar aos afilhados a aprender o Catecismo, a rezar, a conhecer e amar a Deus. São os padrinhos que respondem no nosso lugar as perguntas que o ministro faz durante a cerimônia.
Os efeitos do Batismo O Batismo nos dá, pela primeira vez, a graça santificante, que é a amizade e a presença de Deus no nosso coração. Junto com a graça recebemos o dom da Fé, da Esperança e da Caridade, assim como todas as demais virtudes, que devemos procurar proteger no nosso coração. Apaga o pecado original. Apaga os pecados atuais e todas as penas ligadas aos pecados. Imprime na nossa alma o caráter de cristão, fazendo de nós, filhos de Deus, membros da Santa Igreja Católica e herdeiros do Paraíso. Nos torna capazes de receber os outros Sacramentos.
Por isso tudo, vemos que o Batismo é absolutamente necessário para a salvação. Só entra no Céu quem for batizado. Mas para as crianças que morrem ser terem sido batizadas e não têm culpa, a Igreja as confia à misericórdia de Deus e na sua promessa de que queria que todos se salvassem (1Tim 2, 4) principalmente quando chama para si as crianças, que são praticamente os únicos seres puros de coração (Mc 10, 14). Isso é chamado Limbo. (ver CIC 1261
Pastoral do Batismo na Paróquia São Nicolau de Flüe Maiores informações pelo telefone :(16) 3307.8587 no horário comercial |
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| Feliz 2010 é o que deseja toda comunidade de São Nicolau de Flüe! |
| 31/12/2009 |
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Feliz Ano Novo!!!!
Ano Novo, vida nova. Tempo de avaliar o que passou, para repetir os acertos e corrigir as falhas, para perdoar e esquecer as mágoas.
É hora de recomeçar. Tantas coisas aconteceram e, no meio da pressa, parece que nunca temos tempo para realizar nossos sonhos e projetos.
Mais um ano se passou. Foi tudo tão rápido.
Você olha para trás e vê sucessos e decepções, tristezas e alegrias, fantasias e realidades.
O peso do ano velho ainda está em seus ombros, em sua vida, em seu coração.
É tempo de parar. Decrete alguns dias de paz. Dê férias ao coração. Aceite meia hora de silêncio. Contemple uma flor. Deixe que sua voz interior grite.
Nosso complexo de onipotência cria a ilusão de que podemos funcionar sempre, sem descanso. O resultado é trágico: estresse, o mal do século.
Pare um minuto.
Reze.
Olhe para o Universo e veja o que existe de bom.
Exercite-se na arte de ser feliz.
Confraternize com todas as pessoas de todo o mundo.
Feliz Ano Novo!! |
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| A igreja celebra hoje a Sagrada Família |
| 30/12/2009 |
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Sagrada Família
Se o Natal tiver sido ao domingo; não tendo sido assim, a Sagrada Família celebrar-se-á no domingo dentro da Oitava do Natal.
Da alocução de Paulo VI, Papa, em Nazaré, 5.1.1964:
O exemplo de Nazaré:
Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, a escutar, a meditar e a penetrar o significado tão profundo e misterioso desta manifestação do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso, a imitá-la. Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. Aqui se descobre a importância do ambiente que rodeou a sua vida, durante a sua permanência no meio de nós: os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo o que serviu a Jesus para Se revelar ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem sentido. Aqui, nesta escola, se compreende a necessidade de ter uma disciplina espiritual, se queremos seguir os ensinamentos do Evangelho e ser discípulos de Cristo. Quanto desejaríamos voltar a ser crianças e acudir a esta humilde e sublime escola de Nazaré! Quanto desejaríamos começar de novo, junto de Maria, a adquirir a verdadeira ciência da vida e a superior sabedoria das verdades divinas! Mas estamos aqui apenas de passagem e temos de renunciar ao desejo de continuar nesta casa o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. No entanto, não partiremos deste lugar sem termos recolhido, quase furtivamente, algumas breves lições de Nazaré. Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito, tão necessário para nós, que nos vemos assaltados por tanto ruído, tanto estrépito e tantos clamores, na agitada e tumultuosa vida do nosso tempo. Silêncio de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor de uma conveniente formação, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê. Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu caráter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social. Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do Filho do carpinteiro! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano; restabelecer a consciência da sua dignidade, de modo que todos a sentissem; recordar aqui, sob este teto, que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que a sua liberdade e dignidade se fundamentam não só em motivos econômicos, mas também naquelas realidades que o orientam para um fim mais nobre. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande Modelo, o seu Irmão divino, o Profeta de todas as causas justas que lhes dizem respeito, Cristo Nosso Senhor.
João Paulo II, na Carta dirigida à família, por ocasião do Ano Internacional da Família, 1994, escreve: A Sagrada Família é a primeira de tantas outras famílias santas. O Concílio recordou que a santidade é a vocação universal dos batizados (LG 40). Como no passado, também na nossa época não faltam testemunhas do "evangelho da família", mesmo que não sejam conhecidas nem proclamadas santas pela Igreja... A Sagrada Família, imagem modelo de toda a família humana, ajude cada um a caminhar no espírito de Nazaré; ajude cada núcleo familiar a aprofundar a própria missão civil e eclesial, mediante a escuta da Palavra de Deus, a oração e a partilha fraterna da vida! Maria, Mãe do amor formoso, e José, Guarda e Redentor, nos acompanhem a todos com a sua incessante proteção.
Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós!
Tríduo à Sagrada Família Pelo Sinal da Santa Cruz, livrai-nos Deus, dos nosso Senhor, dos nossos inimigos.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis e face da Terra.
Oremos: Ó Deus, que doutrinais os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, concedei-nos que, pelo mesmo Espírito Santo, saibamos o que é reto e gozemos sempre de sua preciosa consolação.
Por Cristo, Senhor Nosso.
Amém.
Oração a Jesus, Filho de Família
Senhor Jesus, onipotente Criador de todas as coisas, que com um aceno de vossa vontade soberana tirastes do nada todas as coisas que agora são; Deus poderosíssimo a quem obedecem todas as criaturas e cujas ordens cumprem elas com soberano acatamento, e que, todavia, por nosso amor quisestes ficar reduzido à mais humilde obediência a Maria, vossa Mãe Santíssima, e ao glorioso patriarca São José, cabeça da família onde Vós sois Filho; eis aqui esta família que Vos pertence, e que, humildemente prostrada a vossos pés, Vos suplica que lhe deis a graça necessária para levar com resignação os trabalhos e sofrimentos de família, luzes espirituais para que todos os membros dela conheçam e compram suas obrigações particulares, e a paz e união que fazem da família cristã uma ante-sala do céu.
Vós, Senhor, vivestes em família para ser nosso modelo e nosso amparo, sendo-o pois principalmente para esta família que, reunida, vem honrar vossa santa e feliz Família.
À Santíssima Virgem Santíssima Mãe de Jesus, esposa do glorioso e felicíssimo José, como Vós pertencíeis à Sagrada Família e nela tínheis grandes obrigações a cumprir, também nós formamos uma família.
Ah, Senhora, que solicitude e cuidados tivestes na casa de Nazaré!.
Quantas tristezas pela pobreza de vossa família e pelos sofrimentos que isso podia ocasionar a Jesus!.
Que diligência no trabalho, e que zelo na educação do vosso adorado Jesus!.
Pois conheceis tão bem as necessidades duma família, escutai as súplicas que vos dirige esta família que Vos pertence.
Ensinai-nos as virtudes que praticastes: socorrei e assisti a nossas mães para que sejam em nossas casas o que Vós éreis na casa de Nazaré, a fim de que, imitando elas vossas virtudes, façam também a felicidade de nossas casas, como fizestes Vós felizes as pessoas da Sagrada Família.
A São José E Vós, glorioso Patriarca, que com tanta confusão vossa mandáveis ao Senhor e dono de todas as coisas, e com tanto zelo veláveis pela conservação de sua vida, e com tanta diligência e sacrifício trabalhastes para sustentar vossa casa, e para que nada faltasse aos que Vos eram tão caros, porque o mesmo Deus vo-los confiara.
Vós, pelo lugar que ocupastes nessa Santa Família, onde Vos obedeciam o mesmo Deus e sua Santíssima Mãe, conheceis perfeitamente as lágrimas amargas que derramam por nós nossos pais, as tribulações e escrúpulos pela educação de seus filhos, as tristezas que devoram pela pobreza e falta de recursos, e a solicitude pelo que poderá acontecer no decurso de sua vida.
Já que tão bem conheceis as necessidades de uma família, socorrei a nossa, que recorre a Vós nesta presente necessidade.
Ensinai a nossos pais a praticar a religião como a praticastes Vós; dai-lhes parte de vosso zelo na educação de seus filhos, e assisti-nos, quando tristes pelas necessidades espirituais ou temporais da família, vão perdendo a esperança cristã ou a santa resignação e paciência.
Fazei de nossos pais o que fostes Vós na casa de Nazaré, para que, imitando eles vossas virtudes, nos conduzam e à felicidade temporal e eterna.
Oração à Sagrada Família Ao final de cada dia Ó amantíssimo Jesus, que com vossas inefáveis virtudes e com os exemplos de vossa vida oculta, consagrastes a família que escolhestes para vossa!.
Lançai um olhar de clemência sobre os moradores desta casa, que prostrados a vossos pés, vos pedem que lhes sejais propício.
Lembrai-vos que sois o dono desta casa, porque a Vós está exclusivamente entregue e consagrada.
Guardai-a com benignidade, apartai dela os perigos, socorrei-a nas necessidades, plantai nela as virtudes que floresceram na vossa casa de Nazaré, para que dedicada com fidelidade a vosso serviço e amor na vida, possa cantar no céu eternamente vossos louvores.
Ó Maria, Mãe dulcíssima, recorremos confiados a vosso socorro, na certeza de que vosso Unigênito acolherá nossas súplicas.
E Vós, gloriosíssimo São José, socorrei-nos com vosso poderoso patrocínio, e depositai nossas orações nas mãos de Maria, para que as apresente a Jesus Cristo.
(Indulgência parcial para os que se consagram à Sagrada Família)
Jesus, Maria e José, iluminai-nos, socorrei-nos, salvai-nos.
Primeiro dia: Família de Deus
A Sagrada Família era, sem nenhuma dúvida, a verdadeira família de Deus, porque Deus pertencia a esta família.
Jesus era o filho nesta casa, e tanto se considerava ele como parte essencial desta família, que obedecia com toda pontualidade e servia à casa como o filho mais submisso.
O mesmo Eterno Pai e o Espírito Santo pertenciam a esta família, porque o glorioso esposo de Maria era propriamente o vice-gerente de Deus, com respeito a seu Filho, e o guarda de Maria, por ordem do Espírito Santo.
Também nossas famílias são de Deus.
Desde que se entrou à família pelo santo e canônico matrimônio, a família é de Deus; Deus mesmo, lançando sua bênção sobre esse casal cristão, tomou posse dessa casa, e tomou à sua responsabilidade amparar e defender essa família.
Nossas famílias são de Deus, porque todas as pessoas dela são cristãs pelo santo Batismo, e lhe pertencem pela criação, pela redenção e pela consagração especial que lhe fizemos quando entramos nesse santo estado.
E se isto é verdade, como certamente é, devemos procurar que realmente nossas famílias sejam de Deus.
Devem ser de Deus as pessoas da casa, trabalhando em evitar o pecado mortal.
Como poderia conservar-se Deus em nossas casas, se estivesse longe de nossos corações?.
E que nos adiantariam os interesses materiais e as muitas riquezas, se nos faltasse Deus?.
Que lhe custaria a Deus negar-nos a paz e o amor da família, que é o que faz a verdadeira felicidade da casa?.
E como haveria essa paz e esse amor se as pessoas da casa estivessem em inimizade com Deus?.
Considera, portanto, que é de sumo interesse que tua família pertença a Deus, para que Deus entre em tua família com a paz, com o amor e amizade verdadeira, com sua bênção nos filhos, na saúde e nos mesmos interesses; mas para isso não basta que as pessoas da casa sejam de Deus cada uma em particular, senão que a mesma família deve pertencer a Deus como família.
Deve conhecer-se nas orações em família, nos quadros e figuras da casa, nos costumes da casa, antes e depois das refeições, nas reuniões familiares, nas conversações e nos mesmos divertimentos.
Medita, pois, com atenção se tua família é realmente cristã, ou se pelo contrário não pode estar Deus satisfeito com ela.
E que seria de tua casa sem a bênção de Deus?.
Para alcançar o remédio de todas as necessidades da família e a graça especial que nossa família deseja conseguir neste tríduo, rezaremos três Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória ao Pai à Sagrada Família de Nazaré.
Recitar agora a Oração à Sagrada Família
Segundo dia: Religião da família
Considera a religiosidade com que a Sagrada Família cumpria os preceitos da lei de Deus.
Sem obrigação estrita Nossa Senhora, como mãe de família, sujeitou-se à lei da purificação, que a humilhava e nivelava a qualquer outra mulher que não conservasse sua virgindade, nem tivesse concebido por obra do Espírito Santo; para cumprir essa mesma lei e por espírito de religiosidade, dirigia-se todos os anos a Sagrada Família a Jerusalém, a adorar a Deus em seu santo templo.
De Jesus morando em sua família, diz o Evangelho que crescia em sabedoria, idade e graça de Deus, e isto manifesta que a escola onde Jesus aprendeu foi sua família, e São José e Nossa Senhora, sua mãe, foram seus primeiros e principais mestres.
Também por essa religião foi a Sagrada Família o modelo de famílias felizes e santas.
Se tua família é de Deus, é mister proceder como família de Deus, e cumprir as obrigações da casa.
Lembrem-se os pais que os descuidados da educação e vigilância de seus filhos e domésticos negaram a fé, e são piores que os infiéis, diz o Apóstolo.
Pode haver para os pais obrigação mais importante e mais cara do que cuidar desses pedaços do coração, os filhos?.
E pode haver melhor modo de ensinar do que o exemplo dos adultos?.
Se nossa família, como família, não cumprir as obrigações religiosas; se os pais e patrões não forem os primeiros em dar bom exemplo a seus filhos e empregados, e a manifestar respeito e obediência às leis de Deus e da Igreja, como reconhecerão os filhos neles a imagem de Deus?.
E se as imagens de Deus são tão imperfeitas na família, como as respeitariam e acatariam?.
É necessário, portanto, para que Deus abençoe nossa família, guardar nela as leis de Deus e da Igreja que obrigam a família.
Que vejam, portanto, os filhos pequenos em todas as pessoas adultas, o cumprimento exato da observância dos domingos, da abstinência e dos jejuns, e sobretudo que nunca vejam um escândalo, e desse modo as famílias serão as primeiras escolas onde aprenderão os filhos.
É assim nossa família?.
Está Deus contente com nossos costumes de casa, de religião de nossa família?.
Para alcançar o remédio de todas as necessidades da família e a graça especial que nossa família deseja conseguir neste tríduo, rezaremos três Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória ao Pai à Sagrada Família de Nazaré.
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Terceiro dia: Oração em família
A Sagrada Família, que, pelo menos uma vez por ano, fazia o sacrifício de ir a Jerusalém para guardar esse preceito da Lei, não deixava de cumprir a obrigação de guardar em casa as práticas familiares da religião; sempre vemos juntos José, Maria e Jesus no sagrado Evangelho, e juntos também oravam todos os dias e todos os momentos.
Considera que uma das coisas mais necessárias às famílias é a união e amizade, e para esse fim a companhia e freqüência em casa.
Se os membros da família não passam a maior parte do tempo em casa, fora do imprescindível para as obrigações de família, como se amarão, se quase não se conhecem?.
Para essa união e mútuo amor, ajuda muito reunir-se alguns momentos para orar em família e fazer ver aos filhos que os pais representam o lugar de Deus, e que se lhes deve obedecer por Deus.
A oração em família tem a promessa de Cristo: onde há dois ou três reunidos em Meu Nome, lá estou Eu no meio deles .
E se Deus estiver em nossa família, se Deus estiver por nós, quem estará contra nós?.
E se Deus defender nossas famílias, que poderão contra elas as insídias de nossos inimigos?.
É obrigação gravíssima ensinar aos filhos as orações mais necessárias, de modo que estão expostos a perder-se os pais que se descuidam de tão grave obrigação; e que meio mais eficaz para os pequenos aprenderem, do que rezá-las todos os dias em casa, na presença deles e acompanhando-os?.
As orações das crianças são súplicas da inocência, que não podem deixar de ser escutadas por Deus.
Que modo melhor, portanto, de atrair as bênçãos de Deus sobre nossas famílias, que rezar em companhia da inocência?.
Rezemos em família, e rezemos cada dia, para obter todos os dias as graças que cada dia necessitam nossas famílias.
Rezamos todos os dias em casa?.
Está introduzida em nossa família a recitação do terço diário?.
Rezamos pelo menos um Pai Nosso à Sagrada Família?.
Para alcançar o remédio de todas as necessidades da família e a graça especial que nossa família deseja conseguir neste tríduo, rezaremos três Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória ao Pai à Sagrada Família de Nazaré.
Recitar agora a Oração à Sagrada Família |
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| Família, Dom Sagrado de Deus |
| 27/12/2009 |
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Sagrada Família
“Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo. As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador. Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos. Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. (Efésios 5,21-25)
A família têm duas dimensões, a primeira é o "casal" e a segunda são os "filhos". São Paulo compara o casal, marido e mulher, a Cristo e a Igreja. Na Antiga Aliança, tínhamos o casamento entre Javé e Israel e, quando alguém se casava, era de costume comemorar durante sete dias aquele casamento. Deus ficava irado quando o seu povo [o povo de Israel] adorava outros deuses. O Senhor se sentia como um marido traído. Na Nova Aliança, o casamento é entre Cristo e a Igreja.
Deus quis que, na raíz da família, houvesse uma aliança e, por isso, os casais hoje trazem um anel em suas mãos como símbolo desta união. O Papa João Paulo II pedia: "casais cristãos, sejam para o mundo um sinal do amor de Deus"; de forma que, quando as pessoas virem um casal superando os problemas que existem no mundo, possam ver o amor de Deus.
É dogma de fé que a Igreja é santa; nunca podemos dizer que ela tem pecado, pois os pecados são dos filhos da Igreja, eles são nossos. Por que a Igreja é santa? Porque Cristo entregou-se por ela na cruz, para que ela fosse sem mácula. Desta forma São Paulo diz que os maridos devem amar as suas esposas, você está disposto a amar a sua esposa ao ponto de se entregar por ela?
A família é sagrada, ela não foi instituída por homem, por um papa, mas por Deus. Deus quis dar uma ajuda adequada ao homem e por isso deu-lhe a mulher como vemos no livro do Gênesis. A mulher foi a última criação de Deus, foi o ápice da criação. Adão ficou feliz por receber a mulher e Deus olhou para os dois e disse aquilo que é a essência do casamento, “por isso o homem deixa seu pai, deixa sua mãe, une-se a sua mulher e sereis uma só carne”.
O que Deus quer? Deus quer que, com o casamento, homem e mulher sejam uma só carne, um só coração, uma só alma, um só espírito, pois há pessoas que estão casados há anos, porém, ainda não parecem estar casados. Pela mentira, o demônio quer destruir os casamentos. Quando se mente para o marido ou para a esposa, você está dando ocasião para o demônio entrar na vida da sua família.
Quando o casal está unido no amor de Deus, ninguém separa. São Paulo diz que o amor é paciente, bondoso, não busca os próprios interesses, o amor não acaba nunca, só ele faz com que perdoemos uns aos outros até mesmo quando um errou com o outro. É preciso que nos alimentemos do amor de Deus. E isto vai acontecer onde? Na Igreja, na Eucaristia e na oração, pois o casal que reza junto não se separa diante das dificuldades, porque tem forças para superar todos os problemas.
Pai e mãe, vocês devem conquistar os seus filhos. Um dia, vi uma frase em um carro que dizia: "Conquiste o seu filho antes que o traficante o faça" e pensei: "Tenho cinco filhos e preciso conquistá-los". Você não conquista o seu filho pelo que você dá a ele, mas pelo que você é para ele. Se você é um pai ou uma mãe honrados, conquistará seu filho.
Que Nossa Senhora guarde nossas famílias, nossos filhos, para que possamos conduzi-los a Deus!
Em nossa paróquia há movimentos e pastorais direcionada a familia, são elas :
Pastoral Familiar e ECC - (Encontro de casias com Cristo)
Maiores informações no horário comercial pelo telefone-3307.8587
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| A Comunidade de São Nicolau de Flüe Deseja a todos um Feliz Natal |
| 25/12/2009 |
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No soprar do vento natalino, mais uma vez é tempo de contemplar no céu, a estrela de Belém É tempo de presentear a alma com os melhores sentimentos. É tempo de extravasar toda nossa felicidade É tempo de brindarmos a vida, e a alegria de podermos viver uma data tão especial. Que este Natal possa ser plenamente belo, e que você se sinta rodeada por muitos sentimentos genuínos, sentimentos tais, que lhe elevem como ser humano, que engrandeçam a sua alma e lhe façam muito feliz!
Que a PAZ de Jesus habite em cada lar ao longo do novo ano!
Sejam quais forem as circunstâncias…
Que a Sua alegria preencha cada dia e a Sua paz inunde os vossos corações!
FELIZ NATAL!
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| Nascimento do Menino Jesus |
| 25/12/2009 |
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Momento sublimíssimo na vida da Mãe puríssima e do Divino Filho
São José está dormindo, as ovelhinhas estão por perto, o burrico também, e os Anjos enchem o céu, cantando a Glória de Deus. Os pastores estão ouvindo o cântico celeste: “Glória a Deus no mais alto dos Céus, e paz na Terra aos homens de boa vontade”. É exatamente o que a Liturgia, na noite do dia 24 para 25, deverá estar celebrando.
É noite, e Nossa Senhora acaba de dar à luz o Menino Jesus, de modo misterioso e maravilhoso. O gesto dela, a sua atitude, são apresentados como os de uma pessoa inteiramente sadia, que se empenha em aconchegar o Menino Deus. Mas Ela o faz com um desembaraço físico de movimentos, que não é o da mãe comum após o parto.
O processo de nascimento é dolorido e difícil, em virtude do pecado original. Contudo, tendo Nossa Senhora sido virgem antes, durante e depois do parto, esse nascimento se deu de modo milagroso. Não representou nenhum esforço para a Virgem Santíssima. Ela parece ter acordado de um sono brando.
É uma cena lindíssima, que empolga. Pode-se imaginar a situação de Nossa Senhora ao ver — pela primeira vez com seus olhos terrenos, seus olhos carnais — o fruto do Divino Espírito Santo concebido em suas próprias entranhas. E que fisionomia apresenta o Homem-Deus que acaba de nascer DEla!
O Menino Jesus aparenta a atitude de uma criança recém-nascida. É preciso notar que — como Nosso Senhor foi concebido sem pecado original e sua natureza humana estava ligada à natureza divina, mediante a união hipostática, com a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade — sua inteligência era plena desde o primeiro instante em que Nossa Senhora O concebeu. E já no claustro materno Ele rezava, oferecia reparações a Deus, O adorava e implorava pelos homens. Ele começou a sua vida inteiramente consciente. De maneira que essa Criança teve comunicações com Nossa Senhora, de caráter místico, durante o período da gestação.
Ela sabia que o olhar daquele Menino era lúcido e cheio de amor. Os dois estavam se conhecendo. Ele analisava o rosto de sua Mãe e Ela estava fixando a fisionomia de Seu Divino Filho. É um momento sublimíssimo da vida de ambos. Podemos imaginar o auge de amor de Deus que Ela atingiu nesse momento. E o Divino Infante, desde logo, que olhar de amor dirigiu à Sua Mãe Santíssima! |
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| Hoje às 19h e a manhã dia 23 de Dezembro Confissão comunitária na Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 22/12/2009 |
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Sacramento da Confissão!
Reflexão à luz da Palavra
Sacramento da reconciliação: exame de consciência, arrependimento, bom propósito, confissão dos pecados, penitência.
Faça uma reflexão sobre a sua condição de pecador e sobre a misericórdia do Senhor.
"Confissão é contar os pecados, é diferente de direção espiritual. Na confissão apenas reconhecemos nossos pecados diante do próprio Cristo, no Padre; para então receber o perdão de Deus. Direção espiritual é algo diferente, é uma conversa, uma opinião a respeito de nossa vida espiritual. Para que este Sacramento seja eficaz é preciso dar o primeiro passo da reconciliação, seja consigo mesmo, seja com o irmão; se eu fiz algum mal, devo primeiro repará-lo, para depois sim ir à confissão. O arrependimento, a reconciliação interior, deve vir antes da confissão. "
Porque devemos nos confessar. Deus, no seu amor paternal, deseja que todos os pecadores voltem para junto dele. Ele quer que nos afastemos dos nossos pecados, que nos convertamos a ele, nosso supremo Senhor e fim eterno. Jesus Cristo nos diz no Evangelho: “Fazei penitência, pois o Reino dos Céus está perto.” (Mat. IV,17).
Mas para nos ajudar a fazer a penitência, Deus nos dá uma virtude especial para que tenhamos forças para nos arrependermos de nossos pecados. Essa força especial é a Virtude de Penitência.
Pela virtude de Penitência, que Deus coloca no nosso coração, Ele nos leva a reconhecer toda Sua bondade, toda Sua santidade e como nós O ofendemos e O deixamos triste quando cometemos nossos pecados. Só mesmo conhecendo a Santidade, a Justiça e o Amor de Deus é que podemos reconhecer como nossos pecados ofendem a Deus.
Deus quer que tenhamos grande arrependimento por nossos pecados.
O que quer dizer “se arrepender”?
Arrepender-se quer dizer não querer de maneira nenhuma continuar com a alma manchada pelo pecado, sentir uma dor profunda por ter traído a bondade de Deus, ter ofendido e entristecido a Deus, que nos ama tanto.
Na nossa família nós temos um bom exemplo do que é o arrependimento, quando deixamos nossos pais tristes e ofendidos. Logo vem aquela dor, aquela vergonha e, ao mesmo tempo, a certeza de que eles vão nos perdoar, se pedirmos desculpas, porque sabemos que eles nos amam muito. Com Deus também acontece assim. Com essa diferença: o arrependimento dos nossos pecados nos abre novamente as portas do Paraíso, nos devolve a amizade com nosso Deus, que morreu na Cruz para nos salvar.
Mas se não tivermos o arrependimento, será que Deus nos perdoará dos nossos pecados? É fácil perceber que sem um sincero arrependimento, Deus não pode nos perdoar.
Há vários tipos de arrependimento pelo pecado:
- Arrependimento humano: estamos arrependidos porque temos medo do castigo que receberemos de nossos pais. Esse arrependimento humano nada adianta para o perdão dos pecados.
- Arrependimento imperfeito: chama-se também contrição imperfeita ou atrição – estamos arrependidos porque temos medo do castigo de Deus.
- Arrependimento perfeito: chama-se também contrição perfeita – estamos arrependidos não mais por causa do castigo dos pais ou de Deus, mas porque ofendemos a Deus, traímos o amor de Deus, nosso Pai tão bom e amoroso, nosso Redentor e Salvador. Esta dor é chamada perfeita porque vem do amor que sentimos por Deus. É essa contrição perfeita que nós manifestamos quando rezamos o Ato de Contrição. Devemos saber de cor o Ato de Contrição para rezá-lo no confessionário e também em todos os momentos de tentação e perigo de nossa vida.
“Meu Deus, eu tenho muita pena de ter pecado, pois ofendi a Vós, meu sumo Bem, e mereci os castigos de Vossa justiça. Perdoai-me, Senhor, não quero mais pecar”.
Existe um Ato de Contrição mais bonito e mais completo:
«Senhor meu Jesus Cristo, Deus e Homem verdadeiro, criador e redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me Senhor, de todo o meu coração de Vos ter ofendido; pesa-me também de ter perdido o céu e merecido o inferno; e proponho firmemente, ajudado com o auxílio da Vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Espero alcançar o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém.»
Porém, só o arrependimento não basta! É preciso que ele seja acompanhado pelo bom propósito. O que é o propósito?
É a vontade firme e sincera de não mais cometer aquele pecado.
Se tivermos a contrição perfeita e o firme propósito de não mais pecar, devemos esperar com toda confiança o perdão de Deus. Ele é infinitamente misericordioso, chegando até a enviar seu Filho, o Verbo Encarnado, Jesus Cristo, para morrer pagando nossos pecados.
Essa virtude de Penitência não serve apenas para que nasça em nosso coração o arrependimento e a dor por ter pecado. Ela nos ajuda ainda a realizar certos atos exteriores, as obras de penitência, que servem para diminuir a pena do Purgatório, que teremos de pagar antes de irmos para o Céu; serve para dominar nossas más inclinações, nossos defeitos dominantes; e, também, para nos fortificar no bem.
São obras de penitência: rezar, jejuar, dar esmolas, suportar com paciência os sofrimentos e contrariedades, aceitar os incômodos da vida. A melhor obra de penitência é receber o Sacramento da Penitência, que é a Confissão.
A Tentação, o Pecado e o Sacramento da Confissão Deus quer que a nossa vida aqui na Terra seja um tempo de provação, para podermos alcançar a glória do Paraíso, não somente como um presente mas também como prêmio pela vitória. Por isso Ele permite que sejamos tentados e mesmo que, por nossa fraqueza, façamos pecados, pondo assim em risco a nossa Salvação Eterna.
A Tentação
Quando Jesus foi tentado no deserto, levou-o o demônio a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e sua glória e disse-lhe: “— Tudo isso lhe darei se, prostrado em terra, me adorares. Respondeu-lhe Jesus: Afasta-te Satanás! Pois está escrito: adorarás ao Senhor teu Deus e só a Ele servirás. Então o demônio o deixou e eis que vieram os anjos e O serviram.” (S. Mateus, IV, 8-11).
Enquanto vivermos na Terra estaremos sujeitos à tentação. O demônio emprega toda sua astúcia e maldade para fazer com que pequemos e nos condenemos para sempre.
Deus permite a tentação. Ele quer nossa vitória, mas ao mesmo tempo Ele quer que nós saibamos reconhecer nossa fraqueza ficando humildes: a luta deve também nos fortificar para que nossa recompensa seja, um dia, ainda maior.
Deus nos ajuda na tentação. Ele é fiel: se Ele permite que sejamos tentados, Ele também nos dá as graças para vencer a tentação. Deus está sempre do nosso lado.
Como fazer quando somos tentados?
Devemos resistir imediatamente à tentação e invocar o auxílio de Deus. Às vezes bastará uma oração jaculatória ou o Sinal da Cruz. Muitas vezes o melhor é não fazer caso da tentação, ocupar-se com alguma outra coisa e acabar esquecendo o pecado. Devemos evitar as más companhias que podem nos conduzir à ocasiões de pecado.
Sentir uma tentação é pecar?
Não. Só haverá pecado se nós consentirmos na tentação, ou seja, se nós aceitarmos o pecado que a tentação propõe. Mas já é pecado se nos expormos à tentação ou não a combatermos com fervor.
Para a minha vida: Na tentação direi: Nunca, Jamais! e rezarei: Senhor, ajudai-me!
A tristeza e o abatimento são os maiores aliados da fraqueza e do mal. Por isso sejam sempre alegres.
Os Santos nos ensinam:
“Quem não é tentado não é provado: quem não é provado não progride” (Sto. Agostinho).
“Quanto mais se luta, mais se demonstra o amor a Deus” (Sta. Tereza D’Ávila).
“Se nos deixarmos levar pela mão de Deus, venceremos o demônio: se combatermos sozinhos, seremos vencidos” (Sto. Agostinho).
O Pecado Muitas vezes não damos ouvidos aos conselhos de Deus, mas consentimos na tentação. Pecamos contra Deus, Sua vontade e Sua ordem. Desobedecemos à Lei de Deus com consciência, querendo fazer o pecado.
O pecado pode ser mortal ou venial.
O Pecado Mortal – O pecado mortal é um pecado sobre matéria grave, onde desobedecemos os mandamentos de Deus ou da Igreja. Para ser mortal, deve haver matéria grave e vontade firme de pecar.
O que quer dizer matéria grave? Vamos dar um exemplo. Todos sabem que roubar é pecado. Se você rouba uma bala de um amigo da escola, a matéria do pecado é leve, é muito pouca coisa. Se você rouba um saco de balas ou a carteira de dinheiro, a matéria do pecado é grave.
O que quer dizer vontade firme? Dizemos também: ter pleno consentimento do pecado. Ou seja, você sabe perfeitamente que aquilo é pecado, você poderia recusar, mas você faz assim mesmo. Todas as vezes que fazemos algo contra os dez mandamentos da Lei de Deus e contra os cinco mandamentos da Igreja, em que há matéria grave e pleno consentimento, cometemos pecado mortal.
O pecado mortal é uma grave injúria que se faz a Deus. Com o pecado mortal o homem se rebela contra seu Criador e Senhor. Deste modo, ofende a Deus, Santidade infinita, e retribui com a mais vergonhosa ingratidão ao amor de seu bondoso Pai e de seu Redentor crucificado.
O pecado mortal é, ao mesmo tempo, uma terrível desgraça para o homem: rouba-lhe a vida da graça e a amizade de Deus: ele perde todos os méritos que já tinha ganho; passa a merecer a condenação eterna do inferno e os castigos temporais. Enquanto o pecador não se arrepender, estará morto para o Céu.
“É impossível que venha a cometer um pecado mortal o homem que reza com verdadeiro fervor e continuamente invoca a Deus“ (S. João Crisóstomo).
O Pecado Venial - É o pecado que não nos afasta inteiramente de Deus, mostra certa negligência do nosso amor e serviço de Deus, mas não chega a ser uma grave traição. Esses pecados podem ser perdoados sem a Confissão, bastando rezar um Ato de Contrição, pedir sinceramente perdão a Deus e não querer fazer mais aquilo. Deus perdoa assim o pecado venial. Eles não acarretam a morte eterna e o inferno, mas não deixa de ferir nossas almas e aumentar o tempo do Purgatório. Comete-se pecado venial quando se peca em matéria menos grave, como por exemplo o que vimos do roubo de bala. Podemos cometer pecado venial também por falta de vontade firme de não pecar.
Por isso, a grande importância da Confissão freqüente. Mesmo que estejamos arrependidos de ter feito algo que consideramos errado, o melhor que temos a fazer é nos confessarmos. Na Confissão, o Padre poderá esclarecer todas as nossas dúvidas, e certamente ficaremos mais tranqüilos e felizes por recebermos a Santa Comunhão e vivermos em constante estado de graça.
Mas não é porque o pecado venial seja leve que podemos viver pecando assim. Todo pecado, mesmo venial, é uma ingratidão para com nosso Pai Celeste. Devemos nos esforçar para evitar também os pecados veniais. Além disso eles nos prejudicam, principalmente quando os cometemos deliberadamente. Perdemos por causa deles muitas graças e diminui em nós o amor de Deus e o gosto pelo Bem. E, depois, com a alma enfraquecida com muitos pecados veniais, logo virão pecados mortais. Como todo pecado, o pecado venial nos traz penas temporais que teremos de pagar ou com nossos sofrimentos aqui na Terra ou com muito sofrimento no Purgatório.
Para minha vida: Quando, na tentação, me vier um pensamento assim: ... afinal, isso não passa de um pecado venial, responderei a mim mesmo: o Divino Salvador na Cruz teve de sofrer também pelos pecados veniais.
O Sacramento da Confissão
1) A Instituição do Sacramento da Penitência Na tarde do dia da Ressurreição, apareceu Jesus aos Apóstolos e lhes disse: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim envio-vos eu. Depois destas palavras soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo. A quem perdoares os pecados, lhes serão perdoados, e a quem os retiverdes, lhes serão retidos” (Evangelho de São João, Cap. XX, 19-23).
Jesus Cristo, no seu amor, vem em auxílio do pecador por meio de um Sacramento especial. Durante sua vida terrena, perdoou aos pecadores arrependidos, e na Cruz expiou a culpa de toda a humanidade. No dia da sua Ressurreição, deu aos Apóstolos e aos seus sucessores no sacerdócio, o poder de perdoar os pecados em seu nome. Instituiu assim o Sacramento da Confissão ou Penitência e o confiou à sua Igreja.
2) Quando devemos nos Confessar Devem receber o Sacramento da Penitência todos aqueles que cometeram algum pecado mortal depois do Batismo. Não há obrigação de confessar os pecados veniais, pois estes podem ser perdoados também de outros modos, como fazendo um Ato de Contrição perfeito, rezando devotamente um Confiteor, fazendo uma boa ação por amor a Deus. Mas é muito útil confessarmos também deles, pois na Confissão Jesus Cristo vem em nosso auxílio por meio de abundantes graças próprias deste Sacramento, por exemplo, forças especiais para não pecar novamente. É, pois, muito útil confessar regularmente, mesmo os pecados veniais.
Além de confessar os pecados mortais e os pecados veniais, a Confissão também serve para expor uma dúvida que esteja nos afligindo, para pedir um conselho ao Padre, para pedir uma explicação. Essas coisas podem ser ditas em outra hora, mas o confessionário ajuda a conversar sobre a vida espiritual e moral.
3) A Forma e a Matéria da Confissão
Jesus Cristo ordenou que no Sacramento da Confissão, os pecados fossem perdoados ou retidos, ou seja, não perdoados ou deixados para uma próxima Confissão. Cabe ao Padre julgar, como juiz que ele é, se há verdadeiro arrependimento. Como o Padre não pode adivinhar os nossos pecados, nós devemos confessá-los, ou seja, declará-los, dizê-los claramente, sem esconder nenhum deles. Os nossos pecados assim ditos diante do Padre constitui a matéria do Sacramento da Confissão.
Depois que confessamos, arrependidos, os nossos pecados, o Padre nos absolve com as palavras da forma do Sacramento: Eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Vemos assim que é preciso três coisas principais neste Sacramento: a matéria (os pecados confessados), a forma (absolvição pelo Padre) e o arrependimento.
4) Os efeitos da Confissão
Quando o Sacerdote nos absolve, Jesus Cristo, nosso Redentor, nos perdoa todos nos nossos pecados. Nós, que estávamos afastados de Deus pelo pecado, somos reconciliados com o Pai Celeste, pelo perdão do pecado e da pena eterna. A Confissão nos restitui, nos devolve a graça santificante, a amizade de Deus, bem como os méritos que perdemos por causa do pecado. A Confissão nos traz muitas forças para não mais pecar.
A pena eterna nos é perdoada. O que isso quer dizer?
Quando cometemos um pecado mortal, ficamos sujeitos a dois tipos de castigo:
- a pena eterna, que é a condenação ao inferno, onde nunca se vê a Deus e onde se sente ódio de Deus, de si mesmo e de todos;
- a pena temporal, que é o sofrimento do fogo que queima as almas do inferno.
Quando nos arrependemos do pecado e recebemos a absolvição, somos imediatamente perdoados da pena eterna, ou seja, não vamos mais para o inferno. Mas continuamos sujeitos à pena temporal, ao fogo. Para pagar esta pena temporal e poder entrar no Céu perfeitamente puras, as almas passam pelo Purgatório. Lá elas sofrem muito, sofrem também no fogo, mas este sofrimento tem a consolação de se saber que em breve estarão no Céu, na Felicidade Eterna, vendo a Deus face a face e podendo amá-lo e adorá-lo eternamente. Mas as almas do Purgatório sofrem muito. Por isso devemos rezar muito por elas, pedindo a Deus, à Nossa Senhora, à São Miguel Arcanjo, que levem estas almas sofredoras para o Céu.
Mas Deus nos ajuda também para diminuir o tempo que devemos passar no Purgatório. Como?
Ele permite que nós tenhamos muitos sofrimentos aqui na Terra. Quando somos católicos e conhecemos todas estas coisas que estamos estudando, aprendemos a oferecer estes sofrimentos a Jesus, em vez de ficarmos reclamando e praguejando contra Deus.
Nossas orações também servem para diminuir nossa pena temporal. Por isso, na Confissão, o Padre nos dá a penitência. Esta oração, ou a obra que o Padre nos manda fazer (jejum, esmola, sacrifício) serve para diminuir nossa pena temporal. Por isso, em vez de desejarmos penitências pequenas e rápidas, devemos nos alegrar quando o Padre nos pede algo que devemos fazer com algum esforço, pois estaremos diminuindo mais a nossa pena temporal.
5) Como devemos nos Confessar
Exame de consciência. Devemos rezar ao Divino Espírito Santo para que Ele nos ilumine sobre nossos próprios pecados. Refletimos, procuramos nos lembrar de todos os pecados que cometemos desde a última Confissão. Podemos ter ofendido a Deus por pensamentos, por atos pecaminosos, por omissões no nosso dever.
Devemos nos lembrar do pecado, mas também do número de vezes que o cometemos e de alguma coisa que possa ter agravado ou diminuído a gravidade do pecado. Tudo isso devemos dizer ao Padre.
Quando já sabemos mais ou menos o que vamos dizer ao Padre, nos aproximamos do confessionário com respeito e recolhimento. Muitas crianças não entendem bem que a Confissão é uma cerimônia religiosa, um rito, e não uma conversa com o Padre. Estamos ali diante de Deus.
Pedimos a benção ao Padre, dizemos quando foi nossa última Confissão, e dizemos todos os pecados, uma após o outro, com o número e algum detalhe importante, sem alongar muito os detalhes que nos levaram a cometer o pecado. Se for necessário algum detalhe a mais, o Padre perguntará. Não podemos esconder nenhum pecado grave, pois isso tornaria a Confissão inválida e estaríamos abusando da bondade de Deus. Muitas pessoas, por vergonha, escondem algum pecado. O Padre, que não pode adivinhar, dá a absolvição, mas Deus não perdoa uma alma mentirosa. Depois aquela pessoa vai para a Missa e ainda comunga, cometendo o pecado de sacrilégio. Tenhamos sempre sinceridade nas nossas confissões.
Quando terminamos de confessar, ouvimos os conselhos do Padre. Sempre aprendemos alguma coisa boa para nossa alma nesta hora. Prestemos muita atenção! E procuremos agir segundo estes conselhos, principalmente quando se trata de reparar algum mal causado aos outros, como pedir desculpas a alguém, devolver algo roubado, etc. O Padre, nesta hora, nos dará a penitência, que rezaremos assim que possível, de preferência logo após a Confissão, em união à Paixão de Nosso Senhor. Depois, ele nos manda rezar o Ato de Contrição. Enquanto rezamos, ele nos dá a absolvição, que termina com esta bela oração:
«Que a paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, os méritos da bem-aventurada Virgem Maria e de todos os Santos, e tudo o que tiverdes feito de bom e suportado de mal, vos seja aplicado para a remissão dos pecados, aumento das graças e para a recompensa da vida eterna. Amém.»
Que Deus não permita que nos afastemos algum dia da prática da Confissão regular, meio seguro de alcançar a salvação eterna!
Procure por um Sacerdote!
Em nossa Paróquia há confissões todas as Quintas-Feiras durante o SOS Oração a partir das 19h30 E aos sábados na Paróquia São Nicolau Flüe das 8h30 às 11h Maiores informações pelo telefone (16)3307.8587 |
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| Prepare-se para o Natal |
| 21/12/2009 |
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Passando pelas ruas notamos que em muitos lugares, casas, ruas e comércios há enfeites de Natal com bonitas luzes, se preparando e aguardando este grande dia. Realmente a cidade fica muito bonita com estes enfeites, mas será que não estamos esquecendo de preparar o mais importante para este dia? O nosso coração, o nosso ser para a chegada do menino Jesus?
A cidade fica muito bonita com as luzes, mas muito mais importante do que isso é nós nos prepararmos para este dia que nos recorda o nascimento do menino Deus no meio de nós, que veio trazer-nos esperança e remissão para os nossos pecados.
Mas então como podemos nos preparar? Simples, vamos juntos fazer uma boa reflexão de tudo o que fizemos ou deixamos de fazer durante este ano e tão logo possível fazermos uma boa confissão para vivermos bem este tempo do Advento há espera do menino Jesus!
Precisamos estar limpos de toda mancha que o pecado deixa em nossa alma para receber Jesus em nossos corações, para que Ele faça uma eterna morada e permaneça por todo o novo ano que está prestes a iniciar.
Muitos de nós não nos preparamos adequadamente para este dia de Natal e acabamos deixando Maria e José, que estão prestes a receber Jesus, batendo à porta do nosso coração sem abrir a eles.
Não abrimos a porta do nosso coração, porque nos preocupamos com muitas outras coisas que devem vir em segundo plano como presentes, enfeites, presépio, ceia de Natal etc. Não que não seja importante estas coisas, pois elas nos fazem viver em maior harmonia com nossa família e amigos, mas não deve ser a nossa busca principal.
Que hoje então façamos este compromisso como cristãos: nos preparar para receber Maria, José e Jesus na casa do nosso coração!
E na sua casa? Na sua família? No seu coração? Na sua vida? Há lugar para Maria, José e o menino Jesus?
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| O Pecado |
| 19/12/2009 |
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O bem e o mal que fazemos não param em nós mesmos, entram e repercutem na história. Cada um de nós responderá diante de Deus pelo mal praticado e pela omissão diante do mal presente no mundo. Pecado, no sentido estrito, se diz de uma ação ou omissão da pessoa, contrariando a vontade de Deus. Em sentido analógico se pode falar em pecado estrutural para significar que o egoísmo infecta as estruturas da sociedade quando estas se constituem em benefício de um grupo ou classe social em detrimento dos outros, tornando-se assim geradoras de injustiça. Falamos então de injustiça social.
A sociedade estará organizada de forma injusta se não respeitar e promover o direito de todos seus membros. As leis civis serão justas na medida em que garantam uma ordem social que atenda ao bem comum. Não basta para o discípulo de Cristo ser na vida particular uma pessoa honesta. É necessário empenhar-se para corrigir as distorções no funcionamento da sociedade, transformando as estruturas injustas. Os legisladores são especialmente responsáveis nessa tarefa. Mas, por melhores que sejam as leis, se as pessoas não se empenharem pelo seu cumprimento, a justiça não se faz na convivência social.
A segurança pública é a questão de que se ocupa a Campanha da Fraternidade deste ano. Seu lema: “a paz é fruto da justiça”. Mas de onde vem a justiça? Ela é fruto do empenho das pessoas em fazê-la acontecer. Se não houver pessoas comprometidas com a justiça, não haverá paz. A missão evangelizadora da Igreja destina-se a transformar a humanidade. Assim ensinava na “Evangelii Nuntiandi” o Santo Padre, o Papa Paulo VI: “Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, em qualquer meio e latitude, e pelo seu influxo transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria humanidade: “Eis que faço de novo todas as coisas”. No entanto não haverá humanidade nova, se não houver em primeiro lugar homens novos, pela novidade do batismo e da vida segundo o Evangelho.
A finalidade da evangelização, portanto, é precisamente esta mudança interior; e se fosse necessário traduzir isso em breves termos, o mais exato seria dizer que a Igreja evangeliza quando, unicamente firmada na potência divina da mensagem que proclama, ela procura converter ao mesmo tempo a consciência pessoal e coletiva dos homens, a atividade em que eles se aplicam, e a vida e o meio concreto que lhes são próprios” (n. 18). Conversão é, pois, o sentido do empenho evangelizador da Igreja. O pressuposto é este: todos somos pecadores e precisamos mudar nossa vida. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina: “…todos, judeus e gregos, estão sob o domínio do pecado”(Rom 3,9). A antropologia paulina, ao mesmo tempo que reconhece a dignidade original do ser humano, criado por Deus em estado de justiça e santidade, entende que a desobediência, já nas origens, introduziu na natureza humana uma desordem que permanentemente tende a afastar o ser humano de Deus destruindo sua beleza original e conduzindo-o à morte. São Paulo descreve de forma dramática a condição humana marcada pelo pecado: “pois como o pecado entrou no mundo por um só homem e, por meio do pecado a morte; a morte passou para todos os seres humanos, porque todos pecaram…” (Rom 5,12).
O pecado instalado dentro do ser humano, ao colocá-lo longe de Deus, deixa-o entregue à sua própria fraqueza, levando-o à prática de obras más que selam definitivamente sua decadência rumo à morte, salário do pecado. Uma cultura que estimula as paixões pecaminosas é uma cultura de morte ou, se quiserem, da morte. Ao descrever o destino moral daqueles que desconhecem a Deus e sua lei, assim se exprime São Paulo: “E, porque não aprovaram alcançar a Deus pelo conhecimento, Deus os entregou ao seu reprovado modo de pensar. Praticaram então todo o tipo de torpeza: cheios de injustiça, iniqüidade, avareza, malvadez, inveja, homicídio, rixa, astúcia perversidade; intrigantes, difamadores, abominadores de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, tramadores de maldades, rebeldes aos pais, insensatos, traidores, sem afeição, sem compaixão. E, apesar de conhecerem o juízo de Deus que declara dignos de morte os autores de tais ações, não somente as praticam, mas ainda aprovam os que as praticam”(Cf. Rom 1,18-32).
A raiz, pois, dos males que assolam a humanidade está no desconhecimento e desprezo de Deus. É um tremendo engano pensar que a paz social será alcançada mediante leis penais mais perfeitas e aparelhamento policial mais treinado para garantir a segurança do cidadão. Isto é necessário, mas não ataca as raízes do mal. Os crimes brotam de corações plasmados por uma cultura sem Deus, muitas vezes feridos pela injustiça e pela indiferença da sociedade, dos quais desapareceu o amor e o desejo do bem.
Nós, cristãos, temos a inabalável convicção que só em Cristo o ser humano pode encontrar salvação: “…como o pecado reinou pela morte, assim também a graça reina pela justiça, para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor”(Rom 5,21). |
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| Preparai o caminho do Senhor "Sozinhos somos nada com Jesus tudo somos e podemos" |
| 19/12/2009 |
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“Clama! Disse uma voz e eu respondi : -Que clamarei? Toda criatura é como a erva e toda a sua glória , como a flor dos campos!” Is 40, 6.8
A vinda e permanência do Senhor neste mundo é nossa responsabilidade. Mas, só Ele tem o poder de fazer acontecer um novo céu, uma nova terra desde agora.
Sozinhos somos nada, com Jesus tudo somos e podemos. Vamos abrir o coração, ouvir o que Ele tem a nos dizer e deixar que Ele nos mude e faça mudanças profundas na humanidade. “Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Toda carne há de ver a salvação do nosso Deus” Lc3,4-6
O Senhor, em sua misericórdia, espera pela conversão de cada um. Ele nos dá coragem para assumir compromissos, para perseverar.
Dentro de uma sociedade que apregoa o ter, o poder como valores verdadeiros, vamos nos ajudar, nos animar mutuamente para levarmos uma vida mais santa e unidos transformar a realidade do século XXI, nos século do amor e da paz que vem do Evangelho de Jesus. |
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| Férias com Deus e não sem Ele |
| 16/12/2009 |
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Será que o Senhor aprovaria os locais que escolhemos para descansar?Mesmo não querendo desenvolver uma teologia de férias ou de descanso, nos propomos a olhar a Palavra de Deus com esse tema em mente. Ao fazer isso, deparamos com alguns fatos que deveriam nos conduzir a uma reflexão pessoal de como encaramos esse período de descanso e como esse tempo é vivido para a glória do Criador.
Nas primeiras páginas da Bíblia, vemos um fato que não pode passar despercebido para quem pensa nesse assunto. Vemos ali como Deus nos apresenta, pelo exemplo, o que deveria ser nossa atitude para com o trabalho e para com o descanso. “No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação” (Gn 2, 2.3).
O Altíssimo não nos dá um exemplo de alguém que busca “sombra e água fresca”, Ele trabalhara muito fazendo com que a criação toda chegasse à existência. Mesmo que não precisasse tanto como nós de descanso após um esforço intenso, o Senhor nos mostra que o descanso tem o seu lugar. E mais ainda: Ele abençoa esse dia e o santifica. Mesmo sendo muito dedicado e esforçado, mesmo que não seja preguiçoso, o Todo-poderoso também não está viciado em trabalho e proporciona a si mesmo um momento de descanso.
O primeiro ensinamento a respeito de descanso e de férias é dado pelo exemplo de Deus, logo após a criação. Mas logo em seguida, nas próximas páginas da Bíblia, encontramos uma palavra de Deus a esse respeito, em forma de ordenação. “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles farás todos os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao SENHOR, o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades” (Ex 20, 8-10).
Certamente, Deus não faz nada sem propósito. Se Ele ordena que descansemos no sétimo dia, então, além de usarmos este dia para a glória do Criador, o Senhor está consciente do fato de precisarmos regularmente do descanso. O Novo Testamento nos diz que o nosso corpo é o templo de Espírito Santo. Diante disso é difícil de imaginar que Deus Pai queira para si um templo que esteja cansado e exausto. Isso não seria um lugar agradável para morar.
Virando várias páginas da Sagrada Escritura, chegamos ao Novo Testamento. Ali deparamos com um fato bem interessante com relação ao descanso e, por que não dizer, com relação às férias. “Os apóstolos reuniram-se a Jesus e lhe relataram tudo o que tinham feito e ensinado. Havia muita gente indo e vindo, a ponto de eles não terem tempo para comer. Jesus lhes disse: “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco” (Mc 6, 30.31). Os apóstolos acabam de retornar de um esforço missionário evangelístico. Além disso, recebem a notícia de que João Batista fora decapitado. O movimento em torno de Nosso Senhor Jesus Cristo estava tão intenso que nem mesmo há condições para alimentação adequada. Naquele momento, Cristo entra em ação com esta proposta brilhante: Ele afirma que devem procurar um lugar deserto, isto é, um lugar em que não haja tantas pessoas, um lugar que proporcione tempo e oportunidade de estarem a sós com Ele. Apesar do sucesso do Seu ministério, o Senhor está consciente de que precisa prevenir o estresse, como resultado de atividades tão intensas.
Ainda outro assunto é discutido na Bíblia e bem destacado. Lemos em Êxodo 20 que todos da unidade doméstica estariam incluídos no descanso regular semanal. Interessante notar ali também que inclusive os animais não deveriam fazer tarefa alguma no dia do descanso. Isso fez com que eu me desse conta de que o Criador prevê o descanso para a natureza. Veja, por exemplo, o que lemos em Levítico 25,2-5 “Diga o seguinte aos israelitas: Quando vocês entrarem na terra que lhes dou, a própria terra guardará um sábado para o SENHOR. Durante seis anos semeiem as suas lavouras, aparem as suas vinhas e façam a colheita de suas plantações. Mas no sétimo ano a terra terá um sábado de descanso, um sábado dedicado ao SENHOR. Não semeiem as suas lavouras, nem aparem as suas vinhas”. Assim como os homens e os animais precisam de descanso, a natureza também precisa dessa pausa e Deus já estabeleceu isso junto ao Seu povo.
Há mais um momento na vida de Jesus Cristo que merece a nossa atenção nesse contexto. Mesmo que anteriormente tenha estimulado o descanso ao levar os discípulos a uma viagem de recreação, o Senhor aponta agora que o repouso também pode ocorrer em hora errada. Ele diz aos Seus seguidores, ali no Getsémani, o seguinte: “Vocês ainda dormem e descansam? Basta! Chegou a hora! Eis que o Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores” (Mc 14, 41). Há momentos em que não comportam descanso e ócio; é preciso adotar uma atitude bem diferente. Na realidade, não se pode indicar os momentos não apropriados para o descanso, mas certamente teremos a devida orientação por parte de Deus a respeito dessa questão.
Ciente de não ter esgotado esse pano de fundo para as férias e descanso, nós nos propomos agora a fazer algumas indagações e reflexões. Deus quer que tenhamos tempo para restaurar as forças físicas, mentais e espirituais. Nossa inquietação, no entanto, é o que nós chamamos de descanso, o que nós praticamos como descanso e que nós, por isso, encaramos como as bem merecidas férias. Estaria o Senhor contente com o repouso que praticamos? Ele convidou os discípulos para uma viagem de férias para estarem com Ele e terem tempo para estar em sintonia com o Filho de Deus. Será que planejamos as nossas férias para alcançar esse propósito?
Podemos nos perguntar também: “Será que Deus aprovaria os locais que escolhemos para descansar?” Os lugares mais badalados e também procurados são as praias e os balneários das termas. Será que esses lugares nos proporcionam descanso e restauração física, mental e espiritual? Uma vez que ali há um aglomerado tão grande de pessoas, sempre há alguma coisa acontecendo e nos convidando para envolvimento. Por outro lado, corre solta a sensualidade em todas as formas, ela parece ser o fator principal nesses “locais de férias”. Se formos honestos e atenciosos não descobriremos que, em vez de descanso, alcançamos algo bem mais forte em emoções e adrenalina e, por que não dizer, em estímulos sexuais? Como se isso não bastasse ainda, muitos ali ficarão com a autoestima tão abalada ao verem que o corpo não está dentro dos padrões de beleza estabelecidos por aqueles que procuram e desenvolvem os padrões de beleza em nossos dias. Toda a mídia se esforça a desenvolver um modelo de repouso que prevê e precisa que as férias sejam regadas a muita bebida alcoólica.
É mais do que evidente que em nossos dias realmente precisamos de férias, precisamos de descanso e precisamos “recarregar as nossas baterias”. O nosso esgotamento ocorre nas três áreas que já indicamos anteriormente: física, mental e espiritual. Muitas vezes, somos exigidos de forma tão vigorosa fisicamente que o corpo fica arrasado. Isso tem consequências sobre a mente e certamente também sobre a parte espiritual.
Outras vezes, e isso depende da nossa atividade, a mente é exigida tanto que afeta o corpo também e, em consequência disso, o nosso espírito. Já outras atividades exigem tanto do “coração e do espírito”, que nos deixam arrasados nessa área. E se estamos exaustos, este cansaço também afeta o corpo e a mente. Mesmo que teoricamente funcionemos em áreas, nós formamos um todo e o todo sofre com dificuldades em uma ou outra área. Dentro desse raciocínio deve-se ter uma inquietação: nossas férias facilmente se tornam o momento ou o período em que nós também damos férias a Deus? As coisas parecem estar tão perfeitas e gostosas que não precisamos do Senhor. Ou então dormimos tanto pela manhã para já não haver mais tempo para um período devocional antes de irmos aos passeios. Por outro lado, esses passeios nos cansam tanto que à tarde temos de ter aquela soneca gostosa. À noite, muitas vezes, acontece alguma festa com amigos ou parentes que estão no mesmo lugar e a hora fica avançada demais para ainda termos tempo para Deus. Dentro dessa linha uma pergunta: Será que Deus aprovaria o fato de darmos, em nossas férias, férias também para Ele?
Fonte: cancaonova.com |
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| Sugestões para viver bem o Advento |
| 16/12/2009 |
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Durante o tempo de Advento é possível escolher alguma das opções que apresentamos a seguir para viver cada dia do Advento e chegar ao Natal com um coração cheio de amor pelo menino Deus.
1. Presépio e palhas:
Nesta atividade vai ser preparado um presépio para o Menino Deus o dia de seu nascimento. O presépio será elaborado de palha para que ao nascer o menino Deus não tenha frio e a palha lhe dê o calor que necessita. Com as obras boas de cada uma das crianças, vai preparando o presépio. Por cada boa obra que façam as crianças, fica uma palhinha no presépio até o dia do nascimento de Cristo.
2. Vitral do Nascimento:
Em algum desenho em que se represente o Nascimento as crianças poderão colorir algumas partes deste cada vez que façam uma obra boa para ir completando-o para o Natal.
3. Calendário Tradicional de Advento:
Nesta atividade as crianças eles façam mesmos um calendário de Advento aonde marquem os dias do Advento e escrevam seus próprios propósitos a cumprir. Podem desenhar na cartolina o dia de Natal com a cena do nascimento de Jesus. As crianças todos os dias revisarão os propósitos para ir preparando seu coração para o Natal. Este calendário poderão levar para a Igreja no dia de Natal se assim o desejarem.
Sugerem-se os seguintes propósitos:
Ajudarei em casa naquilo que mais me custe trabalho.
Rezarei em família pela paz do mundo.
Oferecerei meu dia pelas crianças que não têm papais, nem uma casa onde viver.
Obedecerei a meus papais e professores com alegria.
Compartilharei meu almoço com um sorriso a quem lhe faça falta.
Hoje cumprirei com toda minha tarefa sem me queixar.
Ajudarei a meus irmãos em algo que necessitem. Oferecerei um sacrifício pelos sacerdotes.
Rezarei pelo Papa.
Darei graças a Deus por tudo o que me deu. Farei um sacrifício. Lerei alguma passagem do Evangelho. Oferecerei uma comunhão espiritual a Jesus pelos que não o amam. Darei um brinquedo ou uma roupa a uma criança que não tenha. Não comerei entre refeições. Em vez de ver televisão ajudarei a minha mamãe no que necessite. Imitarei Jesus em seu perdão quando alguém me incomode. Pedirei pelos que têm fome e não comerei doces. Rezarei uma Ave Maria para demonstrar à Virgem quanto a amo. Hoje não brigarei com meus irmãos. Cumprimentarei com carinho a toda pessoa que me encontre. Hoje pedirei à Santíssima Virgem por meu país. Lerei o nascimento de Jesus no Evangelho de São Lucas 2, 1-20. Abrirei meu coração a Jesus para que nasça nele. 4. Os que esperavam a Cristo:
Nesta atividade se trata de conseguir fazer uma lista com 24 ou 28 nomes (dependendo do número de dias do Advento) de personagens do Antigo e do Novo Testamento que esperavam a vinda do Messias. Buscarão na Bíblia, desenharão os personagens e recortarão. Atrás, lhes colocarão o nome de quem é e o que disse ou fez este personagem. Pode-se utilizar como jogo.
Alguns personagens que se podem incluir:
Abraão: Deus disse a Abraão que sua descendência ia ser numerosa como as estrela do céu e os grãos de areia do mar, e assim foi.
David: Deus disse ao rei David que o Messias ia ser de sua família.
Isaías: Deus disse ao profeta Isaías que o Messias ia nascer da Virgem.
Jeremias: Deus disse ao profeta Jeremias que quando nascesse o Messias, Ele ia dar aos homens um coração novo para conhecê-lo e amá-lo muito.
Ezequiel: Deus disse ao profeta Ezequiel que o Messias ia ressuscitar.
Miquéias: Deus disse ao profeta Miquéias em Belém ia nascer seu Filho.
Oséias: Deus disse ao profeta Oséias que do Egito ia chamar a seu Filho.
Zacarias: Deus disse ao profeta Zacarias que seu filho ia entrar em Jerusalém montado em um burro.
Homens Sábios ou Reis Magos: esperavam a vinda do Salvador dos homens.
Os pastores: Foram avisados por um anjo do grande acontecimento.
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| Nesse Domingo Comemoramos o aniversário Sacerdotal do Pe.Eduardo Malaspina |
| 14/12/2009 |
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Padre Eduardo Malaspina
A comunidade de São Nicolau de Flüe comemorou esta data com uma Missa de Ação de Graças pelos Dezoito anos do Sacerdócio do Pe. Eduardo Malaspina. Ao nosso sacerdote desejamos muita luz e sabedoria provindas do Espírito Santo, afim de que saiba discernir o que é de mais valioso para o seu rebanho e que Deus depositou profunda confiança!
Dar-lhe os parabéns hoje, muito nos Alegra!Você nos transmite paz, amor, serenidade e um grande carisma.Desejar-lhe felicidades é pouco, que tenhas toda felicidade em sua caminhada Sacerdotal.Oferecemos a você o brilho das estrelas para que seus olhos continuem a brilhar, que sua estrela nunca se apague e o calor do sol aqueça ainda mais este coração de amor. São tantas as maravilhas que Deus criou para nós. Em sua misericórdia e bondade nos concede o privilégio de nos presentear com mais um belo presente,Um ser iluminado que consegue trazer ao mundo grande Carisma e companheirismo. Parabéns Padre Eduardo ,somos agradecidos e completamente Felizes por fazer parte de nossas vidas!
Comunidade São Nicolau de Flüe
Postado por :Marcia Figueiredo Liani |
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| Hoje a igreja celebra São João da Cruz |
| 14/12/2009 |
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O santo deste dia é conhecido como Doutor Místico: São João da Cruz. Nasceu em Fontiveros, na Espanha, em 1542. Seus pais, Gonçalo e Catarina, eram pobres tecelões. Gonçalo morreu cedo e a viúva teve de passar por dificuldades enormes para sustentar os três filhos: Francisco, Luís e João. Mas Luís morreu quando ainda era criança.
Como João de Yepes (era este o seu nome de batismo) mostrou-se inclinado para os estudos, a mãe o envia para o Colégio da Doutrina. Em 1551, os padres jesuítas fundaram um colégio em Medina (centro comercial de Castela). Nele, esse grande santo estudou Ciências Humanas.
Com 21 anos, sentiu o chamado à vida religiosa e entrou na Ordem Carmelita, na qual pede o hábito. Nos tempos livres, gostava de visitar os doentes nos hospitais, servindo de enfermeiro. Chamar-se-á para o futuro João de Santa Maria. Devido ao talento e à virtude, depressa foi destinado para o colégio de Santo André, que a Ordem possui em Salamanca, ao lado da famosa Universidade. Ali, estudou Artes e Teologia. Foi neste colégio nomeado de "prefeito dos estudantes", o que indica o seu aproveitamento e a estima que os demais tinham por ele. Em 1567 foi ordenado sacerdote.
Desejando uma disciplina mais rígida, São João da Cruz quase saiu da Ordem para ir para os Cartuxos, mas, felizmente, encontrou-se com a reformadora dos Carmelos, Santa Teresa D Ávila, que tinha recebido autorização para a reforma dos conventos masculinos. João, empenhado na reforma, conheceu o sofrimento, as perseguições e tantas outras resistências. Chegou a ficar nove meses preso num convento em Toledo, até que conseguiu escapar.
São João da Cruz transformou, em Deus, todos as cruzes num meio de santificação para si e para os irmãos. Três coisas pediu e acabou recebendo de Deus: primeiro: força para trabalhar e sofrer muito; segundo: não sair deste mundo como superior de uma comunidade; e terceiro: morrer desprezado e escarnecido pelos homens.
Pregador, místico, escritor e poeta, esse grande santo da Igreja faleceu após uma penosíssima enfermidade, em 1591, com 49 anos de idade. Foi canonizado no ano de 1726 e, em 1926, o Papa Pio XI o declarou Doutor da Igreja. Escreveu obras bem conhecidas como: Subida do Monte Carmelo; Noite escura da alma (estas duas fazem parte de um todo, que ficou inacabado); Cântico espiritual e Chama viva de amor. No decurso delas, o itinerário que a alma percorre é claro e certeiro. Negação e purificação das suas desordens sob todos os aspectos.
São João da Cruz é o Doutor Místico por antonomásia, da Igreja, o representante principal da sua mística no mundo, a figura mais ilustre da cultura espanhola e uma das principais da cultura universal. Foi adotado como Patrono da Rádio, pois, quando pregava, a sua voz chegava muito longe.
São João da Cruz, rogai por nós! |
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| A Igreja Celebra Santa Luzia |
| 13/12/2009 |
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O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a "janela da alma", canal de luz.
Nasceu em Siracusa (Itália) no fim do śeculo III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, ao ponto de Luzia ter feito um voto de viver virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém pagão.
Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs a sua mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do não para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto a virgindade e quanto aos sofrimentos que passaria, como Santa Águeda.
Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses e nem quebrar o seu santo voto, Santa Luzia teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.
Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus - Luz do Mundo - até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: "Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade".
Santa Luzia, rogai por nós! |
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| 12 e 13 de Dezembro coleta Nacional da Evangelização |
| 13/12/2009 |
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Campanha indica que evangelização é responsabilidade de todos
CNBBCampanha aponta: verdadeira riqueza é vida em CristoTodo o cristão é responsável pela missão evangelizadora realizada pela Igreja. Desde 1998, a Campanha para a Evangelização, desenvolvida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Tempo do Advento, busca despertar essa consciência nos fiéis católicos.
Além da doação de tempo, com o auxílio nas diversas pastorais da Igreja, participar da ação evangelizadora também implica colocar em comum os recursos para que iniciativas concretas possam acontecer.
"Tudo isso ajuda as pessoas a viver bem esse tempo, que não é só preparação para o Natal, mas também para a vinda definitiva do Senhor na Glória", indica o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa.
Neste ano, a Campanha tem como tema Ele se fez pobre para nos enriquecer. "Neste ano litúrgico que se inicia, daremos especial ênfase para a temática da Economia nas Campanhas (Fraternidade, Missionária e para a Evangelização). Jesus se esvazia de Sua própria riqueza para nos tornar participantes da vida divina, que recebemos pela Sua encarnação e através do mistério pascal", complementa o secretário-executivo para Campanhas da CNBB, padre José Adalberto Vanzella.
Gesto concreto
No terceiro domingo do Advento, acontece a coleta da evangelização. Os recursos ajudam os projetos desenvolvidos na área pela Igreja no Brasil.
Do total arrecadado durante a campanha, 45% é destinados às dioceses; 20% aos Regionais e 35% ao Fundo Nacional de Evangelização, administrado pelo Conselho Econômico da CNBB, e que garante recursos para o Secretariado Nacional e viabiliza projetos específicos de Evangelização.
Oração da Campanha
Senhor Jesus Cristo, que vos fizestes pobre para nos enriquecer, concedei-nos que, a Vosso exemplo, possamos contribuir na nossa pobreza para que as riquezas do Vosso Evangelho possam chegar a todas as pessoas.
Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo. Amém.
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| A Igreja Celebra hoje Nossa Senhora de Guadalupe |
| 12/12/2009 |
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Virgem de Guadalupe
Num sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo, caminhava para a cidade do México a fim de participar da catequese e da Santa Missa enquanto estava na colina de Tepeyac, perto da capital. Este índio convertido chamava-se Juan Diego (canonizado pelo Papa João Paulo II em 2002).
Nossa Senhora disse então a Juan Diego para que fosse até o Bispo, pedindo que naquele lugar fosse construído um santuário para a honra e glória de Deus. O Bispo local, usando de prudência, pediu um sinal da Virgem ao indígena que, somente na terceira aparição, foi concedido. Foi quando Juan Diego estava indo buscar um sacerdote para o tio doente: "Escute, meu filho, não há nada que temer, não fique preocupado nem assustado; não tema esta doença, nem outro qualquer dissabor ou aflição. Não estou eu aqui, a seu lado? Eu sou a sua Mãe dadivosa. Acaso não o escolhi para mim e o tomei aos meus cuidados? Que deseja mais do que isto? Não permita que nada o aflija e o perturbe. Quanto à doença do seu tio, ela não é mortal. Eu lhe peço, acredite agora mesmo, porque ele já está curado. Filho querido, essas rosas são o sinal que você vai levar ao Bispo. Diga-lhe em meu nome que, nessas rosas, ele verá minha vontade e a cumprirá. Você é meu embaixador e merece a minha confiança. Quando chegar diante dele, desdobre a sua "tilma" (manto) e mostre-lhe o que carrega, porém, só em sua presença. Diga-lhe tudo o que viu e ouviu, nada omita..."
O Bispo viu não somente as rosas, mas o milagre da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, pintada prodigiosamente no manto do humilde indígena. Ele levou o manto com a imagem da Virgem para a capela, e ali, em meio às lágrimas, pediu perdão a Nossa Senhora. Era o dia 12 de dezembro de 1531. Uma linda confirmação deu-se quando Juan Diego fora visitar o seu tio, que sadio narrou: "Eu também a vi. Ela veio a esta casa e falou a mim. Disse-me também que desejava a construção de um templo na colina de Tepeyac e que sua imagem seria chamada de "Santa Maria de Guadalupe", embora não tenha explicado o porquê. Diante de tudo isso muitos se converteram e o Santuário foi construído.
O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto, não dura mais de 20 anos e este já dura há mais de quatro séculos e meio. Durante 16 anos, a tela esteve totalmente desprotegida, sendo que a imagem nunca foi retocada e até hoje os peritos em pintura e química não encontraram na tela nenhum sinal de corrupção. No ano de 1971, alguns peritos inadvertidamente deixaram cair ácido nítrico sobre toda a pintura. Pois nem a força de um ácido tão corrosivo estragou ou manchou a imagem. Com a invenção e ampliação da fotografia descobriu-se que, assim como a figura das pessoas com as quais falamos se reflete em nossos olhos, da mesma forma a figura de Juan Diego, do Bispo e do intérprete se refletiu e ficou gravada nos olhos do quadro de Nossa Senhora. Cientistas americanos chegaram à conclusão de que estas três figuras estampadas nos olhos de Nossa Senhora não são pintura, mas imagens gravadas nos olhos de uma pessoa viva.
Disse o Papa Bento XIV, em 1754: "Nela tudo é milagroso: uma Imagem que provém de flores colhidas num terreno totalmente estéril, no qual só podem crescer espinheiros... uma Imagem estampada numa tela tão rala que através dela pode se enxergar o povo e a nave da Igreja... Deus não agiu assim com nenhuma outra nação".
Coroada em 1875 durante o Pontificado de Leão XIII, Nossa Senhora de Guadalupe foi declarada "Padroeira de toda a América" pelo Papa Pio XII a 12 de outubro de 1945. No dia 27 de janeiro de 1979, durante sua viagem apostólica ao México, o Papa João Paulo II visitou o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e consagrou à Mãe Santíssima toda a América Latina, da qual a Virgem de Guadalupe é Padroeira.
Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós! |
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| Urna-Relíquia de Dom Bosco chega a São Carlos |
| 10/12/2009 |
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Urna-Relíquia de Dom Bosco no Salesianos
Urna-Relíquia de Dom Bosco no Salesianos
Vamos recebe-la em São Carlos,contemplar Dom Bosco e celebrar o sesquicentenário da Congregação Salesiana.
Vamos Juntos orar ao Santo protetor dos joves,pedindo pelos seus filhos, netos,sobrinhos,enfim por todas as crianças e adolescente de nossa cidade.
Dia 10 de Dezembro-2009
11h Chegada da Urna-Relíquia na entrada da cidade Av Getúlio Vargas-Carreata até o Salesianos São Carlos
12h Acolhida Salesianos
13h Homenagem das crianças e adolescentes celebração e apresentação artísticas
14h Visistação aberta à comunidade
15h Translado para a cadetral
16h30 Missa Solene na Catedral de São Carlos presidida por Dom Paulo Sérgio Machado-Bispo Diocesano Ato Solene com autoridades,cooperadores,famílias,comunidade
18h Visitação aberta à comunidade
19h Apresentação artísticas Coral Multicantos e Orquestra Juvenil da UFSCAR Missa Solene com participaççao juvenil
22h Homenagem dos Jovens e da comunidade Apresentação artísticas e Vigília
Dia 11 de Dezembro-2009 06h30 Missa de despedida -Catedral
João Bosco nasceu no Colle dos Becchi, no Piemonte, Itália, uma localidade junto de Castelnuovo de Asti (agora chama-se Castelnuovo Dom Bosco) a 16 de agosto de 1815. Era filho de humilde família de camponeses. Órfão de pai aos dois anos, viveu sua mocidade e fez os primeiros estudos no meio de inumeráveis trabalhos e dificuldades. Desde os mais tenros anos sentiu-se impelido para o apostolado entre os companheiros. Sua mãe, que era analfabeta, mas rica de sabedoria cristã, com a palavra e com o exemplo animava-o no seu desejo de crescer virtuoso aos olhos de Deus e dos homens.
Mesmo diante de todas as dificuldades, João Bosco nunca desistiu. Durante um tempo foi obrigado a mendigar para manter os estudos. Prestou toda a espécie de serviços. Foi costureiro, sapateiro, ferreiro, carpinteiro e, ainda nos tempos livres, estudava música.
Queria vivamente ser sacerdote. Dizia: "Quando crescer quero ser sacerdote para tomar conta dos meninos. Os meninos são bons; se há meninos maus é porque não há quem cuide deles". A Divina Providência atendeu os seus anseios. Em 1835 entrou para o seminário de Chieri.
Ordenado Sacerdote a 5 de junho de 1841, principiou logo a dar provas do seu zelo apostólico, sob a direção de São José Cafasso, seu confessor. No dia 8 de dezembro desse mesmo ano, iniciou o seu apostolado juvenil em Turim, catequizando um humilde rapaz de nome Bartolomeu Garelli. Começava assim a obra dos Oratórios Festivos, destinada, em tempos difíceis, a preservar da ignorância religiosa e da corrupção, especialmente os filhos do povo.
Em 1846 estabeleceu-se definitivamente em Valdocco, bairro de Turim, onde fundou o Oratório de São Francisco de Sales. Ao Oratório juntou uma escola profissional, depois um ginásio, um internato etc. Em 1855 deu o nome de Salesianos aos seus colaboradores. Em 1859 fundou com os seus jovens salesianos a Sociedade ou Congregação Salesiana.
Com a ajuda de Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou em 1872 o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a educação da juventude feminina. Em 1875 enviou a primeira turma de seus missionários para a América do Sul.
Foi ele quem mandou os salesianos para fundar o Colégio Santa Rosa em Niterói, primeira casa salesiana do Brasil, e o Liceu Coração de Jesus em São Paulo. Criou ainda a Associação dos Cooperadores Salesianos. Prodígio da Providência divina, a Obra de Dom Bosco é toda ela um poema de fé e caridade. Consumido pelo trabalho, fechou o ciclo de sua vida terrena aos 72 anos de idade, a 31 de janeiro de 1888, deixando a Congregação Religiosa Salesiana espalhada por diversos países da Europa e da América.
Se em vida foi honrado e admirado, muito mais o foi depois da morte. O seu nome de taumaturgo, de renovador do Sistema Preventivo na educação da juventude, de defensor intrépido da Igreja Católica e de apóstolo da Virgem Auxiliadora se espalhou pelo mundo inteiro e ganhou o coração dos povos. Pio XI, que o conheceu e gozou da sua amizade, canonizou-o na Páscoa de 1934.
Apesar dos anos que separam os dias de hoje do tempo em que viveu Dom Bosco, seu amor pelos jovens, sua dedicação e sua herança pedagógica vêm sendo transmitidos por homens e mulheres no mundo inteiro.
Hoje Dom Bosco se destaca na história como o grande santo Mestre e Pai da Juventude. Embora tenha feito repercutir pelo mundo o seu carisma e o sistema preventivo de salesiano, que é baseado na Razão, na Religião e na Bondade, Dom Bosco permaneceu durante toda a sua vida em Turim, na Itália. Dedicou-se como ninguém pelo bem-estar de muitos jovens, na maioria órfãos, que vinham do campo para a cidade em busca de emprego e acabavam sendo explorados por empregadores interessados em mão-de-obra barata ou na rua passando fome e convivendo com o crime.
Com atitudes audaciosas, pontuadas por diversas inovações, Dom Bosco revolucionou no seu tempo o modelo de ser padre, sempre contando com o apoio e a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora. Aliás, o sacerdote sempre considerou como essencial na educação dos jovens a devoção à Maria.
Dom Bosco ficou muito famoso pelas frases que usava com os meninos do oratório e com os padres e irmãs que o ajudavam. Embora tenham sido criadas no século passado, essas frases, ainda hoje, são atuais e ricas de sabedoria. Elas demonstram o imenso carinho que Dom Bosco tinha pelos jovens.
Entre alguns exemplos, "Basta que sejam jovens para que eu vos ame.", "Prometi a Deus que até meu último suspiro seria para os jovens.", "O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele", "Ganhai o coração dos jovens por meio do amor", "A música dos jovens se escuta com o coração, não com os ouvidos."
O método de apostolado de Dom Bosco era o de partilhar em tudo a vida dos jovens; para isto no concreto abriu escolas de alfabetização, artesanato, casas de hospedagem, campos de diversão para os jovens com catequese e orientação profissional; foi por isso a Igreja reza: "Deus suscitou São João Bosco para dar à juventude um mestre e um pai".
De estatura atlética, memória incomum, inclinado à música e a arte, Dom Bosco tinha uma linguagem fácil, espírito de liderança e ótimo escritor. Este grande apóstolo da juventude foi elevado para o céu em 31 de janeiro de 1888 na cidade de Turim; a causa foi o outros, já que afirmava ter sido colocado neste mundo para os outros.
Oração a São João Bosco - para pedir uma graça -
Necessitando de especial auxílio, com grande confiança recorro a vós, ó São João Bosco.
Preciso não só de graças espirituais, mas também de graças temporais, e principalmente... (pequena pausa para pedir a graça que se deseja)
Vós, que tivestes tanta devoção a Jesus Sacramentado e a Maria Auxiliadora, e que tanto vos compadecestes das desventuras humanas, alcançai-me de Jesus e de sua celeste Mãe a graça que vos peço, e mais: resignação inteira à vontade de Deus.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória. |
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| Hoje a Igreja celebra a Imaculada Conceição de Maria |
| 8/12/2009 |
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O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro de nós e que não renunciamos nunca.
A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma, foi definida em 1854, pelo papa Pio IX, através da bula "Ineffabilis Deus", mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa. A festa já existia no Oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII.
A festa não existia, oficialmente, no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia chamado bem-aventurado João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de são Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria como início do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade.
Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476. Em 1570, foi confirmada e formalizada pelo papa Pio V, na publicação do novo ofício, e, finalmente, no século XVIII, o papa Clemente XI tornou-a obrigatória a toda a cristandade.
Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram as prodigiosas confirmações dessa verdade, do dogma. De fato, Maria proclamou-se, explicitamente, com a prova de incontáveis milagres: "Eu sou a Imaculada Conceição".
Deus quis preparar ao seu Filho uma digna habitação. No seu projeto de redenção da humanidade, manteve a Mãe de Deus, cheia de graça, ainda no ventre materno. Assim, toda a obra veio da gratuidade de Deus miseriordioso. Foi Deus que concedeu a ela o mérito de participar do seu projeto. Permitiu que nascesse de pais pecadores, mas, por preservação divina, permanecesse incontaminada.
Maria, então, foi concebida sem a mancha do orgulho e do desamor, que é o pecado original. Em vista disso, a Imaculada Conceição foi a primeira a receber a plenitude da bênção de Deus, por mérito do seu Filho, e que se manifestou na morte e na Ressurreição de Cristo, para redenção da humanidade que crê e segue seus ensinamentos. Hoje, não comemoramos a memória de um santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a rainha de todos os santos, a Mãe de Deus. |
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| Da liturgia bizantina Hino “acatistos” |
| 7/12/2009 |
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Do céu foi enviado um arcanjo eminente para dizer à Mãe de Deus: “Alegra-te!” Mas quando te viu, ó Senhora, a sua voz ganhou corpo e ele gritou a sua surpresa e o seu encantamento:
Em seguida apresentamos a tradução do Hino Acatistos, muito cantado na Igreja Oriental, na Solenidade da Santa Mãe de Deus. Nós do Ocidente, também o cantamos em algumas de nossas Paróquias e igrejas
“Alegra-te: em ti brilha a alegria da salvação. Alegra-te: por ti o mal desapareceu. Alegra-te, porque ergues Adão da sua queda. Alegra-te, porque Eva também já não chora. Alegra-te, montanha inacessível aos pensamentos dos homens. Alegra-te, abismo insondável aos próprios anjos. Alegra-te, porque te tornas o trono e o palácio do Rei. Alegra-te: tu levas em ti Aquele que tudo pode. Alegra-te, estrela que anuncias o nascer do Sol. Alegra-te, porque em teu seio Deus tomou a nossa carne. Alegra-te: por ti, toda a criação é renovada. Alegra-te: por ti, o Criador fez-se menino. Alegra-te, Esposa que não foste desposada.”
A Puríssima, conhecendo o seu estado virginal, respondeu confiadamente ao anjo Gabriel: “Que estranha maravilha essa que dizes! Ela parece incompreensível à minha alma; como conceberei sem semente para engravidar, como tu está a dizer?” Aleluia, aleluia, aleluia!
Para compreender este mistério desconhecido, a Virgem dirige-se ao servo de Deus e pergunta-lhe como é que um Filho poderia ser concebido nas suas castas entranhas. Cheio de respeito, o anjo aclama-a:
“Alegra-te: a ti Deus revela os seus desígnios inefáveis. Alegra-te, confiança dos que rezam em silêncio. Alegra-te: tu és a primeira das maravilhas de Cristo. Alegra-te: em ti são recapituladas as doutrinas divinas. Alegra-te, escada pela qual Deus desce do Céu. Alegra-te, ponte que nos conduz da terra ao Céu. Alegra-te, inesgotável admiração dos anjos. Alegra-te, ferida incurável para os demónios. Alegra-te: tu geras a luz de forma inexprimível. Alegra-te: tu não revelas o segredo a ninguém. Alegra-te: tu ultrapassas a sabedoria dos sábios. Alegra-te: tu iluminas a inteligência dos crentes. Alegra-te, Esposa que não foste desposada.”
O poder do Altíssimo cobriu então com a sua sombra a Virgem que não tinha sido desposada, para a levar a conceber. E o seu seio fecundado tornou-se um jardim de delícias para os que nele querem colher a salvação, cantando: “Aleluia, aleluia, aleluia!”
Nessa Terça-Feira às 20h Santa Missa na Paróquia São Nicolau de Flüe celebrada pelo Padre Eduardo Malaspina Maiores informações pelo telefone no horário comercial (16)3307.8587 |
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| Acontece nesse Sábado dia 05 de Dezembro a Tarde da Pizza na Paróquia São Nicolau de Flüe |
| 3/12/2009 |
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Dia 05 de Dezembro (Sábado) acontece a tarde da Pizza em prol das obras da igreja .
As Pizzas serão entregues apartir das 14h às 20h30
São Pizzas semi prontas nos sabores "Mista" e "Musarela"
Adquira sua adesão na secretaria da Paróquia ou com agentes pastorais!
-Valor da Adesão R$7,00
Maiores Informações pelo telefone no horário comercial (16)3307.8587 |
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| O Natal dos cristãos |
| 2/12/2009 |
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O centro da celebração do natal é, como sempre, na liturgia da Igreja, o mistério da Eucaristia. No Verbo feito carne a Igreja reconhece o Pão da vida, descido do céu. Na Eucaristia, mistério pascal, os fiéis podem estar em contato com o Verbo encarnado, morto e glorificado.
Natal é o grande momento em que celebramos Deus que veio até nós, celebramos o Emanuel. Deus entre nós. A centralidade desta noite está na encarnação. É noite de incontida alegria, é noite de luz. Com os anjos cantamos Glória a Deus nas alturas.
O Salvador do mundo, por Seu Natal, nos faz nascer para a graça. Nascendo para a vida humana possibilita-nos que nasçamos para a vida divina, se correspondermos aos Seus apelos de conversão, unindo à Sua Igreja, pela fé, pelos sacramentos, e pela prática das virtudes.
Na sociedade atual, segmentos diversos apropriaram-se do Natal e o transformaram num evento (algo eventual, passageiro), numa época de lucrativas vendas, num período de festa e consumismo.
Lembremos que o Natal, para nós, discípulos missionários de Jesus Cristo, é um grande acontecimento, que gera em nós compromisso de fé e de vida. É um tempo de verdadeira alegria, pois o Salvador está entre nós. O presépio concretiza a nossos olhos, o filho de Deus feito homem ali, na pobreza e na simplicidade de uma gruta, acolhido pelos mansos e humildes de coração.
O Natal é convite à solidariedade e a fraternidade entre os homens. No Dom que Deus faz do seu Filho, o Pai nos convida a partilha, a tornar-nos dons para os nossos irmãos. Dom que se traduz em serviço generoso, solidariedade, luta pela justiça, defesa da ecologia, socorro dos mais pobres, compromisso com a justiça e a paz. |
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| As quatro velas do Advento |
| 1/12/2009 |
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Liturgicamente, o tempo do Advento (do latim adventus = chegada) corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal. As quatro velas representam essas quatro semanas e serão acesas, uma a uma, desde o primeiro domingo do Advento até o quarto domingo, sucessivamente. Via de regra as cores das velas devem corresponder à cor do tempo litúrgico - roxa -, diferenciando-se a terceira vela - rosa - como alegre preparação para a vinda do Senhor.
Neste sentido, relembramos que as vestes litúrgicas devem ser de cor roxa, como sinal de nossa conversão em preparação para o Natal, com exceção do terceiro domingo, onde o rosa substitui o roxo, revelando o Domingo da Alegria (ou Domingo Gaudette). O Advento deve ser tempo de celebração onde a sobriedade e a moderação são características peculiares da liturgia, evitando-se antecipar a plena alegria da festa do Natal de Jesus. Por isso, neste período não se entoa o "Glória" e nossos passos, nesse recolhimento, seguem em direção ao sublime momento do nascimento de Jesus.
AS QUATRO VELAS
Rito - Na celebração eucarística, um pequeno rito pode ser colocado no início da celebração, liturgia da palavra ou qualquer outro momento conforme o designar o celebrante. O acender das velas, normalmente é aberto com a bênção das velas, canto e oração própria. Seria também muito próprio fazer, em nossas casas, uma breve oração e acendimento das velas nos Domingos que antecedem o natal.
1º Domingo do Advento - Acende-se a PRIMEIRA VELA
A luz nascente nos conclama a refletir e aprofundar a proximidade do Natal, onde Cristo, Salvador e Luz do mundo brilhará para a humanidade. Lembra ainda o perdão concedido a Adão e Eva. A cor roxa nos recorda nossa atitude de vigilância diante da abertura e espera do Senhor que virá.
Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!
2º Domingo do Advento - Acende-se a SEGUNDA VELA
A segunda vela acesa nos convida ao desejo de conversão, arrependimento dos nossos pecados e também o compromisso de prepararmos, assim como São João Batista, o caminho do Senhor que virá. Esta vela lembra ainda a fé dos patriarcas e de São João Batista, que anuncia a salvação para todos os povos.
Oração:
A luz de Cristo, que esperamos neste Advento, enxugue todas as lágrimas, acabe com todas as trevas, consolem quem está triste e encha nossos corações da alegria de preparar sua vinda neste novo ano de graça!
3º Domingo do Advento - Acende-se a TERCEIRA VELA (Rosa)
A terceira vela acesa nos convida à alegria e ao júbilo pela aproximação da chegada de Jesus. A cor litúrgica de hoje, o rosa, indica justamente o Domingo da Alegria, ou o Domingo Gaudette, onde transborda nosso coração de alegria pela proximidade da chegada do Senhor. Esta vela lembra ainda a alegria celebrada pelo rei Davi e sua promessa que, agora, está se cumprindo em Maria.
Oração:
Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo vos digo: Alegrai-vos! O Senhor está perto"
4º Domingo do Advento - Acende-se a QUARTA VELA
A quarta vela marca os passos de preparação para acolher o Salvador, nossa expectativa da chegada definitiva da Luz ao mundo. Simboliza ainda nossa fé em Jesus Cristo, que ilumina todo homem que vêm a este mundo e também os ensinamentos dos profetas, que anunciaram a chegada do Salvador.
Oração:
Céus, deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador! |
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| A Igreja Celebra hoje Santo André Apóstolo |
| 30/11/2009 |
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Entre os Doze apóstolos de Cristo, André foi o primeiro a ser seu discípulo. Além de ser apontado por eles próprios como o “número dois”, depois, somente, de Pedro. Na lista dos apóstolos, pela ordem está entre os quatro primeiros. Morava em Cafarnaum, era discípulo de João Batista, filho de Jonas de Betsaida, irmão de Simão-Pedro e ambos eram pescadores no mar da Galiléia.
Foi levado por João Batista à verde planície de Jericó, juntamente com João Evangelista, para conhecer Jesus. Ele passava. E o visionário profeta indicou-o e disse a célebre frase: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo”. André, então, começou a segui-lo.
A seguir, André levou o irmão Simão-Pedro a conhecer Jesus, afirmando: “Encontramos o Messias”. Assim, tornou-se, também, o primeiro dos apóstolos a recrutar novos discípulos para o Senhor. Aparece no episódio da multiplicação dos pães: depois da resposta de Filipe, André indica a Jesus um jovem que possuía os únicos alimentos ali presentes: cinco pães e dois peixes.
Pouco antes da morte do Redentor, aparece o discípulo André ao lado de Filipe, como um de grande autoridade. Pois é a ele que Filipe se dirige quando certos gregos pedem para ver o Senhor, e ambos contaram a Jesus.
André participou da vida publica de Jesus, estava presente na última ceia, viu o Cristo Ressuscitado, testemunhou a Ascenção e recebeu o primeiro Pentecostes. Ajudou a sedimentar a Igreja de Cristo a partir da Palestina, mas as localidades e regiões por onde pregou não sabemos com exatidão.
Alguns historiadores citam que depois de Jerusalém foi evangelizar na Galiléia, Cítia, Etiópia, Trácia e, finalmente, na Grécia. Nessa última, formou um grande rebanho e pôde fundar a comunidade cristã de Patras, na Acaia, um dos modelos de Igreja nos primeiros tempos. Mas foi lá, também, que acabou martirizado nas mãos do inimigo, Egéas, governador e juiz romano local.
André ousou não obedecer à autoridade do governador, desafiando-o a reconhecer em Jesus um juiz acima dele. Mais ainda, clamou que os deuses pagãos não passavam de demônios. Egéas não hesitou e condenou-o à crucificação. Para espanto dos carrascos, aceitou com alegria a sentença, afirmando que, se temesse o martírio, não estaria “pregando a grandeza da cruz, onde morreu Jesus”.
Ficou dois dias pregado numa cruz em forma de “X”; antes, porém, despojou-se de suas vestes e bens, doando-os aos algozes. Conta a tradição que, um pouco antes de André morrer, foi possível ver uma grande luz envolvendo-o e apagando-se a seguir. Tudo ocorreu sob o império de Nero, em 30 de novembro do ano 60, data que toda a cristandade guarda para sua festa.
O imperador Constantino trasladou, em 357, de Patos para Constantinopla, as relíquias mortais de santo André, Apóstolo. Elas foram levadas para Roma, onde permanecem até hoje, na Catedral de Amalfi, só no século XIII. Em 1462,o crânio do mártir foi levado a Roma, para a basílica de São Pedro.
Santo André Apóstolo, Rogai por nós |
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| Novena de Natal:Prepare-se |
| 30/11/2009 |
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A Novena de Natal, É um tempo especial dentro de outro tempo especial, como é o Advento. Todos estes dias estão marcados pela espera gozosa do nascimento de Nosso Senhor Jesus. Nesses nove dias, a Igreja nos exorta a nos centrarmos mais no Senhor, olhando as atitudes de Maria e de José, para aprendermos, com Ele, como se vive de acordo com a vontade do Pai.
Que estes dias de preparação ao nascimento do Filho de Deus nos ajudem a preparar nosso coração para que também nasça em cada um de nós. E que cada um faça uma oração, pedindo a Santíssima Virgem Sua intercessão e Sua ajuda neste dias de preparação ao Natal.
Adquira seu livro da Novena de Natal na secretaria da Paróquia no horário comercial Maiores informações pelo telefone (16) 3307.8587 |
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| Advento |
| 28/11/2009 |
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Meditando a chegada de Cristo, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coração .O Ano Litúrgico começa com o Tempo do Advento; um tempo de preparação para a Festa do Natal de Jesus. Este foi o maior acontecimento da História: o Verbo se fez carne e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. Esse acontecimento precisa ser preparado e celebrado a cada ano. Nessas quatro semanas de preparação, somos convidados a esperar Jesus que vem no Natal e que vem no final dos tempos.
Nas duas primeiras semanas do Advento, a liturgia nos convida a vigiar e esperar a vinda gloriosa do Salvador. Um dia, o Senhor voltará para colocar um fim na História humana, mas o nosso encontro com Ele também está marcado para logo após a morte.
Nas duas últimas semanas, lembrando a espera dos profetas e de Maria, nós nos preparamos mais especialmente para celebrar o nascimento de Jesus em Belém. Os Profetas anunciaram esse acontecimento com riqueza de detalhes: nascerá da tribo de Judá, em Belém, a cidade de Davi; seu Reino não terá fim... Maria O esperou com zelo materno e O preparou para a missão terrena.
Para nos ajudar nesta preparação usa-se a Coroa do Advento, composta por 4 velas nos seus cantos – presas aos ramos formando um círculo. A cada domingo acende-se uma delas. As velas representam as várias etapas da salvação. Começa-se no 1º Domingo, acendendo apenas uma vela e à medida que vão passando os domingos, vamos acendendo as outras velas, até chegar o 4º Domingo, quando todas devem estar acesas. As velas acesas simbolizam nossa fé, nossa alegria. Elas são acesas em honra do Deus que vem a nós. Deus, a grande Luz, "a Luz que ilumina todo homem que vem a este mundo", está para chegar, então, nós O esperamos com luzes, porque O amamos e também queremos ser, como Ele, Luz.
No lº Domingo, há o perdão oferecido a Adão e Eva. Eles morreram na terra, mas viverão em Deus por Jesus Cristo. Sendo Deus, Jesus fez-se filho de Adão para salvar o seu pai terreno. Meditando a chegada de Cristo, que veio no Natal e que vai voltar no final da História, devemos buscar o arrependimento dos nossos pecados e preparar o nosso coração para o encontro com o Senhor. Para isso, nada melhor que uma boa Confissão, bem feita.
Até quando adiaremos a nossa profunda e sincera conversão para Deus?
No 2º Domingo, meditamos a fé dos Patriarcas. Eles acreditaram no dom da terra prometida. Pela fé, superaram todos os obstáculos e tomaram posse das Promessas de Deus. É uma oportunidade de meditarmos em nossa fé; nossa opção religiosa por Jesus Cristo; nosso amor e compromisso com a Santa Igreja Católica – instituída por Ele para levar a salvação a todos os homens de todos os tempos. Qual tem sido o meu papel e o meu lugar na Igreja? Tenho sido o missionário que Jesus espera de todo batizado para salvar o mundo?
No 3º Domingo, meditamos a alegria do rei Davi. Ele celebrou a aliança e sua perpetuidade. Davi é o rei imagem de Jesus, unificou o povo judeu sob seu reinado, como Cristo unificará o mundo todo sob seu comando. Cristo é Rei e veio para reinar; mas o seu Reino não é deste mundo; não se confunde com o “Reino do homem”; seu Reino começa neste mundo, mas se perpetua na eternidade, para onde devemos ter os olhos fixos, sem tirar os pés da terra.
No 4º Domingo, contemplamos o ensinamento dos Profetas: Eles anunciaram um Reino de paz e de justiça com a vinda do Messias. O Profeta Isaías apresenta o Senhor como o Deus Forte, o Conselheiro Admirável, o Príncipe da Paz. No seu Reino acabarão a guerra e o sofrimento; o boi comerá palha ao lado do leão; a criança de peito poderá colocar a mão na toca da serpente sem mal algum. É o Reino de Deus que o Menino nascido em Belém vem trazer: Reino de Paz, Verdade, Justiça, Liberdade, Amor e Santidade.
A Coroa do Advento é o primeiro anúncio do Natal. Ela é da cor verde, que simboliza a esperança e a vida, enfeitada com uma fita vermelha, simbolizando o amor de Deus que nos envolve e também a manifestação do nosso amor, que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus.
O Tempo do Advento deve ser uma boa preparação para o Natal, deve ser marcado pela conversão de vida – algo fundamental para todo cristão. É um processo de vital importância no relacionamento do homem com Deus. O grande inimigo é a soberba, pois quem se julga justo e mais sábio do que Deus nunca se converterá. Quem se acha sem pecado, não é capaz de perdoar ao próximo, nem pede perdão a Deus.
Deus – ensinam os Profetas – não quer a morte do pecador, mas que este se converta e viva. Jesus quer o mesmo: “Eu vim para que todos tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). Por isso Ele chamou os pecadores à conversão: “Convertei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus” (Mt 4,17); “convertei-vos e crede no Evangelho” ( Mc 1,15).
Natal do Senhor, este é o tempo favorável; este é o dia da salvação! |
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| 9ºCerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe hoje às 19h Santa Missa |
| 28/11/2009 |
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(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Celebrante Padre Eduardo Malaspina Temática do dia de hoje :Orai a todo momento a fim de terdes forças (Lc 21,30)
Encerramento do Cerco de Jericó com a Santa Missa da Madrugada do dia 29 às 03h Celebrante Padre Eduardo Malaspina
"Venha Quebrar às muralhas com o poder da oração |
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| Hoje Santa Missa às 20h celebrada pelo Pe Eduardo |
| 27/11/2009 |
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(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Temática do dia de hoje:o Reino de Deus está perto (lc 21,31
COM OS BRAÇOS ABERTOS NO ALTO DA CRUZ, NOSSO SENHOR ABRAÇOU TODA A HUMANIDADE E NOS DEU O DIREITO DO CÉU !
Por meio da oração serão quebradas todas as amarras,cadeias e muralhas que se levantam contra os filhos de Deus |
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| Hoje Santa Missa às 18h celebrada pelo Pe Osvaldo e logo após às 19h30 SOS Oração |
| 26/11/2009 |
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9ºCerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe
"DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!"
Temática do dia de hoje:Temática:Levantar-vos e erguei a cabeça, pois a vossa libertação está próxima (Lc 21,28)
(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Atos de adoração:
-Venho, meu Deus visitar-te. -Adoro-Te no sacramento do Teu Amor. -Adoro-Te em todos os Sacrários do mundo. -Adoro-Te sobretudo onde estás mais abandonado e és ofendido. -Ofereço-Te todos os actos de Adoração que recebeste desde a instituição deste Sacramento e receberás até ao fim dos séculos. -Ofereço-Te principalmente as Adorações de Tua Santa Mãe, dos Santos Anjos, de São João, Teu discípulo amado, e das almas mais enamoradas da Eucaristia. -Glória ao Pai... _Anjo da guarda, vê e visita em meu nome todos os Sacrários do mundo. -Diz a Jesus coisas que eu não sei dizer-lhe e pede a Sua bênção para mim e minha família. |
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| Oração diante do Santíssimo Sacramento.. |
| 26/11/2009 |
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Por meio da oração serão quebradas todas as amarras,cadeias e muralhas que se levantam contra os filhos de Deus.
Jesus Ressuscitado, eu creio que Senhor está vivo diante dos meus olhos na Hóstia consagrada. Creio também, Jesus, no Seu poder contra toda espécie de mal, porque você venceu, pela Sua Morte e Ressurreição, o pecado e a morte. Seu Preciosíssimo Sangue derramado na cruz está presente na Hóstia santa. Eu creio, Jesus, e clamo que este Sangue seja agora derramado sobre mim e sobre todos os meus familiares. Eu peço, Senhor Jesus, deste Sangue, possamos nos livrar de toda a opressão diabólica que possa estar prejudicando a nossa família. Peço também que atenda, em especial, este pedido que agora faço na Sua presença: (apresente aqui o seu pedido...)
Eu, desde já, agradeço, confiante que você me atenderá. Eu louvo o Pai por Ter nos dado você, Jesus, como presente de Páscoa. Eu agradeço de coração ao Espírito Santo que me ilumina e me conduz nos momentos de sofrimento e de escuridão. Muito obrigado, Jesus, meu Salvador e libertador".
Reze com fé um Pai Nosso, uma Ave Maria e o Glória ao Pai |
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| 9ºCerco de Jericó:Santa Missa hoje às 20h celebrada pelo Pe Osvaldo |
| 25/11/2009 |
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"DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!"
Temática do dia de Hoje:É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida eterna (Lc 21,19
(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Rendemos graças a Deus pelas Suas bênçãos em nossas vidas e prostamo-nos em oração para adorar ao Senhor.
24 horas de adoração ao Santíssimo Sacramento |
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| PROFISSÃO DE FÉ NA EUCARISTIA |
| 25/11/2009 |
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Obrigado, Senhor, porque nos destes a Eucaristia como tesouro mais precioso da nossa Santa Igreja, pois ela contém todo o mistério da nossa salvação. Jesus, Vós dissestes na noite da 5ª feira santa: “Desejei ardentemente comer convosco esta Ceia Pascal. Fazei isto em memória de mim”. Professamos a nossa fé nessa verdade que todas as vezes que a Igreja celebra a Eucaristia rememoramos a Páscoa de Cristo e se torna sempre atual e presente o sacrifício que Jesus ofereceu uma vez na cruz por todos.
Como diz São Paulo: “Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciareis a morte do Senhor, até que Ele venha.”
Senhor, cremos na vossa presença real nos sinais do pão e do vinho consagrados. Aumentai a nossa fé. Dai-nos sempre mais fome do pão da vida, pão dos anjos, pão de todos nós que somos peregrinos a caminho da Casa do Pai.
Que a santa comunhão nos faça sempre mais fortes e unidos no amor a todos os irmãos, solidários com os mais pobres, e alegres testemunhas do Cristo vivo e ressuscitado. Ficai sempre conosco, Senhor. Amém!
Saudação à Mãe de Deus (São Francisco de Assis)
Salve, ó Senhora Santa, Rainha Santíssima, Mãe de Deus, ó Maria, que sois Virgem feita Igreja, eleita pelo Santíssimo Pai celestial, que vos consagrou por seu santíssimo e dileto Filho e o Espírito Santo Paráclito! Em vós residiu e reside toda a plenitude da graça e todo o Bem! Salve, ó palácio do Senhor! Salve, ó tabernáculo do Senhor! Salve, ó morada do Senhor! Salve, ó manto do Senhor! Salve ó serva do Senhor! Salve, ó mãe do Senhor! Salve, ó vós santas virtudes derramadas pela graça e pela iluminação do Espírito Santo, nos corações dos fiéis, transformando-os de servos infiéis em servos fiéis a Deus. Amém!
Nossa Senhora da Imaculada Conceição!! |
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| Terço da Misericórdia |
| 25/11/2009 |
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Ensinado a Santa Faustina. "Pela recitação desse Terço agrada-Me dar tudo que Me pedem. Quando o recitarem os pecadores empedernidos, encherei suas almas de paz, e a hora da morte deles será feliz. Escreve isto para as almas atribuladas: Quando a alma vê e reconhece a gravidade dos seus pecados, quando se desvenda diante dos seus olhos todo o abismo da miséria em que mergulhou, que não desespere, mas se lance com confiança nos braços da minha Misericórdia, como uma criança nos braços da mãe querida. Estas almas têm sobre meu Coração misericordioso um direito de precedência. Diz que nenhuma alma que tenha recorrido à minha Misericórdia se decepcionou nem experimentou vexame..." "....Quando rezarem este Terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso".
COMO REZAR Primeiro reze um Pai Nosso, uma Ave Maria, e o Credo
Nas contas maiores:
"ETERNO PAI, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso muito Amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e de todo o mundo."
Nas contas menores:
"Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e de todo o mundo."
Conclua rezando três vezes: "Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e de todo o mundo"
"Ó Sangue e Água que jorrastes do Coração de Jesus, como fonte de misericórdia para nós, eu confio em Vós".
"Às três horas da tarde implora à Minha Misericórdia, especialmente pelos pecadores, e, ao menos por um breve tempo, reflecte sobre a Minha Paixão, especialmente sobre o abandono em que Me encontrei no momento da agonia.
Esta é a hora de grande Misericórdia para o mundo inteiro. Permitirei que penetres na Minha tristeza mortal. Nessa hora nada negarei à alma que Me pedir em nome da Minha Paixão." |
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| 9ºCerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe :Santa Missa celebrada pelo Pe Osvaldo hoje às 20h |
| 24/11/2009 |
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"DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!"
Rendemos graças a Deus pelas Suas bênçãos em nossas vidas e prostamo-nos em oração para adorar ao Senhor.
24 horas de adoração ao Santíssimo Sacramento.
Santa Missa hoje às 20h (TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB) Celebrante Padre Osvaldo
Temática DO DIA DE HOJE :Grandes sinais serão vistos no céu (Lc 21,11 |
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| 9º Cerco de Jericó da Paróquia São Nicolau de Flüe de 22 a 28 de Novembro |
| 23/11/2009 |
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TEMA:DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM! ETERNA É SUA MISERICÓRDIA!!
O Cerco de Jericó quando realizado com fé e confiança, tem permitido que Deus realize maravilhas. Assim, tem renovado pessoas, famílias e comunidades inteiras, uma vez que revaloriza a oração e maneira interrupta e comunitária, por 7 dias e 7 noites, onde se poderá trazer pedidos e louvores por escrito e depositar num cofre especial.
Segunda-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB) Celebrante Padre Osvaldo Temática:Ela ofertou tudo quanto tinha para viver (Lc 21,4)
Terça-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB) Celebrante Padre Osvaldo Temática:Grandes sinais serão vistos no céu (Lc 21,11)
Quarta-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB) Celebrante Padre Osvaldo Temática:É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida eterna (Lc 21,19)
Quinta-Feira Santa Missa às 18h e logo após o SOS Oração às 19h30 com o Padre Eduardo Malspina (TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
Temática:Levantar-vos e erguei a cabeça, pois a vossa libertação está próxima (Lc 21,28)
Sexta-Feira Santa Missa às 20h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB) Celebrante Padre Eduardo Malaspina Temática:o Reino de Deus está perto (lc 21,31)
Sábado,Santa Missa ás 19h(TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB) Celebrante Padre Eduardo Malaspina Temática:Orai a todo momento a fim de terdes forças (Lc 21,30)
Encerramento do Cerco de Jericó com a Santa Missa da Madrugada do dia 29 às 03h Celebrante Padre Eduardo Malaspina (TRANSMISSÃO AO VIVO PELA RÁDIO WEB)
"Venha Quebrar às muralhas com o poder da oração"
Maiores informações pelo telefone (16) 3307.8587 |
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| "Dai graças so Senhor porque Ele é bom, eterna é a Sua misericórdia" (Sl 117) |
| 23/11/2009 |
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9º Cerco de Jericó na Paróquia São Nicolau de de 22 a 28 de novembro
Rendemos graças a Deus pelas Suas bênçãos em nossas vidas e prostamo-nos em oração para adorar ao Senhor.
24 horas de adoração ao Santíssimo Sacramento.
Temática do dia de hoje : "Ela ofertou tudo quanto tinha para viver" (Lc 21,4)
Santa missa hoje às 20h, celebrante Pe. Osvaldo |
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| Fazer uma visita ao Sacrário é AMOR A JESUS...ao Santíssimo Sacramento |
| 22/11/2009 |
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Quereis que o Senhor vos dê muitas graças?
Visitai-o muitas vezes.
Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes.
Quereis que o demônio vos assalte?
Visitai raramente a Jesus Sacramentado.
Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes.
Quereis vencer o demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus.
Quereis ser vencidos? Deixai de visitar a Jesus
Meu caros, a visita é um meio muito necessário para vencer o demônio. Portanto, ide freqüentemente visitar Jesus, e o demônio não terá vitória contra vós."
(Dom Bosco)
O SACRÁRIO
Local onde se guardam as espécies de pão consagradas, ou seja, transformadas em Corpo de Jesus!
Do Catecismo da Igreja Católica
"Pela consagração, opera-se a transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo. Sob as espécies consagradas do pão e do vinho, o próprio Cristo, vivo e glorioso, está presente de modo verdadeiro, real e substancial, com seu Corpo e seu Sangue, sua alma e divindade. Uma vez que Cristo em pessoa está presente no Sacramento do Altar, devemos honrá-Lo com culto de adoração. «A visita ao Santíssimo Sacramento é uma prova de gratidão, um sinal de amor e um dever de adoração para com Cristo nosso Senhor»."
Nós gostamos de visitar pessoas amigas de conversa agradável, que não tenham vergonha de nós, que sejam como nós, que nos compreende, que sempre nos recebe com um sorriso quando abrem a porta e nos vê.
Ah! como é bom ser bem recebido numa casa, você já pensou nisso? Assim é quando visitamos Jesus, assim é quando abrimos a porta do nosso coração, ajoelhamos prostrados diante do sacrário, diante de sua casa, ali está Ele de braços abertos, sorrindo e nos aben | |